quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Capítulo 14 - Broken Heart



POV Gabi on

– Não, você não vai a lugar nenhum! Desculpa, também fui um estúpido por ter dito aquilo dos seus pais e do seu irmão. Claro, que aceito as suas desculpas. Eu não consigo ficar longe de você! Fiquei tão preocupado. – ele me abraçou forte, e eu comecei a chorar no peito dele compulsivamente.

Ele me apertou com mais força e eu o agarrei com muita força também.

– Anda, vamos para casa, você deve estar cansada. Está toda molhada e deve ter fome. Vamos esquecer isto, eu quero você bem, é só isso! - Disse ele junto do meu ouvido.

Fui no carro do Bill no banco de trás e fui olhando o caminho pela janela. Ele parou o carro e saímos seguindo até casa. Tomei um bom banho e depois me deitei e apaguei completamente.

No dia seguinte senti umas mãos nas minhas costas, o toque era quente. Comecei a me mexer e a esfregar os olhos. Vi o Tom na ponta da minha cama com um tabuleiro de comida para mim.

– Bom dia! – Disse ele animado.

– Bom dia! – Disse sonolenta.

– Trouxe comida, você deve ter fome! – Disse ele me mostrando o café da manhã.

– Obrigada – eu afastei a comida e coloquei em cima do móvel.

Aproximei - me dele, e o abracei com força, eu me sentia protegida quando os abraçava, mas ele era diferente não sei. Ele retribuiu o abraço e coloquei a cabeça no colo dele, ele passou as mãos no meu cabelo, e as lágrimas desceram pelo meu rosto. Ficamos em silêncio, aquele silêncio envolvia o quarto e eu comecei a ficar imóvel, com a respiração pesada.

Ele se inclinou e me viu adormecida no seu colo, eu tinha o rosto inchado e com os olhos cheios de olheiras. Com cuidado tirou a minha cabeça do colo dele, deu um beijo na minha testa e me cobriu com uma coberta e colocou um travesseiro na minha cabeça. Foi novamente para a sala. Os outros estavam na sala a comer e a falar mais animados.

POV Gabi off

POV Tom on

– Então ela comeu? – Perguntou Gustav.

– Não.

– Porque? – Disse Bill

– Ela me abraçou e depois colocou a cabeça no meu colo acabando por pegar no sono. Eu a deixei dormindo. Ela está com o rosto tão inchado e cheia de olheiras.

– Ohhhh, isso foi muito fofo! – Disse Georg.

– Ela é tão diferente, não sei… Ela é…especial – Disse Bill pensativo.

– O David ligou e disse para irmos falar com ele ao estúdio, parece que tem novidades para a gente! – Disse Tom

– Então vamos. – Disse Bill

Fomos cada cada um para o seu carro e fomos em direção ao estúdio. Assim que lá chegamos vimos o David muito animado para falar com a gente.

– Oi! Tenho uma ótima novidade para dar para vocês! – Disse David animado.

– Oi! – Dissemos todos em coro.

– Bem ,vocês vão começar uma turnê nos próximos 6 meses. Vão passar várias cidades do mundo, para apresentarem o vosso álbum. – Disse ele muito animado.

–Sério, isso é muito bom! – Disse Bill super animado.

– Quando vamos? – Perguntei.

– Vão daqui a 2 dias! – Disse David.

– Ok, e qual a primeira cidade?- Disse Gustav.

– Vão para Paris. A papelada e tudo já está pronto é só vocês fazerem as malas e se despedirem dos familiares e amigos. – Disse ele.

– Ok! Então acho que vamos começar a resolver isso. – Disse Georg.

Acabamos voltando para casa.

POV Tom off

POV Gabi on

Enquanto em casa , eu preparava um jantar especial, e tinha ido alugar um filmes para fazermos uma noite de cinema. Estava toda animada na cozinha enquanto preparava o jantar, dançava e cantava animada. Nem ouvi abrir a porta de casa, o jantar claro tinha que ser lasanha vegetariana. Tinha feito doces. Eles estavam parados na porta da cozinha e eu estava de costas, estava abrindo a porta do armário para tirar uma travessa. Depois olhei e vi que eles já estavam ali a rirem e eu sorri envergonhada, fiquei corada.

– Ah, não! Sempre silenciosos entrando em casa.- Disse sorrindo para eles.

– Você estava distraída! Ai dançando e preparando a comida! – Disse Bill entrando na cozinha.

– Que cheirinho! O que é? – Disse Tom curioso.

– Espero que gostem! Temos lasanha vegetariana e claro para os carniveros, macarrão.

– Hummmmmmmm! Já estou com água na boca! – Disse Gustav a lamber os lábios.

– Isso é que é fome! Também temos doces? – Disse Georg passando a mão na barriga.

– Claro que sim! Isso é essencial, há torta de maçã e claro tchananan…Bolo de chocolate. Ah, tudo caseirinho. – Disse toda orgulhosa.

– Ai, meu deus! Vamos comer até explodir! – Disse Tom tentando tirar um pedacinho com o dedo.

– Vamos para a mesa! Já está tudo pronto! – Disse para eles.

– Claro, vamos! – Disseram em coro.

Fomos para mesa e nos sentamos.

– ATACAR! – Disse Gustav animado.

Eles começar a se servir e eu olhava divertida.

– Que fome, hein!? Se soubesse tinha feito mais! – Disse olhando satisfeita para eles.

– Mais? Nem pensar nisso, você já fez a comida para um exercito, está ótimo! – Disse Georg com o garfo na direção da boca.

– Está muito bom! - Disse Gustav todo animado.

– Que bom que gostam! Isso é o que importa! – Disse.

– Vou morrer, com tanta comida! – Disse Tom.

– Ah, tá bom! Então contem coisas? Como está o novo álbum? Está indo tudo bem? – Disse interessada.

– Está tudo ótimo. Nós depois temos uma coisa para contar! - Disse Bill

– Ok, quando quiserem. – Disse me levantando para tirar a mesa.

Eles se levantaram para me ajudarem. Estávamos todos animados. Nos sentamos no sofá vendo um dos filmes que eu tinha escolhido. Eles pararam o filme e eu olhei para eles.

O que será que eles me vão contar? Espero que seja algo de bom!

