POV Gabi on
– Então vai ser desse jeito mesmo!? Vocês são maus! Eu vou vos mostrar quem é a rainha da guitarra, vou mostrar como é! – Disse fazendo uma careta de desafio.
– Se for para você quebrar a guitarra no fim, eu vou gostar de ver. – ele disse brincando.
– O que é que você quer que eu faça, eu esqueço da vida e quando olho já quebrei. E depois é ups….. – Digo com cara de anjinho.
Será que eu vou conseguir passar nessa etapa para fazer a apresentação final? Que nervoso!!!!
– Pronto, pronto, ela já tá ficando nervosa e nós não estamos ajudando em nada. – Disse Bill tentando fazer uma carinha super fofa.
– Eu tenho que revisar isso e inventar qualquer coisa para dançar isso. Isto é mais tipo sensual que outra coisa. – Disse frustrada.
Eles não conseguiram conter o riso e nem disfarçar as caretas de riso.
– Tem muita graça vocês rirem de mim né!? Assim, ainda me sinto mais à vontade para dançar essa coisa que parece uma coisa toda sensual e depois cantar uma música vossa. Que felicidade a minha! Fora que vou ter uma música surpresa, na hora tenho que cantar conheça ou não a música. - Disse ainda mais frustrada.
–Sério? – Disse Georg surpreso.
– Sim, tenho que soltar o cabelo desses ganchos, não posso cantar com o cabelo todo preso, nem toda coberta com esse casaco. – Disse tirando os ganchos e desfazendo o cabelo pondo mais selvagem. Tirei o casaco e deixei ficar com uma blusa super curta, que mostrava a minha barriga e apenas cobria o meu peito, ela era preta e vermelha.
– Ai, meu deus. Com essas roupas que você costuma usar, nem você tem o corpo tão bonito e elegante. Nunca tinha reparado. – Disse Tom me olhando com malicia, e girando o piercing.
– Pára com isso, você já tá desse jeito e ainda não me viu dançando, então acho que você vai ter um treco. – Disse rindo.
– Você pode treinar a sua coreografia para eu ver se você é assim tão boa naquilo que você faz! – Disse ainda mais malicioso.
– Respeito! Que eu sou a sua melhor amiga, mas vou deixar com o gosto e a imaginação trabalhando. – Disse colocando a musica a tocar. Eu comecei a dançar e a cantar me movimentando cada vez mais perto dele.
– Quero ver isso! – Disse ele me puxando pela cintura para mais perto dele.
–Não me provoca! – Disse perto do ouvido dele.
Pegando na camiseta dele e roçando a minha coxa perto da cintura dele. Quando eu dançava, era como um bicho de palco, perdia a timidez e dançava muito sensualmente, deixava qualquer um maluco. Eu adorava isso, e o mesmo estava acontecendo com o Tom. Eu me virei para beber água, e os outros gargalhavam da cara assustada dele.
– Você me provocou, estava esperando do que? Eu disse para não me provocar! – Sorri para ele que ainda estava com a boca aberta.
– Mas eu nunca pensei. Você é tão discreta e eu não esperava nada disso! – Disse ele.
– Eu entendo, a maioria fica assim como você, surpresos por eu dançar assim desse jeito! Mas eu ouço a música e esqueço de quem sou, esqueço tudo! – Disse animada.
– É já entendi! Você dança mesmo muito bem, eu nem conseguia quase me controlar. – Disse ele maliciosamente.
–Você se controlava, nem que eu tivesse que esfriar as suas ideias, mor! – Disse carinhosa para ele.
– Ok, parabéns puro talento, duvido que não fique selecionada. – Disse Bill animado, abraçando a minha cintura.
– Não sei, porque já vi muita gente talentosa ser colocada de lado nesse casting. – Disse passando as mãos nos seus cabelos.
– Vamos ver. – Disse Georg fazendo uma carinha de abandonado.
– Ai, Ge amor, não fica assim. Tá carente. – Disse correndo para ele.
– Melhor assim! –Disse sorrindo.
–E eu? - Pergunta Gus
– Ai Deus! Vocês os 4 vão me deixar louca! Chega perto , tenho uma coisa especial, para o meu fofinho. – Disse me baixando e procurando na minha bolsa, os chocolates belgas que comprei para ele. – Toma , são especialmente para você, meu querido. – Disse dando um beijo na sua bochecha.
– Chocolate! Obrigada. – Disse retribuindo o beijo e fazendo carinho nos meus cabelos.
– Ai, tanto tempo! As minhas pernas já tão doendo de tanto esperar, já tenho os pés todos machucados. – Disse sentando no chão.
Começou a chover, mas eu não podia ir embora, já tinha passado por muito para chegar aqui.
– Não, vamos ficar todos molhados! – Disse o Ge colocando o casaco na cabeça.
– Meninos, é melhor irem para casa, isso vai demorar e está chovendo muito. Vão ficar gripados e eu não quero que isso aconteça. – Disse tentando convence – los.
– Não vamos embora. Não vai ficar aqui sozinha, é que nem pensar! –Disse o Bill se sentado ao meu lado.
