Nota da autora: Oi, gente! Nossa, tá tão ruim assim!? Vocês não deixam nem 1 review. Isso me deixa bem triste. Eu ia adorar se vocês comentassem. Bjs e espero que se animem. :D
POV Regina on
– Bom dia! – eu disse sorrindo
– Bom dia! Ótimo dia! – disse Tom sorrindo para mim.
Ufa! Prova superada! Eles nem desconfiaram.
– Bom dia! Me dá um beijo de bom dia? – disse o Bill com voz de criança.
– Claro, meu amor! – eu disse sorrindo.
Pormenor, eu estou tonta, como eu vou disfarçar quando eu começar a andar?
– O que é isso? Eu também quero! – disse o Tom emburrado.
– Também tenho muitos beijos para você, meu amor! – eu disse carinhosa.
– Eba! – ele gritou pulando do chão.
A tonteira aliviou e eu consegui caminhar até eles, e dar os beijos.
– Nossa, que beijos bons, esses! – eles disseram em coro.
– E eu não tenho direito não? – perguntei sorrindo.
– Claro! – e cada um deles me deu beijo de cada lado na minha bochecha.
– Adoro vocês! – eu disse sorrindo.
Eu amo muito os meus irmãos, eles são tudo para mim. Eles são o meu porto seguro, são os meus concelheiros, são as pessoas mais importantes da minha vida. Claro, tirando a minha mãe a Dona Simone e o Gordon, que são os meus pais de criação, eu amo eles, como se fosse meus pais biológicos. Minha mãe, é aquela que aconselha de tudo, e o meu pai, me trata como a princesa da casa, ele é tão amoroso comigo.
– Nós vamos comprar o café da manhã! – disse o Bill
– Ok, também não há nada da geladeira mesmo. Eu esqueci de ir no surpermercado. Eu vou um pouco para o sofá me deitar.– eu disse rindo, mas depois surgiu um dor de cabeça infernal.
– Deitar? Outra vez? – Disse Bill achando estranho.
Eu adorava acordar cedo e só me deitava se estivesse muito cansada. O Tom também me olhou com uma cara estranha.
– Eu tou com vontade, é só isso! – eu disse me colocando de pé.
– Tem certeza? Tá mesmo tudo bem? – perguntou o Bill, me olhando com mais atenção.
– Tá tudo bem, sim! Vão lá que eu tou morrendo de fome! – eu disse tentando
parecer animada.
– Ok, nós voltamos rápido. – disseram os dois sorrindo para mim.
Eles rapidamente fizeram a sua higiene matinal, se vestiram e saíram de carro para comprar o café da manhã. Eu fui acabar de me arrumar e me vesti confortável. Coloquei um vestido vermelho bem larguinho e pelo joelho, calcei uns tênis e deixei o cabelo solto. Fui para a sala me deitar um pouco, mas me bateu um cansaço de repente. Fiquei uns 10 minutos deitava, mas aquela dor de cabeça só aumentava cada vez mais, e eu estava ficando muito agoniada. A campainha da porta tocou e me levantei cambaleando para atender. Abri a porta, e era o Gust e o Ge. Mas que droga! Eu não tou com paciência para ficar discutindo com ele.
– Oi, Bom dia! – eu disse
– Oi, Re! Bom dia! – Disseram os dois sorrindo.
O Gus deu um beijo na minha bochecha e eu dei um na dele.
– Podemos entrar ou é hábito deixar as visitas na porta? – disse o Ge me
provocando e olhando com um ar de deboche.
– Podem entrar sim, me desculpem. – eu disse com a voz meio fraca.
– Nossa, hoje tá simpática, hein! Que bicho mordeu você!? Não vai me xingar!? – ele disse entrando e rindo.
– Não, eu não vou xingar e não me mordeu bicho nenhum. – eu disse séria.
– Georg, pára com isso! Deixa de encher a paciência dela! – Disse o Gus que me olhou com uma cara desconfiada.
– Obrigada Gus! – eu disse tentando sorrir.
Eles se sentaram no sofá e se acomodaram. Eu fui até à cozinha buscar um copo de água e quando me virei, o Gus estava encostado na porta.
– Está tudo bem com você? – ele disse me olhando sério.
– Sim, está tudo ótimo. – eu disse.
– Pára de me enrolar, alguma coisa está errada! Eu sou seu amigo, pode confiar. – disse Gust que continuava me encarando sério.
– Está tudo bem mesmo! Eu não estou te enrolando! – eu disse.
– Eu vou fingir que acredito. – ele disse.
– Mas pode acreditar mesmo no que eu tou dizendo, porque é a verdade. – eu disse, mas ele parecia tenso, e não acreditava no que eu estava dizendo.
Nós fomos novamente para a sala e eu me sentei no sofá de frente para os dois.
– Re, eu nunca pensei isso de você! Mas nem ofereceu um café para as visitas nem nada, que mal educada! – disse o Ge rindo.
– Verdade, me desculpem! O que vocês…- eu parei a frase a meio e senti a dor de cabeça aumentar.
Pareciam martelos na minha cabeça.
– Está tudo bem, Re? – Perguntou o Gus.
– Está sim. O que vão querer? – eu perguntei tentando ser simpática.
– Vamos querer dois cafés, por favor! – Disse o Ge.
– Ok, eu trago já. – eu disse.
Eu fui na cozinha preparar os cafés, mas já estava difícil de focar o chão onde estava pisando. Parecia que tudo rodava, estava um calor de infernal ali,
respirei fundo para ganhar forças. Os cafés ficaram prontos, eu coloquei nas
xícaras, mas derramava quase tudo para fora, de tanto que as minhas mãos
tremiam. Limpei o café derramado com alguma dificuldade, e peguei nas xícaras para ir para a sala. Comecei a caminhar, consegui chegar à entrada da sala, mas as minhas mãos tremiam muito, metade do café estava caindo por todos os lados.
POV Regina off
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