POV Gabi off

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Capítulo 13 - Broken Heart



POV Tom on

– Eu sei, já me arrependi mil vezes disso! Só queria ajudar e acabei piorando as coisas! Droga, ela também me deu um tapa! – eu disse irritado com o que aconteceu.

Enquanto isso o Gustav voltou do quarto dela…

– Galera, as roupas e as coisas dela estão todas no mesmo lugar! Ela não veio a casa ainda! Já é de noite e ela ainda não apareceu! – ele gritou nervoso.

– Merda! Será que ela não vem dormir em casa? E se ligássemos para as amigas dela? – disse o Georg.

– Boa idéia, vamos fazer isso! – Disse Bill com esperança.

Bill foi buscar a agenda dela e acabou por cair um papel, parecia um recadinho que dizia: “ Um dia eu quero desaparecer de vez, que a dor que sinto me mate de vez, para sempre! Estou cansada de sofrer, o meu peito doí tanto, qualquer dia eu não vou aguentar mais”.

Bill engoliu em seco, quando leu. E se ela fizesse alguma estupidez? Será que esse desaparecimento dela, ela tinha feito alguma loucura?

– Bill, o que foi? – eu disse para o irmão.

– Lê isso! – ele me entregou o papel.

Eu fiquei assustado também, eu tava começando a ficar com medo. O Ge e o Gus também leram e também ficaram assutados com aquele papel.

– Meu deus! Será que…? – eu disse e o Ge me interrompeu.

– Não, ela não ia fazer isso, né? – ele disse nos olhando.

– Não, claro que não! – Disse Gustav.

– Se ela fez alguma coisa, eu não vou me perdoar! Eu não queria faze ela sofrer! – eu comecei a chorar com medo que aquele silêncio fosse a resposta que eu não queria ter.

– Calma, vamos perguntar às amigas dela! Pode não ter acontecido nada! – Disse Bill tentando se manter calmo.

Ligamos para todas as amigas dela, mas ninguém sabia dela.

– Ninguém sabe de nada. E agora? – Disse Georg assustado.

– Vamos separar – nos e procurá – la! – Disse Gustav pegando nas chaves do carro.

– Vamos. O primeiro a encontrá – la liga para os outros. – Disse Georg.

Saímos de casa, e foram para cada carro, tentando encontrá – la. Mas não a encontramos ,já era de manhã e nem sinal de vida dela. Decidimos voltar para casa.

Enquanto no jardim…

Eu acordei com o corpo doendo e resolvi ir para a praia mais próxima dali. Precisava de escutar o mar e pensar em tudo o que tinha acontecido. Acabei por me sentar na areia e ficar bem quieta escutando o mar, eu sabia que ele tinha alguma razão no que me disse, mas como ele foi capaz de colocar os meus pais e o meu irmão na nossa conversa. O meu celular já tinha umas 50 ligações deles, mas eu não tinha capacidade de conversar com eles agora. Fiquei lá todo o dia  já eram umas 22:00h e ainda continuava ali sentada, sem me mexer. Agora estava frio e começou a chover sem parar. Mas eu não ia sair dali, estava cansada, o meu corpo estava cansado, eu não comia há quase 2 dias.

Em casa…

– Isso está começando a ficar muito estranho! Mesmo quando ela briga com a gente, ela não fica tanto tempo fora de casa! – Disse Gustav sentado no sofá.

– Mas onde ela se meteu ? Nem atende, nem manda nenhuma mensagem! Ainda por cima está a chovendo muito! A nossa menina, eu quero ela de volta! – Disse Bill muito nervoso e as lágrimas caindo pelo rosto.

– Espera! Tive uma idéia! Já sei onde ela pode estar! – eu disse de repente.

– Onde? Diz logo! – Disse Georg olhando sério para mim.

– Na praia! Ela gosta de praia quando está triste! Lembram daquela praia no norte da cidade, ela gosta de lá! – Disse ele mais animado.

– Vamos para lá! – Disse Bill ficando também mais animado.

Na praia…

Eu me deitei na areia e a chuva caia sobre mim. Eu comecei a me sentir cansada e acabei pegando no sono. Era um sono pesado que me envolvia numa escuridão e num monte pesadelos. Eles chegaram à praia e se dividiram a praia era grande, de forma a serem rápidos para me procurarem.

Depois de 30 minutos, Bill viu um vulto deitado na areia e decidiu se aproximar apesar de com medo. Quando começou a ficar mais perto, reconheceu aquelas roupas e percebeu que tinha a encontrado, começou a correr para verificar se era ela. Ao chegar perto dela, uma sensação de alivio percorreu o corpo dele, as lágrimas saíram involuntariamente pelos seus olhos. Ele passou as mãos no cabelo dela, e começou a chamá – la.

– Gabriela? Gabriela? – Bill chamou.

Eu não respondia, estava tão cansada que pensei que estava sonhando.

– Gabriela!? Gabriela!? Está me escutando? – Disse ele um pouco aflito.

Eu comecei a perceber que não estava sonhando e comecei a me mexer e a levantar.

– Ãh? – Disse ainda atordoada.

– Ai, meu deus! Você está bem? – Disse olhando para mim.

Eu me assustei e comecei a me afastar dele.

– Calma, sou eu! Não te vou fazer mal! – Disse se aproximando de mim.

– Desculpa, deixei vocês preocupados! Desculpa, desculpa. Eu não fiz por mal, desculpa! – Disse o abraçando muito nervosa e tremendo muito.

– Calma, está tremendo! Nós também não estivemos bem, nos desculpa também! – Disse ele retribuindo o abraço.

Eu baixei a cabeça.

– Vamos, os outros vão ficar felizes por te verem. Você precisa de um banho e comida. Está muito molhada. – Ele disse.

Nos levantamos da areia e seguimos juntos até ao carro dele. Ele colocou uma toalha no banco de trás do carro e eu me sentei. Ele ligou os outros dizendo que tinha me encontrado. Passado algum tempo eles apareceram.

Será que eu e o Tom nos vamos entender!? Eu estou com medo do que vai acontecer! Somos os dois demasiado teimosos para cedermos, eu conheço demasiado bem!

– Meu deus! Você está bem!? Ficamos tão preocupados preocupados! – Disse Georg se aproximando de mim e passando a mão no meu rosto.