Eu coloquei a cabeça nas pernas dele, estava muito cansada.
– Estou cansada. – Disse me aconchegando nele, enquanto as gotas de chuva caiam sobre nós os 4.
– Olha, vai entrar mais gente. – Disse o Tom apontando para a porta de entrada do teatro da faculdade.
– Boa, só falta mais um pouquinho e sou eu! - Disse espirando.
Começaram a chamar os nomes, e passado pouco tempo, chamaram o meu.
– É agora. Tudo ou nada! – Disse para mim mesma.
– Força, você vai conseguir. – Disseram os 4 num abraço em grupo.
- Obrigada garotos, entrem por ali, podem assistir nas bancadas principais. – Indiquei a porta.
Eles seguiram para lá, e sentaram – se nas primeiras filas.
Deram um número para colocar na blusa, e eu entrei super ansiosa. Passado uma meia hora foi a minha vez. Troquei as sapatinhas que estavam todas molhadas e eu irei cair se as usa – se. Entrei no palco e o júri disse para que começasse assim que estivesse pronta, pedi para colocar a música, e comecei a dançar e a cantar correndo de um lado do palco para o outro, pedindo a quem assistia para cantar comigo. Perdi a timidez toda e comecei a ir para junto do público e cantei com eles. O juri ficou surpreso, e agradeci ao publico. Agora tinha que esperar para ver os resultados. Esperei mais umas duas horas para que finalizassem os últimos candidatos. Depois de mais algum tempo de espera vieram anunciar os resultados. Ai meu deus, será que é agora?
– Os candidatos que passam à próxima fase estão nesta lista. – Disse um dos jurados que colocou a lista.
Eu corri para ver se tinha ficado, mas estava muita gente na frente da folha e eu nem conseguia chegar perto. Os alunos começaram a sair e eu pude ver a lista, só 15 tinham sido aprovados para a próxima fase. A sala estava cheia de pessoas super felizes e outras completamente tristes, como eu tinha ficado o ano passado. Comecei a procurar o meu nome,e….
– Não tôo acreditando! Eu não tôo acreditando. – Disse pulando, super feliz da vida.
De repente sinto alguém se aproximar.
– Então? – Perguntou o Ge também nervoso.
POV Gabi off
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Capítulo 9 - Express your love
Notas da autora: Ah, gente por favor cometem os capítulos. Eu fico ansiosa pelos vossos reviews. Bjs, :D
POV Regina on
No dia seguinte, eu vi dois ainda dormindo, como se fossem dois anjos, mas não estavam serenos, mas sim preocupados. O que será que eles tem? O que eles tem tanto medo? O que os preocupa tanto?
Me levantei com cuidado para não despertá – los, cuidadosamente retirei os braços deles de volta de mim, fui fazer a minha higiene matinal. Resolvi pegar qualquer coisa na geladeira e comer, e sair em seguida para ir correr no parque municipal. Esse parque era lindo eu adorava ir lá, tinha uma lagoa, e muitas árvores, um lugar calmo, ótimo para passear. Eu fui até lá e começei a correr com a música tocando no meu mp3, estava completamente focada na minha corrida e na música para relaxar um pouco. Mas eu tinha que me estressar logo de manhã, pois estava lá aquele, sim aquele cara que vocês sabem que me tira do sério! O Georg! Esse cara me persegue, mas o que é isso? Desde quando ele corre nesse parque?
Ele veio se aproximando de mim, para falar comigo.
– Oi! Bom dia! – ele disse sorrindo.
– Oi! Bom dia, Ge! Tudo bem com você? – eu sorri também.
– Tá tudo ótimo! E se fizessemos uma corrida os dois? – ele disse me desafiando mas simpático.
Que estranho! Algo está errado em tudo isso! Mas tudo bem, vou tentar confiar!
– Claro, vamos! – eu disse sorrindo.
- Preparada? – ele disse.
– Sempre! – eu disse desafiando.
Começamos correndo os dois, mas bem que ele tem resistência, estavamos correndo mais de 30 minutos e nenhum de nós desistia. Depois ele começou a me empurrar ligeiramente para dentro, ele me empurrou tanto que acabei caindo dentro do lago do parque municipal! Sério eu vou matar aquele garoto! Eu juro que eu vou pular no pescoço dele! Eu vou acabar com aquele chapinha man! Eu não tou brava, eu tou furiosa! Eu já tou vendo tudo vermelho!
Eu sai espumando de raiva do lago, ele estava rindo e muito. Mas ele nem imagina quem eu sou, e do que eu sou capaz!
Ele começou correndo à minha frente, e eu corri atrás dele, consegui pegá – lo, pulei diretamente nas costas nele, e consegui molha – lo pelo menos um pouco! Ele com um pulo que eu dei nós acabamos por cair na grama e ele ficou em cima de mim.
– Garoto, você vai me pagar! – eu disse furiosa.
– Nossa, tá nervosinha, hein! – ele ria agarrando os meus braços com força para me segurar.
– Eu vou tirar esse sorriso idiota da sua cara! – eu estava irada.
– É e como? – ele disse me provocando mais.
– Não me provoca mais! Eu tou irada com você! – eu disse alto, ele foi se aproximando mais e mais.
O que ele pensa que está fazendo? Ele está tão perto de mim, aqueles olhos estão tão perto e a boca está cada vez mais junto da minha! Re se concentra garota!
– O que… - eu nem consegui terminar a frase, ele me beijou com uma sede, e depois desceu uma das mãos para minha cintura aproximando os nossos corpos cada vez mais. O beijo foi bem, como dizer, pareciamos dois loucos, estavamos quase querendo arrancar os lábios um do outro.
Eu estava ofegante, sem conseguir pensar direito, até que ele começou a falar bobagem, claro tinha que ser!
– Aposto que o seu namorado, não te deixa assim! - ele disse sorrindo vitorioso ainda ofegante.
– Assim como? Tá maluco? Você nem é nada de mais, o Rafa é bem melhor! – eu disse.
– Tem certeza? Eu posso fazer de novo! – ele disse me provocando.
– Sai de cima de mim! Eu não quero que você faça nada! – eu o empurrei e sai dali andando até casa super irritada.
Ele ficou lá rindo. Mas ele me paga, ah se me paga! Pode apostar! Eu entrei em casa e fechei porta com força, parecia que queria derrubar ela. Até que nem percebi que os meus irmãos estavam assistindo Tv na sala.
– Bom dia! - disseram os dois.
– Bom dia! – eu disse mal humorada.
– O que aconteceu? Está toda molhada! – disse o Bill me olhando desconfiado.
– E não só! Toda descabelada e a boca toda vermelha! – disse o Tom rindo.
– Olha, não vem com graça para cima de mim, não! Eu já estou irratada o
suficiente! Aquele vosso amigo me tira do sério! – eu disse bem furiosa.
– Tá nervosa! Amigo que amigo? – Disse o Bill que não estava entendendo nada, mas estava com curiosidade.
– Nossa Bill! Quem costuma deixar ela desse jeito!? – disse o Tom rindo.
– Ah, ok! O Georg claro! – disse o Bill sorrindo.
– Eu juro, eu vou matar aquele garoto! Eu vou furar o olho dele! - eu disse ainda mais irritada.
– Credo! O que ele fez? – Disse o Bill calmo.
– Olha , até que estava indo tudo bem, nós estavamos correndo os dois por pura diversão, mas ele teve a brilhante idéia de me jogar no lago do parque
municipal. Aí, eu fiquei irada, ele ainda ficou rindo de eu ter ficado toda
molhada, e saí correndo atrás dele, pulei no pescoço dele, e nós acabamos
caindo na grama! Ele ficou por cima de mim e depois começou a me provocar ainda mais, e depois…depois…bem – eu parei nessa parte, eles riam e começaram a me olhar com um sorrisinho bem malicioso.
– Depois? Conta o que aconteceu? Parou! O que ele fez depois? – disse o Tom com um sorriso.
– Ah não interessa o que ele fez depois! Fez bobagem, falou bobagem isso é o que interessa! – eu disse meio atrapalhada.
–I nteressa sim! Isso deve ser o mais interessante da história toda! Conta logo! – disse o Bill batendo palmas com entusiasmo.
– Depois ele me… - eu parei outra vez.
– Ele te… - Disseram os dois em coro e sorrindo.
– Aquele cara nojento, teve a coragem de me beijar! – eu disse bem furiosa.
– Eu sabia! Eu sabia! – dizia o Tom rindo e o Bill gargalhava.
– Mas ele que me aguarde, o que dele está muito bem guardado! A vingança vai servida com todo o requinte! - eu disse com um sorriso bem vingativo.
– Que ódio dele, hein! Ah, mas confessa o beijo mexeu com você!? – disse o Bill curioso.
– Claro que não! Ele nem beija nada de mais! – eu disse tentando convencer. (Mas aqui entre nós, ele beija bem! Aquilo foi o beijo mais louco que eu já tive, mas é segredo! Ninguém abre o bico.)
– Nossa com essa convicção! Você vem toda descabelada, e a sua boca está vermelha até agora! Isso foi um beijo ou queriam arrancar os lábios um do outro? – disse o Tom rindo.
– Pára de me fazer pergunta idiota! E a idiotice se pega é? Falando tanta besteira ao mesmo tempo! - eu já tava nervosa de novo.
– Já tá nervosa! O beijo mexeu com você! Eu sabia! – Disse o Bill.
– Eu vou subir, essa conversa está me dando enjoo! ECA! – eu disse e subi, e eles ficaram rindo da situação.
– Verdade, ele vem jantar cá essa noite! – Gritou o Tom para o cimo das escadas.
– Ótimo! – eu disse rindo. Agora ele vai ver o que é provocar! Ele que me aguarde!
Regina POV off
POV Regina on
No dia seguinte, eu vi dois ainda dormindo, como se fossem dois anjos, mas não estavam serenos, mas sim preocupados. O que será que eles tem? O que eles tem tanto medo? O que os preocupa tanto?