– Nunca mais faz isso! – Disse Gustav me abraçando e eu o abracei carinhosamente.

– Tom? Desculpa, eu não queria ter feito aquilo! – Disse com lágrimas nos olhos.

– Ai, não! Mas fez! – Disse seco para mim

– Eu entendo que você não queira falar comigo! Aliás, eu só vou a casa buscar as minhas coisas e me mudar hoje para outro sitio. Não precisa mais me ver , ok! – Disse para ele muito triste.

Não acredito que a nossa amizade vai acabar assim!

– Não! Não, não faz isso! – Disse ele se aproximando de mim.

– Porque? Você não precisa de viver com quem você não quer! Eu não quero que sofra! – Disse com a cabeça baixa.

POV Gabi off

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Capítulo 12 - Broken Heart

Nota da autora: Oi, gente! Nossa, tá tão ruim assim!? Vocês não deixam nem 1 review. Isso me deixa bem triste. Eu ia adorar se vocês comentassem. Bjs e espero que se animem. :D

POV Gabi on

– Podem vir, mas eu continuo irritada, já vou avisando. – Disse abrindo a porta de casa.

– Tudo bem. – Disse Tom.

Eles me seguiram até à audição. Me sentei esperando da minha vez e eles se sentaram ao meu lado sem dizer uma palavra. Até que passou mais uma hora e eu fui chamada para fazer o teste. Eu tentei para cantar mas não conseguia me lembrar da letra, acho que era do nervoso, a melodia da guitarra também não estava bem, eu tropecei e acabei caindo no chão. Assim que o teste acabou, eu sai dali e fui me sentar nas escadas da saída da faculdade. Já sabia que não tinha ficado aprovada de certeza, o meu sonho foi destruído outra vez, mais outro ano assim. A culpa foi minha, mas tudo bem eu ia dar a volta por cima. Fiquei quieta com os meus pensamentos, com os joelhos encostados ao peito e a cabeça escondida entre as pernas. Só precisava me acalmar. Eles foram à minha procura, e o Gustav me viu ali sentada acabando por chamar a atenção dos outros.

– Olhem! Ela está ali! – Disse ele apontando para as escadas.

– Vamos lá! – Disse Georg.

Eles se aproximaram de mim e se sentaram ao meu lado e eu ainda não tinha dado pela presença deles. Até que senti um peso no corpo, e vi que eles estavam abraçados a mim. Eu retribui o abraçado em cada um. Encostei a cabeça na parede sem dizer nada.

– Não fica assim! Acontece. – Disse Bill passando as mãos no meu cabelo.

– Ah, tudo bem. Isto também não era assim tão importante. – Disse tentando não dar importância ao assunto.

– Não é bem assim. Nós sabemos que era muito importante para você. Não precisa de esconder isso, como faz com tudo. Deixa de tentar ser sempre forte, o tempo todo. Isso não faz bem. – Disse o Bill olhando nos meus olhos.

– Eu prefiro assim, é melhor para mim. Não quero piedade de ninguém, entende isso. Eu odeio isso você sabe. – Disse para ele, com os olhos fixos nos dele.

– Não é uma questão de piedade. É uma questão de deixar que entrem no seu mundo, não só naquilo que é bom, mas deixar que te ajudem no que é ruim. Você ajuda os outros, porque não deixa que os outros te ajudem!? – Disse Tom tentando seguir o raciocínio do Bill

– Eu sou assim e se não o fosse, eu não teria aguentado tudo o que já tive que aguentar. Eu não quero falar mais disso, ok? – Disse desviando o olhar.

– Não, não pode. Você nunca fala disso, se escondes, se fecha de um jeito tão duro. Não pode ser desse jeito! Não fala da morte dos seus pais, nem do seu irmão, não falou quando acabou com o seu namorado, não falou o ano passado da audição que não conseguiu e agora não quer falar do que aconteceu hoje! Se abre um pouco! Nem com a gente que somos os seus melhores amigos, você não fala! Só escuta os nossos problemas e os dos outros, já pensou um pouquinho em você para variar? – Disse Tom me olhando sério.

– Olha eu não vou ficar escutando isto! Eu sei que você tem boas intensões, e que querem me ajudar, mas eu sou assim! Eu prefiro ficar com os meus sentimentos bem lá no fundo! Não quero falar, não gosto de falar sobre essas coisas, portanto acho que vamos fechar o assunto por aqui, ok? – Disse seria.

– Não! Não vai se fechar mais uma vez, nós não vamos deixar. – Disse autoritário para mim.

– Me deixem em paz! Que chatos, me deixem ficar assim! – Disse me levantando e pegando na minha bolsa.

– Não, já disse que não! – ele me segurou com força, me fazendo olhar para ele.

A minha expressão era dura e de raiva. Eu não queria falar nada, eu queria sofrer sozinha, com sempre!

– Me solta! Se eu disse que não falo, não falo e acabou! – Disse o empurrando.

O ambiente era muito tenso.

– Por você ser assim é que ninguém te aguenta! Nem os seus pais, nem o seu irmão te aguentaram. Tudo o que está perto de você, morre ou se afasta! Nem o seu ex – namorado te aguentou, nem sei como nós te aguentamos. Nunca vai ser feliz assim. – Disse ele.

Eu fiquei imóvel, e acertei um tapa nele. O rosto dele ficou muito vermelho, com a força que eu fiz, e sai dali correndo como senão houvesse amanhã. Já longe dali as lágrimas escorriam pelos meus olhos. Eu queria sumir, não ser mais encontrada. Será que ele tava certo!? Caminhei sem destino, já era de noite e eu continuava caminhando. Não tinha feito mais nada, se não andar horas sem parar. Tava morrendo de dor de cabeça de tanto chorar, eu estava sofrendo, só achava que não tinha que fazer os outros sofrerem com os meus problemas. Me sentei num banco de jardim e fiquei dormindo lá, pois acabei sendo vencida pelo cansaço, e já nem sabia onde estava.

Será que teria coragem para voltar para casa? Depois do que aconteceu eu não ia ter vontade de discutir com o Tom de novo. Agora começava a entender que nós os dois tínhamos perdido a razão. Mas eu fui uma idiota com ele e não queria ter batido nele. E agora? Iria perder a amizade dele para sempre? Só espero que não, eles são todos tão importantes para mim! Acho que tinha que aprender a confiar mais, mas será que seria capaz!? Já tinha sofrido demais. A minha cabeça dava mil voltas.