Me levantei com cuidado para não despertá – los, cuidadosamente retirei os braços deles de volta de mim, fui fazer a minha higiene matinal. Resolvi pegar qualquer coisa na geladeira e comer, e sair em seguida para ir correr no parque municipal. Esse parque era lindo eu adorava ir lá, tinha uma lagoa, e muitas árvores, um lugar calmo, ótimo para passear. Eu fui até lá e começei a correr com a música tocando no meu mp3, estava completamente focada na minha corrida e na música para relaxar um pouco. Mas eu tinha que me estressar logo de manhã, pois estava lá aquele, sim aquele cara que vocês sabem que me tira do sério! O Georg! Esse cara me persegue, mas o que é isso? Desde quando ele corre nesse parque?
Ele veio se aproximando de mim, para falar comigo.
– Oi! Bom dia! – ele disse sorrindo.
– Oi! Bom dia, Ge! Tudo bem com você? – eu sorri também.
– Tá tudo ótimo! E se fizessemos uma corrida os dois? – ele disse me desafiando mas simpático.
Que estranho! Algo está errado em tudo isso! Mas tudo bem, vou tentar confiar!
– Claro, vamos! – eu disse sorrindo.
- Preparada? – ele disse.
– Sempre! – eu disse desafiando.
Começamos correndo os dois, mas bem que ele tem resistência, estavamos correndo mais de 30 minutos e nenhum de nós desistia. Depois ele começou a me empurrar ligeiramente para dentro, ele me empurrou tanto que acabei caindo dentro do lago do parque municipal! Sério eu vou matar aquele garoto! Eu juro que eu vou pular no pescoço dele! Eu vou acabar com aquele chapinha man! Eu não tou brava, eu tou furiosa! Eu já tou vendo tudo vermelho!
Eu sai espumando de raiva do lago, ele estava rindo e muito. Mas ele nem imagina quem eu sou, e do que eu sou capaz!
Ele começou correndo à minha frente, e eu corri atrás dele, consegui pegá – lo, pulei diretamente nas costas nele, e consegui molha – lo pelo menos um pouco! Ele com um pulo que eu dei nós acabamos por cair na grama e ele ficou em cima de mim.
– Garoto, você vai me pagar! – eu disse furiosa.
– Nossa, tá nervosinha, hein! – ele ria agarrando os meus braços com força para me segurar.
– Eu vou tirar esse sorriso idiota da sua cara! – eu estava irada.
– É e como? – ele disse me provocando mais.
– Não me provoca mais! Eu tou irada com você! – eu disse alto, ele foi se aproximando mais e mais.
O que ele pensa que está fazendo? Ele está tão perto de mim, aqueles olhos estão tão perto e a boca está cada vez mais junto da minha! Re se concentra garota!
– O que… - eu nem consegui terminar a frase, ele me beijou com uma sede, e depois desceu uma das mãos para minha cintura aproximando os nossos corpos cada vez mais. O beijo foi bem, como dizer, pareciamos dois loucos, estavamos quase querendo arrancar os lábios um do outro.
Eu estava ofegante, sem conseguir pensar direito, até que ele começou a falar bobagem, claro tinha que ser!
– Aposto que o seu namorado, não te deixa assim! - ele disse sorrindo vitorioso ainda ofegante.
– Assim como? Tá maluco? Você nem é nada de mais, o Rafa é bem melhor! – eu disse.
– Tem certeza? Eu posso fazer de novo! – ele disse me provocando.
– Sai de cima de mim! Eu não quero que você faça nada! – eu o empurrei e sai dali andando até casa super irritada.
Ele ficou lá rindo. Mas ele me paga, ah se me paga! Pode apostar! Eu entrei em casa e fechei porta com força, parecia que queria derrubar ela. Até que nem percebi que os meus irmãos estavam assistindo Tv na sala.
– Bom dia! - disseram os dois.
– Bom dia! – eu disse mal humorada.
– O que aconteceu? Está toda molhada! – disse o Bill me olhando desconfiado.
– E não só! Toda descabelada e a boca toda vermelha! – disse o Tom rindo.
– Olha, não vem com graça para cima de mim, não! Eu já estou irratada o
suficiente! Aquele vosso amigo me tira do sério! – eu disse bem furiosa.
– Tá nervosa! Amigo que amigo? – Disse o Bill que não estava entendendo nada, mas estava com curiosidade.
– Nossa Bill! Quem costuma deixar ela desse jeito!? – disse o Tom rindo.
– Ah, ok! O Georg claro! – disse o Bill sorrindo.
– Eu juro, eu vou matar aquele garoto! Eu vou furar o olho dele! - eu disse ainda mais irritada.
– Credo! O que ele fez? – Disse o Bill calmo.
– Olha , até que estava indo tudo bem, nós estavamos correndo os dois por pura diversão, mas ele teve a brilhante idéia de me jogar no lago do parque
municipal. Aí, eu fiquei irada, ele ainda ficou rindo de eu ter ficado toda
molhada, e saí correndo atrás dele, pulei no pescoço dele, e nós acabamos
caindo na grama! Ele ficou por cima de mim e depois começou a me provocar ainda mais, e depois…depois…bem – eu parei nessa parte, eles riam e começaram a me olhar com um sorrisinho bem malicioso.
– Depois? Conta o que aconteceu? Parou! O que ele fez depois? – disse o Tom com um sorriso.
– Ah não interessa o que ele fez depois! Fez bobagem, falou bobagem isso é o que interessa! – eu disse meio atrapalhada.
–I nteressa sim! Isso deve ser o mais interessante da história toda! Conta logo! – disse o Bill batendo palmas com entusiasmo.
– Depois ele me… - eu parei outra vez.
– Ele te… - Disseram os dois em coro e sorrindo.
– Aquele cara nojento, teve a coragem de me beijar! – eu disse bem furiosa.
– Eu sabia! Eu sabia! – dizia o Tom rindo e o Bill gargalhava.
– Mas ele que me aguarde, o que dele está muito bem guardado! A vingança vai servida com todo o requinte! - eu disse com um sorriso bem vingativo.
– Que ódio dele, hein! Ah, mas confessa o beijo mexeu com você!? – disse o Bill curioso.
– Claro que não! Ele nem beija nada de mais! – eu disse tentando convencer. (Mas aqui entre nós, ele beija bem! Aquilo foi o beijo mais louco que eu já tive, mas é segredo! Ninguém abre o bico.)
– Nossa com essa convicção! Você vem toda descabelada, e a sua boca está vermelha até agora! Isso foi um beijo ou queriam arrancar os lábios um do outro? – disse o Tom rindo.
– Pára de me fazer pergunta idiota! E a idiotice se pega é? Falando tanta besteira ao mesmo tempo! - eu já tava nervosa de novo.
– Já tá nervosa! O beijo mexeu com você! Eu sabia! – Disse o Bill.
– Eu vou subir, essa conversa está me dando enjoo! ECA! – eu disse e subi, e eles ficaram rindo da situação.
– Verdade, ele vem jantar cá essa noite! – Gritou o Tom para o cimo das escadas.
– Ótimo! – eu disse rindo. Agora ele vai ver o que é provocar! Ele que me aguarde!
Regina POV off
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Capítulo 8 - Express your love
POV Bill on
– O que quiser, um balada no Bar do costume por sua conta, se seu ganhar. Caso contrário, eu pago! Eu vou ganhar, vou conquistá – la e ela vai ficar aos meus pés, implorando. – Disse Ge rindo de satisfação.
– Parem, vocês os dois vão machucá - la. Tom, se ela descobre, nunca mais te fala. – Disse chamando a atenção, ele nem me deu ouvidos. Tudo bem, que eles estão sempre se provocando, mas alguém vai sair machucado dessa aposta! E esse alguém com toda a certeza vai ser a minha irmã! Eles já se gostam,
para que isso? Se ela por um acaso começar a namorar o Ge e descobrir isso, mais ainda se descobrir que eu e o Tom estamos metidos nisso até à ponta dos cabelos, ela vai nos matar!
– Está apostado. Calma Bill, ela nunca vai saber. Confia em mim. – Disse Tom confiante que a nossa irmã nunca fosse descobrir.
Eles apertaram as mãos fechando o acordo.
– Tom! Pára! – Disse cada vez mais irritado.
– Tom, o Bill tá certo. Se ela descobre, ela vai vos odiar, nunca
mais vos vai perdoar! – Disse Gus.
– Ai, você e o meu irmão são muito chatos! – Disse Tom.
Isso vai dar errado com toda a certeza!
Pov Bill off
Pov Regina On
Eu ia descendo as escadas já de shorts, com uma blusa branca e de chinelos em direção ao sofá com os meus livros e vi que eles ainda estavam na cozinha. O Bill veio se sentar muito calado do meu lado no sofá, defenitivamente o meu irmão não era assim, algo está errado. Fechei o livro e fiquei o olhando.
– Bill? Está tudo bem, mano? Você sabe que conta comigo para tudo e estou sempre aqui para você?! – Disse com carinho.
Ele deixou escapar uma lágrima, que tentou que eu não reparasse, aquilo me distruiu, me quebrava em mil pedaços.
– Bill…- eu o abraçei e ele retribuiu com força.
– Re, promete uma coisa? – Disse ele baixinho.
– Diz Bill! – Disse para ele.
– Promete que não deixa que ninguém te machuque! Promete que vai sempre me amar a mim e ao Tom, aconteça o que acontecer? – Disse ele sério.
– Está me assustando. Aconteceu alguma coisa!? – Disse séria.
– Promete! – Insistiu ele.
– Eu prometo, eu vou tentar cumprir! Responde, por favor!
– Disse preocupada.
– Não aconteceu nada, mas eu tenho medo de te perder! –Disse ele baixando a cabeça.