Enquanto que em casa…

– Será que ela está no quarto? Será que ela voltou? – Disse Gustav preocupado.

– Tom, você foi um idiota com ela! Eu sei que você tava certo, mas no fim exagerou, quando falou dos pais e do irmão! Você sabe que ela só tem a gente e você faz uma coisa dessas! – disse o Bill.

POV Gabi off

domingo, 9 de dezembro de 2012

Capítulo 12 - Express your love

Nota da autora: Oi, gente! Nossa, tá tão ruim assim!? Vocês não deixam nem 1 review. Isso me deixa bem triste. Eu ia adorar se vocês comentassem. Bjs e espero que se animem. :D
 

POV Regina on

– Bom dia! – eu disse sorrindo

– Bom dia! Ótimo dia! – disse Tom sorrindo para mim.

Ufa! Prova superada! Eles nem desconfiaram.

– Bom dia! Me dá um beijo de bom dia? – disse o Bill com voz de criança.

– Claro, meu amor! – eu disse sorrindo.

Pormenor, eu estou tonta, como eu vou disfarçar quando eu começar a andar?

– O que é isso? Eu também quero! – disse o Tom emburrado.

– Também tenho muitos beijos para você, meu amor! – eu disse carinhosa.

– Eba! – ele gritou pulando do chão.

A tonteira aliviou e eu consegui caminhar até eles, e dar os beijos.

– Nossa, que beijos bons, esses! – eles disseram em coro.

– E eu não tenho direito não? – perguntei sorrindo.

– Claro! – e cada um deles me deu beijo de cada lado na minha bochecha.

– Adoro vocês! – eu disse sorrindo.

Eu amo muito os meus irmãos, eles são tudo para mim. Eles são o meu porto seguro, são os meus concelheiros, são as pessoas mais importantes da minha vida. Claro, tirando a minha mãe a Dona Simone e o Gordon, que são os meus pais de criação, eu amo eles, como se fosse meus pais biológicos. Minha mãe, é aquela que aconselha de tudo, e o meu pai, me trata como a princesa da casa, ele é tão amoroso comigo.

– Nós vamos comprar o café da manhã! – disse o Bill

– Ok, também não há nada da geladeira mesmo. Eu esqueci de ir no surpermercado. Eu vou um pouco para o sofá me deitar.– eu disse rindo, mas depois surgiu um dor de cabeça infernal.

– Deitar? Outra vez? – Disse Bill achando estranho.

Eu adorava acordar cedo e só me deitava se estivesse muito cansada. O Tom também me olhou com uma cara estranha.

– Eu tou com vontade, é só isso! – eu disse me colocando de pé.

– Tem certeza? Tá mesmo tudo bem? – perguntou o Bill, me olhando com mais atenção.

– Tá tudo bem, sim! Vão lá que eu tou morrendo de fome! – eu disse tentando
parecer animada.

– Ok, nós voltamos rápido. – disseram os dois sorrindo para mim.

Eles rapidamente fizeram a sua higiene matinal, se vestiram e saíram de carro para comprar o café da manhã. Eu fui acabar de me arrumar e me vesti confortável. Coloquei um vestido vermelho bem larguinho e pelo joelho, calcei uns tênis e deixei o cabelo solto. Fui para a sala me deitar um pouco, mas me bateu um cansaço de repente. Fiquei uns 10 minutos deitava, mas aquela dor de cabeça só aumentava cada vez mais, e eu estava ficando muito agoniada. A campainha da porta tocou e me levantei cambaleando para atender. Abri a porta, e era o Gust e o Ge. Mas que droga! Eu não tou com paciência para ficar discutindo com ele.

– Oi, Bom dia! – eu disse

– Oi, Re! Bom dia! – Disseram os dois sorrindo.

O Gus deu um beijo na minha bochecha e eu dei um na dele.

– Podemos entrar ou é hábito deixar as visitas na porta? – disse o Ge me
provocando e olhando com um ar de deboche.

– Podem entrar sim, me desculpem. – eu disse com a voz meio fraca.

– Nossa, hoje tá simpática, hein! Que bicho mordeu você!? Não vai me xingar!? – ele disse entrando e rindo.

– Não, eu não vou xingar e não me mordeu bicho nenhum. – eu disse séria.

– Georg, pára com isso! Deixa de encher a paciência dela! – Disse o Gus que me olhou com uma cara desconfiada.

– Obrigada Gus! – eu disse tentando sorrir.

Eles se sentaram no sofá e se acomodaram. Eu fui até à cozinha buscar um copo de água e quando me virei, o Gus estava encostado na porta.

– Está tudo bem com você? – ele disse me olhando sério.

– Sim, está tudo ótimo. – eu disse.

– Pára de me enrolar, alguma coisa está errada! Eu sou seu amigo, pode confiar. – disse Gust que continuava me encarando sério.

– Está tudo bem mesmo! Eu não estou te enrolando! – eu disse.

– Eu vou fingir que acredito. – ele disse.

– Mas pode acreditar mesmo no que eu tou dizendo, porque é a verdade. – eu disse, mas ele parecia tenso, e não acreditava no que eu estava dizendo.

Nós fomos novamente para a sala e eu me sentei no sofá de frente para os dois.

– Re, eu nunca pensei isso de você! Mas nem ofereceu um café para as visitas nem nada, que mal educada! – disse o Ge rindo.

– Verdade, me desculpem! O que vocês…- eu parei a frase a meio e senti a dor de cabeça aumentar.

Pareciam martelos na minha cabeça.

– Está tudo bem, Re? – Perguntou o Gus.

– Está sim. O que vão querer? – eu perguntei tentando ser simpática.

– Vamos querer dois cafés, por favor! – Disse o Ge.

– Ok, eu trago já. – eu disse.

Eu fui na cozinha preparar os cafés, mas já estava difícil de focar o chão onde estava pisando. Parecia que tudo rodava, estava um calor de infernal ali,
respirei fundo para ganhar forças. Os cafés ficaram prontos, eu coloquei nas
xícaras, mas derramava quase tudo para fora, de tanto que as minhas mãos
tremiam. Limpei o café derramado com alguma dificuldade, e peguei nas xícaras para ir para a sala. Comecei a caminhar, consegui chegar à entrada da sala, mas as minhas mãos tremiam muito, metade do café estava caindo por todos os lados.