– Escuta, nunca mas nunca mais diz isso. Lembra sempre disto, mesmo que eu me chatei com vocês eu vou sempre vos amar com todas as minhas forças, sempre, até eu ser velhinha, até eu morrer. – Disse e fiz com que ele deita – se no meu colo e acariciei o cabelo dele. Quando ficavamos assim ele ficava calmo e bem tranquilo.
Ficamos assim até que ele adormeceu e eu também, enquanto os outros saiam agora da cozinha, e ficaram calados quando nos viram. Os G´s sairam e foram para suas casas, enquanto Tom tentou nos acordar, nós acordamos meio ensonados.
– Tom? – Disse ensonada.
POV Regina off
POV Tom on
– Sim, vai descansar. – ela olhou nos meus olhos e me arrepiei percebendo aquilo que o Bill tinha tentado dizer à pouco. E agora me arrependi da aposta com todas as minhas forças. Eu consegui sentir o aperto que o Bill tinha sentido no coração. Não resisti e abraçei a minha irmã com força, derramando algumas lágrimas. Os olhos dela estavam cada vez mais confusos com as nossas atitudes, Bill olhava com tristeza no olhar.
– Tom? O que foi? Eu nunca te senti assim tão pra baixo! Meu amor, o que está acontecendo? Está mesmo tudo bem com vocês? Estou ficando preocupada com vocês! – Disse ela pegando nas minhas mãos.
– Está tudo bem. Eu tenho medo que um dia você deixe de me amar! Tenho medo de te perder para sempre! – Disse com medo.
– Nunca, ouviu bem! Nunca me vai perder, eu gosto muito de você, mesmo muito! Estou sempre com vocês, sempre. Amo tanto vocês! – Disse me abraçando forte para me acalmar.
– Dormes com a gente como quando faziamos quando tinhamos medo e eramos pequenos? – Disse Bill.
– Claro, que sim. Vamos então. – Disse ela sorridente para nós.
Como eu fui
idiota! Apostei a minha própria irmã! Subimos para o meu quarto que era o que tinha a cama maior e ela se deitou no meio dos nós os dois, nos encostamo a ela, abraçamo – la um de cada lado. Ao fim de uns 30 a 40 minutos estavamos os três dormindo, calmamente.
POV Tom off
– O que quiser, um balada no Bar do costume por sua conta, se seu ganhar. Caso contrário, eu pago! Eu vou ganhar, vou conquistá – la e ela vai ficar aos meus pés, implorando. – Disse Ge rindo de satisfação.
– Parem, vocês os dois vão machucá - la. Tom, se ela descobre, nunca mais te fala. – Disse chamando a atenção, ele nem me deu ouvidos. Tudo bem, que eles estão sempre se provocando, mas alguém vai sair machucado dessa aposta! E esse alguém com toda a certeza vai ser a minha irmã! Eles já se gostam,
para que isso? Se ela por um acaso começar a namorar o Ge e descobrir isso, mais ainda se descobrir que eu e o Tom estamos metidos nisso até à ponta dos cabelos, ela vai nos matar!
– Está apostado. Calma Bill, ela nunca vai saber. Confia em mim. – Disse Tom confiante que a nossa irmã nunca fosse descobrir.
Eles apertaram as mãos fechando o acordo.
– Tom! Pára! – Disse cada vez mais irritado.
– Tom, o Bill tá certo. Se ela descobre, ela vai vos odiar, nunca
mais vos vai perdoar! – Disse Gus.
– Ai, você e o meu irmão são muito chatos! – Disse Tom.
Isso vai dar errado com toda a certeza!
Pov Bill off
Pov Regina On
Eu ia descendo as escadas já de shorts, com uma blusa branca e de chinelos em direção ao sofá com os meus livros e vi que eles ainda estavam na cozinha. O Bill veio se sentar muito calado do meu lado no sofá, defenitivamente o meu irmão não era assim, algo está errado. Fechei o livro e fiquei o olhando.
– Bill? Está tudo bem, mano? Você sabe que conta comigo para tudo e estou sempre aqui para você?! – Disse com carinho.
Ele deixou escapar uma lágrima, que tentou que eu não reparasse, aquilo me distruiu, me quebrava em mil pedaços.
– Bill…- eu o abraçei e ele retribuiu com força.
– Re, promete uma coisa? – Disse ele baixinho.
– Diz Bill! – Disse para ele.
– Promete que não deixa que ninguém te machuque! Promete que vai sempre me amar a mim e ao Tom, aconteça o que acontecer? – Disse ele sério.
– Está me assustando. Aconteceu alguma coisa!? – Disse séria.
– Promete! – Insistiu ele.
– Eu prometo, eu vou tentar cumprir! Responde, por favor!
– Disse preocupada.
– Não aconteceu nada, mas eu tenho medo de te perder! –Disse ele baixando a cabeça.
– Escuta, nunca mas nunca mais diz isso. Lembra sempre disto, mesmo que eu me chatei com vocês eu vou sempre vos amar com todas as minhas forças, sempre, até eu ser velhinha, até eu morrer. – Disse e fiz com que ele deita – se no meu colo e acariciei o cabelo dele. Quando ficavamos assim ele ficava calmo e bem tranquilo.