POV Regina off

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Capítulo 11 - Broken Heart



POV Gabi on

– Verdade, ele que se meta comigo de novo que eu nem tirei piedade dele. – Disse olhando para o vazio.

– Nossa, que corajosa, que você me saiu. Você não teve medo!? – Disse Gustav curioso.

– Claro que tive, aliás isso estava escrito na minha cara. Mas ali ou era eu ou ele. Alias ele é completamente louco, quando namorávamos, ficávamos horas dançando e a praticando era das poucas coisas que fazíamos juntos, eu nem aguentava com tantas dores de pernas, era quase até à exaustão. Quase até desmaiar, ele me obrigava, parecia que aquilo lhe dava prazer. Não deixava que comesse, nem bebesse durante horas. – Disse me lembrando daqueles momentos.

– Isso era tortura! É cara é maluco! Que bom que você já não está com ele, amor! – Disse Tom acariciando a minha bochecha e eu encostei o meu rosto ao peito dele.

– Sim, desculpa aquilo que eu disse. Mas eu o conheço e ele ia te provocar e tentar te machucar mal. Não iria me perdoar se acontecesse alguma coisa a algum de vocês. – Disse

– Oh, eu entendi, mas fiquei preocupado! Eu vi quando você saiu com ele. Ele deveria ter vergonha de ser assim. – Disse Tom dando um beijo na minha testa.

– Já passou, não vamos pensar, mais nisso. – Disse com um sorriso nos lábios.

Estava com a boca coberta de natas e eles começaram a rir.

– Linda, a sua boca está coberta de natas. Eu limpo. – o Tom se aproximou de mim e deu um beijo nos meus lábios tirando as natas da minha boca, e lambendo os meus lábios. O que ele pensa que está fazendo!? Eu afastei – o de mim e olhei - o zangada. Mas que foi isso? Hoje todos ficaram loucos e ninguém me informou de nada!

- O que você pensa que está fazendo!? Enlouqueceu? – Disse e peguei na minha bolsa. Eu me levantei.

–Não gostou? Todas gostam e você não deve ser diferente! – Disse maliciosamente.

– Como? Eu não sou uma qualquer, você esqueceu disso, foi? Eu vou embora, boa noite! – Disse saindo com os passos pesados.

– Espera! – ele disse e eu correu atrás de mim.

– O que foi agora!? Estou cansada, Tom! Estou cansada de ter caras como você na minha vida que só sabem me machucar! Não queria estragar a nossa amizade, mas você já fez isso. – Disse irritada.

– Desculpa, eu sei que somos amigos, eu não quero perder isso. Me perdoa , por favor. – ele Disse se ajoelhando no chão.

– Tom, levanta! - Disse puxando pelo braço dele.

– Não! Só quando você me perdoar! – Disse apertando as mãos à minha cintura.

– Tom! Pára com isso! – Disse tentando me soltar, mas estava impossível.

– Por favor! – Disse fazendo uns olhinhos super fofos.

– Ok! – Disse e ele se levantou e começou a pedindo desculpas no meu ouvido.

– Vai continuar gostando de mim, da mesmo jeito? Isto não vai mudar nada, né? – Disse ele olhando fundo nos meus olhos.

– Não, acho que não! Vamos esquecer isso, então! – Disse mais calma.

– Que bom! Desculpa! Eu não me controlei. – Disse ele me abraçando e eu retribui o abraço.

– Vamos voltar para a mesa? Eles ficaram lá. – Disse ele agarrando nas minhas coisas e acariciando a minha mão.

– Tá bom! – Disse caminhando até à mesa.

– Hum, voltaram! Já se entenderam? – Disse Bill arqueando a sobrancelha.

– Já. Eu não podia deixar que ela ficasse brava comigo! – Disse ele, com cara de cachorrinho abandonado.

Eu dei os ombros.

– Que bom! Também ficou maluco, foi! Não pode beijar todo o mundo, não!– Disse Georg.

Eu já nem tava escutando nada da conversa, já tava em outro mundo. Nem era bem em outro mundo, mas era mais na prova de amanhã. Tava morrendo de medo! Será que eu tinha alguma chance?

Eles já tinham percebido que eu nem estava mais com a cabeça na conversa deles, estava quieta de mais.

– Gabi? ohOhhh? Gabiiiiiiiiii? – Disseram os 4.

Eu nem estava escutando mesmo nada.

– Responde? – Começou o Ge me chamando a atenção.

– Ai! O que foi? Onde é o fogo? Morreu alguém? – Disse olhando para ele.

– Você estava muito quieta! Está tudo bem? – Disse ele para mim.

– Está tudo ótimo. – Disse colocando a cabeça entre as mãos.

– Com essa cara? Você está tentando enganar quem? – Disse Gustav para mim.

– Ninguém, mas esta tudo bem mesmo! - Disse.

– Vamos? – Disse Tom

– Vamos, quero descansar amanhã vai ser um longo dia. – Disse

Chegamos a casa e eu fui para o quarto, vesti o meu pijama e me deitei , mas não conseguia dormir de jeito nenhum. Resolvi me levantar e ir para a cozinha. Fiquei na cozinha a olhar o céu estrelado, estava uma noite bonita. O sono começou a me pegar e acabei adormecendo na mesa da cozinha, com os braços a fazendo de travesseiro. Fui derrotada pelo cansaço.

No dia seguinte ainda estava dormindo na mesa, quando....

– Mas… Ela dormiu aqui? – Disse Bill surpreso.

– Vai ficar com dores de costas insuportáveis! – Disse Gustav.

Georg se aproximou de mim e começou a mexer no meu cabelo e a tirar o cabelo do meu rosto, e decidiu fazer uma brincadeirinha comigo…

– ACORDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! VOCÊ ESTÁ ATRASADAAAAAAAAAAAAAAAAA! – Gritou ele perto do meu ouvido.

Eu me assustei e cai no chão, olhando para todos os lados. Só vi eles rindo que nem uns loucos. Eu coloquei a mão no peito, sentia o coração batendo loucamente e eu nem tinha entendido tudo o que tinha acontecido. O susto foi tão grande que nem falava, só respirava ofegante. Comecei a me levantar, mas quase cai outra vez, tinha as pernas tremendo com o susto.

– Acho que você exagerou! Ela ainda nem consegue falar! – Disse Tom rindo.

– FALO SIM! ISTO É JEITO DE ACORDAR ALGUÉM? IA MORRENDO DO CORAÇÃO! VOCÊS VÃO PAGÁ – LAS, A DOCE VINGANÇA VEM A CAMINHO! E VOCÊS OS TRÊS NÃO PENSEM QUE SE ESCAPAM! – Gritei virando as costas para eles, fui tomar o meu banho e me vestir para a prova. Voltei à sala para ir buscar a minha bolsa.

– Você vais para a prova? Podemos ir? Ainda está muito brava com a gente!? – Disse Bill com carinha de anjo.

– Nem vou responder. Adeus. – Disse virando as costas para ele.

– Oh, por favor, Gabi. Estávamos brincando com você. – Disse Georg agarrando o meu braço, e eu olhei como se fosse fuzi – lá - lo.

POV Gabi off

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Capítulo 11 - Express your love



POV Regina on

Mas que ódio! Porque ele tinha que me beijar de novo, eu preciso esfriar as idéias um pouco. Pior de tudo é que aqueles beijos mexeram comigo, eu não sei o que pensar, eu estou confusa! Resolvi sair dirigindo sem destino, estava chovendo de mais, acabei encostando o carro junto de uma praia deserta. Eu estava tão cansada e com uma dor de cabeça, eu nem conseguia fazer mais nada, acabei por me encostar no banco, tinha muita sede e fome. Eu acabei pegando no sono e dormi no carro mesmo de tão cansada que estava.

No dia seguinte, acordei com o sol batendo no meu rosto, eu estava esquisita, a dor de cabeça ainda martelava na minha cabeça, eu estava um pouco tonta, resolvi sair dirigindo até casa. Entrei em casa e estavam todos dormindo na sala, uns no sofá, outros no chão, ficaram a noite toda ali.

– Re! Você chegou! Onde você se meteu esse tempo todo? – Perguntou o Andreas.

– Eu fui dar uma volta de carro, e cheguei agora. – eu disse tirando as botas e indo para a cozinha.

– Você está com a cara péssima! Está tudo bem? – ele me perguntou.

– Está tudo ótimo, só tenho um pouco de dor de cabeça, e estou muito cansada. – eu disse pegando água.

– Hum, ok! Eu fiquei preocupado! – ele disse.

– Andreas? – eu disse quase caindo de tão tonta.

– Você está bem? Ficou tão pálida de repente! – ele disse preocupado, segurando as minhas mãos e me guiando para me sentar.

– Eu estou bem, não foi nada! – eu disse.

– É melhor, eu chamar os seus irmãos! – ele disse.

– Não! Está tudo bem, eu só tenho essa dor de cabeça que está me incomodando, só isso. Não vale a pena, incomoda – los por bobagem. Eu juro que eu estou ótima. – eu disse.

– Só vou ficar tranquilo, quando você comer. – ele disse sério.

– Tudo bem! – eu disse apoiando a cabeça na mão.

Ele me trouxe algumas coisas para eu comer, eu tomei o café da manhã com ele, e acabei por subir para o meu quarto.

POV Regina off

POV Bill on

– Bom dia, Andreas! Tudo bem? – eu disse.

– Ãh? Bom dia, Bill! Está tudo bem sim, a Re já chegou! – disse o Andreas.

Mas ele estava preocupado com alguma coisa, eu tenho certeza, ele é péssimo para esconder coisas da gente.

– Sério!? Onde ela está? Está tudo bem mesmo? Parece preocupado! Aconteceu alguma coisa? – eu disse sério.

– Sim, está no quarto, foi dormir um pouco, ela estava muito cansada. Está tudo bem sim, não há nada me preocupando. – ele disse, baixando o olhar.

– Tudo bem, mas não me convenceu. – eu disse.

Eu fui no andar de cima, e bati na porta do quarto da minha irmã, ouvi ela dizendo que eu podia entrar.

– Oi! Tudo bem? Onde você se meteu? – eu disse sério.

– Bill, pelo amor de deus, inquérito a essa hora da manhã, não! Eu tou morrendo de dor de cabeça, mais tarde, eu respondo. – ela disse olhando a paisagem da janela. Ela estava sentada numa cadeira junto da janela do quarto.

– Tudo bem, mas mais tarde nós conversamos melhor. – eu disse, dando meia volta para sair do quarto.

– Bill? – ela me chamou.

– Sim? – eu me virei para encara – la.

– Fica comigo um pouco. – ela me pediu.

– Ok. – eu me sentei na cadeira com ela, e a aconcheguei nos meus braços, fiquei fazendo carinhos no cabelo dela.

Ela tinha a cabeça apoiada no meu peito, acabou dormindo que nem um anjinho, sem eu perceber. Alguém abriu a porta, e era o meu irmão.

– Onde a senhorita se meteu esse tempo todo? – ele disse com a expressão preocupada.

Eu me inclinei pois não tinha escutado resposta nenhuma dela, ela estava dormindo, que fofo, o Tom também sorriu assim que percebeu que estava toda aninhada junto de mim.

– Me ajuda a colocá – la na cama. Ela estava muito cansada. – eu disse baixo.

Ele abriu a cama dela e a tirou do meu colo, a pegando nos seus braços, a
deitando e a aconchegando nas cobertas.

– Nunca mais faz isso! Eu fiquei preocupado! – ele disse no ouvido dela.

Deixamos ela dormindo e saímos do quarto, ela parecia muito cansada mesmo. Descemos até à sala, onde estavam todos.

– Ela está melhor? – perguntou o Andreas.

– Melhor? O que você está escondendo? – eu perguntei arqueando a sobrancelha.

– É…bem ela estava com uma dor de cabeça forte, é por isso. – ele disse meio atrapalhado.

– Não é só isso! O que aconteceu na cozinha? É, eu vi quando vocês foram para a cozinha.– disse o Tom desconfiado.

– Bem, eu não posso contar ela me pediu, ela não quer preocupar vocês. – ele disse baixando o olhar.