Ficamos assim até que ele adormeceu e eu também, enquanto os outros saiam agora da cozinha, e ficaram calados quando nos viram. Os G´s sairam e foram para suas casas, enquanto Tom tentou nos acordar, nós acordamos meio ensonados.
– Tom? – Disse ensonada.
POV Regina off
POV Tom on
– Sim, vai descansar. – ela olhou nos meus olhos e me arrepiei percebendo aquilo que o Bill tinha tentado dizer à pouco. E agora me arrependi da aposta com todas as minhas forças. Eu consegui sentir o aperto que o Bill tinha sentido no coração. Não resisti e abraçei a minha irmã com força, derramando algumas lágrimas. Os olhos dela estavam cada vez mais confusos com as nossas atitudes, Bill olhava com tristeza no olhar.
– Tom? O que foi? Eu nunca te senti assim tão pra baixo! Meu amor, o que está acontecendo? Está mesmo tudo bem com vocês? Estou ficando preocupada com vocês! – Disse ela pegando nas minhas mãos.
– Está tudo bem. Eu tenho medo que um dia você deixe de me amar! Tenho medo de te perder para sempre! – Disse com medo.
– Nunca, ouviu bem! Nunca me vai perder, eu gosto muito de você, mesmo muito! Estou sempre com vocês, sempre. Amo tanto vocês! – Disse me abraçando forte para me acalmar.
– Dormes com a gente como quando faziamos quando tinhamos medo e eramos pequenos? – Disse Bill.
– Claro, que sim. Vamos então. – Disse ela sorridente para nós.
Como eu fui
idiota! Apostei a minha própria irmã! Subimos para o meu quarto que era o que tinha a cama maior e ela se deitou no meio dos nós os dois, nos encostamo a ela, abraçamo – la um de cada lado. Ao fim de uns 30 a 40 minutos estavamos os três dormindo, calmamente.
POV Tom off
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Capítulo 8 - Broken Heart
No dia seguinte...
POV Gabi on
Eu me levantei e troquei de roupa para ir para a faculdade.
Roupa da Gabi: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=43073532
Eu caminhei até à sala, e encontrei os meninos.
- Onde a senhorita vai!? – o Bill perguntou rindo.
- Para a faculdade! – eu disse sorrindo.
- Tá louca, você vai ficar em casa descansando. – o Tom disse e eu ri.
- Não posso, tenho uma apresentação importante. –eu disse acenando com a mão.
- Mas...Gabriela! – o Tom disse choramingando e eu passei a mão no rosto dele carinhosamente.
Ele ficou desconcentrado com o meu toque no seu rosto e fechou os olhos
– Eu volto no fim da tarde, ok? Jantamos todos juntos. – Disse com um sorriso.
– Ok. – Disseram os dois em coro.
Me despedi deles com dois beijos nos seus rostos e fui para a faculdade de moto.
Cheguei na faculdade e a fila era enorme para os candidatos, mas também para quem queria assistir. Pensei: "Será que vou conseguir, estou tão nervosa! Eu nem sei se tenho força para isso." A fila andava bem devagar e ainda faltava imensa gente à minha frente, já estava ali à quase duas horas. Sinto algo tocar no meu ombro, e vejo quatro rostos sorrirem para mim, bem familiares. Não tôo acreditando! Eles vieram e começou logo a a se formar um sorriso enorme nos meus lábios. Claro, eles vinham todos disfarçados mas não interessa.
Será que eu vou conseguir passar na apresentação, seria o passaporte para o início da minha carreira!
– Vocês aqui? – Disse surpresa.
– Sim. Tavamos curiosos em entender um pouco de como funciona o seu mundo, já que você conhece o nosso tão bem. – Disse Georg beijando a minha testa.
– Que bom que vieram. Tou super nervosa. – Disse tímida.
– Já deu para perceber, ainda não colocou as proteções nos braços e nas pernas, tem que por. Ainda vai se machucar. – Disse Tom tirando um par de proteções da minha bolsa de desporto e umas luvas.
– Obrigada, sempre tão cuidadoso. Vou ficar mal habituada, com tantos meninos cuidando de mim. Os meninos da minha vida. – Disse brincando com eles, enquanto colocava as proteções e as luvas.
– Não vai, não! Você merece que sejamos assim para você. –Disse Gustav, fazendo um carinho nos meus cabelos.
– Ah, meus deus! Que fofos, mas isso vai demorar horas, vocês podem imaginar. Da última vez fiquei até quase às 23:00h. Hoje nem sei bem, quanto tempo vai demorar. – Disse desanimada.
– Então o que pedem para fazer, como funciona? Já lanchou? Não pode fazer uma apresentação sem comer! – Disse Bill com um tom de reprovação.
– Não posso comer agora, eles vão me pesar. Assim se decide se eu faço a apresentação ou não. Depois posso passar à fase seguinte e finalmente posso tocar e talvez mesmo, talvez se chegar à fase final cantar. – Disse com um ar cansado.
– Como é que é? Você só faz a apresentação se tiver o peso que eles querem? – Disse Georg surpreso.