– Como assim? Conta logo! – disse o Ge nervoso.

– Nós estávamos na cozinha e ela foi pegar água. Estávamos conversando mas ela ficou muito branca de repente e teve uma tonteira bem forte. Ainda consegui segura – la antes que cai – se no chão, ela disse que só tinha uma dor de cabeça forte. Não falem nada, senão ela me mata, mas eu também achei estranho. Ela raramente fica doente. – ele disse.

– Isso é estranho de mais! – eu disse.

– Bill, temos que tomar mais atenção nela. Já reparou que ela tá sempre com muita sede, fome e cansada o tempo todo. Isso tá muito estranho. – disse o Tom.

– Acho melhor mesmo, ficarmos de olho nela. – disse o Gus.

Bill Pov off

POV Regina on

Acabei por dormir o dia todo e só acordar no dia seguinte, estava um pouco estranha. Já uns dias que andava assim, meio tonta quando acordava, com muita sede e fome. Para ser sincera há mais de duas a três semanas que estava assim! Que coisa esquisita! Pior não era isso, suava muito, tremia toda e os pesadelos era a noite toda. Eu nem sei como não tive isso essa noite, eu até já tinha medo de dormir. Eu fui até ao quarto do Bill e eles tinham adormecido os dois. O Bill com as mãos em cima da mesa onde ele tinha as composições dele e o Tom encostado ao violão. Eles acordaram e me olharam. Eu estava me segurando na porta, mas assim que os vi, comecei a disfarçar. Odiava preocupa – los, e vocês sabem como
homem é exagerado com doença ou qualquer mau estar.

POV Regina off

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Capítulo 10 - Broken Heart



POV Gabi on


– Passei para a próxima fase. – Disse o abraçando com força. As lágrimas de felicidade corriam pelo meu rosto.

– Parabéns! Isto merece uma comemoração. E nós vamos ficar com ciúmes de vocês os dois. – Disse o Bill fazendo uma carinha super fofa.

– Ooooooowwwwwwwwwwwww! Ciúmes? Abraço de grupo, meus amores! – Disse, enquanto fazíamos uma roda todos juntos.

– Vamos para casa? Quando é a próxima fase? – Pergunta curioso o Tom.

– É amanhã, as audições começam às 6:30. Tenho fazer tudo muito bem, não posso desiludir uma banda muito especial. Acho que se cantar e tocar mal, especialmente o vocalista e o guitarrista me matam. Sabem eles são uns fofos, mas também são tão perfecionistas. – Disse rindo às gargalhadas, e eles me acompanharam rindo.

– Isso é que eu não posso perder nem que tenha que cair da cama. – Disse Tom dando um beijo no meu pescoço.

– Também, vêem amanhã? Não é necessário, já fizeram muito em parar a vossa vida para vir hoje aqui. – Disse envergonhada.

– Claro, que sim! Nós estamos prontos para tudo, queremos ver se você continua – Disse o Gustav.

– Vamos comer? Estou morrendo de fome! – Disse Tom passando a língua nos lábios.

Eu escutei o meu nome ser chamado do nada. Eu me virei e nem queria acreditar, me encolhi e fiquei toda arrepiada.

– Gabriela? – Gritou o Jason que vinha correndo na minha direção.

– Jason, o que você tá fazendo aqui? – Disse de mau humor.

– Ah, baby, eu queria falar com você. – Disse ficando muito perto de mim.

– Então diz o que quer agora, que eu tenho que me ir embora! Tou acompanhada, como você pode ver. – Disse.

– Você não quer conversar num sitio mais calmo e tranquilo!? – ele começou me agarrando com força e me pressionando contra o peito dele.

– Me solta! Me solta! Eu não quero ir a lugar nenhum com você! – Disse lutando contra os braços dele.

– Solta ela agora! Não escutou? – Disse o Tom nervoso e cerrando os punhos.

De repente senti algo metálico nas costas. Ele era muito obcecado por mim, vivia me perseguindo depois do término do nosso namoro.

– Acho melhor o seu amigo se acalmar senão quer que esta noite termine muito mal! – Disse ameaçando, pressionando a faca contra as minha costas fazendo um pequeno corte nas minhas costas.

Soltei um pequeno gemido de dor.

– Tom, se acalma! É melhor vocês irem embora, eu vou conversar com ele. – Disse para ele com os olhos apavorados.

– Muito bem! É assim que eu gosto, quando você me obedece sem questionar. – Disse me afastando com ele.

O Tom me olhava com uma carinha de decepção, mas depois vi o medo nos olhos dele. Vi que ele tinha percebido que eu tinha uma faca sendo pressionada nas minhas costas e que já tinha sangue escorrendo pelas costas.

Nós fomos para um canto, era um beco escuro.

– Então agora pode me falar o que você quer? – Disse cuspindo as palavras.

– Eu queria que voltássemos, sinto a sua falta, amor! – Disse ele tentando me beijar – me, mas eu me afastei a tempo.

– Desculpa, mas não vai dar, eu não gosto de você! – Disse com raiva.

– Mas… - Ele começou a apontar a faca para mim, mas eu me desviei da faca e dei um chute na faca que acabou por cair no chão. Comecei a socá – lo com toda a força que tinha, mas ele começou a dar socos no meu rosto e dava chutes nas minhas costas. Quando ele se distraiu, eu aproveitei e acertei com mais força na sua cabeça.

– É melhor, nós não nos vermos mais. Nunca mais me perturbe nem aos meus amigos. – Disse com muita raiva.

Acabei por sair dali correndo muito ofegante, e encontrei os garotos no café que costumávamos ir todos juntos depois de eu sair da faculdade.

– Conversaram!? O seu rosto,está todo vermelho! – disse o Bill dando passagem para me sentar junto deles.

Eu estava nervosa com o que tinha acontecido , nem ouvi o que ele me perguntou.

– Desculpa, o que você perguntou? – Disse colocando a mão na cabeça e afastando o cabelo.

Tom se aproximou mais de mim e acariciou as minhas costas que estavam doloridas.

– Falaram? O que ele queria com você? Queria que voltassem? – ele disparou as perguntas, ele fazia isso quando estava preocupado.

Respirei fundo, sentindo aquele peso sair das minhas costas

– Falamos, ele nunca mais vai falar comigo, nem perturbar vocês. O cara é doido, queria que eu voltasse para ele. Nem morta. – Disse bebendo café.

– O que você fez!? – Disse Georg percebendo onde eu queria chegar.

– Paguei na mesma moeda, dei uma surra nele. Ele apanhou de uma mulher, deve estar se sentindo um lixo.. – Disse continuando a beber o café.

– Sério!? – Disse o Gustav surpreso.

POV Gabi off

domingo, 2 de dezembro de 2012

Capítulo 10 - Express your love



Bill Pov on

– Ela ficou irada com ele! – disse rindo.

– É mesmo! Eu já esperava que eles não aguentassem e saíssem se agarrando! – disse o meu irmão rindo.

– Mas ela vai se vingar! E aquela reação de ele vir jantar aqui, foi bem
estranha! Ela vai aprontar e bem feio para cima dele. – eu disse rindo.

– Vamos ver no que isso vai dar! – disse o Tom

Bill Pov off

Regina Pov on

Vamos ver que vestidos eu tenho, para escolher um para daqui a pouco. Esse é perfeito! Me arrumei para o jantar, vesti um vestido curto, dava uma boa visão das minhas pernas, o vestido era vermelho e realçava bem as minhas formas, calcei uma bota de salto, fiz uma maquiagem bem provocante. Ele vai ver! Sai até à cozinha onde eu já tinha deixado tudo pronto para o jantar, para além dos G´s, o Andreas também viria. Mas eu coloquei algo especial na comida do Georg, eu fui má, eu coloquei muito picante, mas mesmo muito! Ele ia sair deitando fogo pela boca! Todos chegaram e o Georg só faltava babar, é eu estava provocante mas bem bonita. Comecei a servir o jantar.

– Ge, eu fiz essa comida, para fazermos uma trégua! – eu disse de uma forma doce.

É agora gente, se preparem para o show!

– Sério!? Você não está mais furiosa comigo? – ele disse surpreso, e todos me olhavam esperando para ver o que ia acontecer. Os meus irmãos sorriram carinhosos, pensando que nós íamos ficar na boa um com um outro. Já o Andreas e o Gus me olhava com um ar desconfiado.

– Ah, por favor! Você não vai fazer essa desfeita, de não comer o que eu fiz?- eu fiz uma carinha, nossa agora joguei baixo.

– Ok, já que você insiste, eu como sim! – ele sorriu para mim vitorioso.

Ele pensa que eu ia me dobrar, é!? Ele começou a comer e depois cuspiu tudo, ele quase deitava chamas pelos olhos! E depois bebeu toda a água possível como um desesperado. Eu ria, muito mesmo, que nem uma louca.

– Sua louca! Como você colocou tanto picante na minha comida? – ele disse furioso.

– Sério!? Garoto se toca, alguma vez eu ia deixar aquilo que aconteceu de manhã por isso mesmo! Eu só paguei na mesma moeda! – eu disse séria e o encarando.

– Agora você vai pagar bem caro esse estrago na minha boca! – ele disse se
aproximando de mim.

– Nossa, que medo! O que você vai fazer? – eu disse séria e me levantando.

– Isso! – ele pegou o meu braço com força, me puxou para ele, e com a outra mão puxou a minha cabeça e começou a me beijar na frente de todo o mundo! Eu estava me debatendo com ele, com muita força, contra o corpo dele. Ele estava quase me deitando na mesa com ele por cima, nós tavamos nos beijando como dois animais! Eu consegui empurra – lo!

– Enlouqueceu? – eu gritei com ele.

– Eu sabia, a vossa irmã é de mais! – disse o Andreas rindo que nem um louco.

– Eu não, mas você sim! Você gostou do beijo, confessa! – ele disse limpando a boca com o guardanapo.

– Tá doido? Claro que não, foi o pior beijo de toda a minha vida! Numa uma escala de 0 a 10 , merece um 3, e já tou sendo boazinha! – eu disse séria.

Vocês deviam ter visto a cara dele, foi impagável! Eu tive tanta vontade de rir!

– Só 3? 3? Garota ficou louca, você amou! - ele disse me encarando.

Na sala só se escutavam gargalhadas e risos, aquilo parecia uma novela, só faltava irem buscar um balde de pipocas e ficar assistindo.

– Que convencido! – eu ri na cara dele.

– Eu vou provar que você adorou! – ele disse decidido.

– Ah, isso perdeu a graça. Eu vou sair! – eu disse saindo da mesa e indo pegar a bolsa.

Ele colocou a mão em cima da minha, me impedindo de ir embora, eu levantei o olhar da bolsa até aos olhos dele.

– Pode tirar a mão, eu quero ir embora! – eu disse séria para ele.

– Eu não vou deixar! – ele me encarou sério.

Eu olhei para o lado e estava todo o mundo se arrumando no sofá, para ver melhor e cochichando.

– Olha não me faz perder o resto da minha paciência! – eu disse tentando me controlar.

–Senão o que você vai fazer? – ele perguntou sorrindo de canto.

– Isso! – eu o empurrei e o prensei contra a parede.

Desci a minha mão até à
calça jeans dele, e apertei o amiguinho dele.

– Se você me provocar mais uma vez, eu juro que eu te capo! – eu disse séria e bem alto e o soltei.

– Não enche mais o meu saco, Georg Listing! – eu disse séria, sai de casa e bati com a porta com força.

Regina Pov off

Tom pov on

–Georg, a minha irmã saiu daqui deitando fumaça, ela ficou irada com você! – eu disse.

– É eu acho que exagerei um pouco! – disse o Georg.

– Talvez, mas eu acho que ela não vai querer olhar na tua cara tão cedo! – disse o Gus.

– Mas ela também me provocou! – Georg se defendeu.

– É, e não foi por isso, que te beijou à força, né! – disse o Bill.

– Mas ela tem uma força, que é aquilo! Ainda colocou picante na minha comida! – disse o Georg.

– Agora nós nem sabemos para onde ela foi! – eu disse.

– Verdade, onde será que ela se meteu? – disse o Bill.

Nós ficamos nos divertindo com essa briga deles, mas nem sabemos para onde a minha irmã foi. Agora eu fiquei preocupado!

Tom Pov off