– Isso mesmo. Tenho que ter no máximo dos máximos uns 50 Kg, nem uma grama a mais. – Informei .
– Mas isso é criminoso, não sabia que eram tão rígidos. – Disse Gustav surpreso.
– Vão me pesar agora, pelo menos isso. Esperem um pouco não demora nada. – Disse sorrindo
Depois de uns 10 minutos voltei para junto deles com a resposta se continuava ou não.
– Então passou? Quanto deu? – Perguntou Tom.
– Passeiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!! - Disse pulando para o colo dele, com uma perna de cada lado da cintura dele e me agarrando ao pescoço dele com força. Ele rodopiou comigo na cintura dele e colando o peito dele com o meu colocando as suas mãos nas minhas costas.
– Que bom! – Me abraçaram todos, a mim num abraço de grupo muito apertado.
– Mas quanto pesa? Não respondeu a essa pergunta? – Disse Bill curioso.
– Hummmmmm…. Quer dizer eu sei que não vão gostar, mas eu estou a pesando 46 kg. – Disse baixando o olhar.
– Tão pouco. Mas isso está muito abaixo do normal. – Disse Tom com a rosto preocupado.
– Ah, não tem problema, quanto mais leve para dançar melhor. Agora vem a melhor parte, tenho que cantar e tocar. – Disse toda feliz da vida.
– Você é que escolhe as músicas? – Disse Georg curioso.
- Não. Eu não escolho nada, mesmo. As músicas são escolhidas para mim. Estão nesta carta. Tenho 1 hora e 30 minutos para inventar a coreografia, saber a letra e tocá – la. – Disse com a carta na mão.
– Tão pouco tempo! Isso é quase um milagre! –Disse Bill arqueando a sobrançelha.
– Ah, amor! Não é não, já tive que fazer milagres maiores, não se preocupa. – Disse sorridente dando um beijo no rosto dele.
– Então abre a carta! –Disse Gustav ansioso.
– OK. – Disse nervosa.
Abri a carta e li o seguinte: Fase 2 – Cantar e dançar – Déjà vu - Beyoncé (Fiquei, com cara de como é que é!) – Fase 3: Tocar e cantar: Monsoon – Tokio Hotel - Guitarra (Como!? As músicas são dos mesmos estilos e tudo.)
– É assim tão ruim? – Disse Tom curioso, já que eu não conseguia responder, só olhava para eles.
– Bem, quer dizer não é ruim. Mas é estranho! – Disse assustada com o que tinha lido.
– Estranho! Não estamos a entendendo nada! –Disse Bill cada vez mais confuso.
– Na primeira fase vou ter que coreografar e cantar uma música que nem tem nada em comum comigo e na outra é muito estranho cantar e tocar aquilo. – Disse engolindo em seco.
– Como assim? – Disse Gustav que cada vez entendia menos.
– Ok. A primeira música é Déjà vu e a segunda é…é…Monsoon a vossa música. Vou tocar a guitarra. Ai deus, isto é castigo! – Disse num tom desesperado.
Eles riam às gargalhadas, quase rebolavam de rir, e eu com a expressão de que vou morrer.
– Oh, por favor, não riam. Isto não tem graça nenhuma. – disse fazendo bico.
– Mas tem mesmo. Eu quero ver essa apresentação, vai ser o melhor de sempre. – Disse Tom rindo da minha cara.
POV Gabi off
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Capítulo 7 - Express your love
POV Regina on
Sai de casa em direção ao tribunal e entrei firme pela sala de julgamento onde a advogada já lá estava.
Roupa da Regina: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=43142544
– Oi, Diana! – Disse.
– Oi, Re! Tudo bem? Olha tenho uma boa noticia para você! – Disse ela sorridente.
– Que bom, conta! – Disse com medo.
– A autorização foi concedida você vai defender o caso de hoje, é a sua primeira chance. – Disse a Diana entusiasmada.
– Sério? Meu deus, será que eu vou conseguir? – Disse.
– Vai conseguir, sim! Tenho certeza! Força! – Disse Diana sempre com um sorriso simpático.
E agora a oportunidade que sempre quis, estava aqui, e agora, tinha que fazer o meu melhor. O julgamento começou todos nos levantamos e fez – se o processo tradicional. Comecei a argumentar a favor do meu cliente, alegando que ele só queria um divorcio amigável e que dividiria os seus bens com a ex – mulher, mas não iria dar nenhuma pensão que era reclamada pela mulher, pois não terem filhos menores, mas queria que o deixassem ver pelo menos os filhos. Eu deixei bem claro os argumentos da defesa, mas de repente vejo uma cena incrível, o casal que queria a separação estava se beijando ardentemente, quase que se despiam ali, em frente do juiz. Pelo vistos, não iria haver divorcio nenhum, mas sim uma reconciliação, os dois choravam de emoção. Afinal se amavam e agora que se iam perder, voltaram atrás, apesar da minha defesa que não ficar concluída, eu fiquei feliz pela reconciliação. O julgamento foi anulado e saímos do tribunal e a advogada me parabenizou pelo meu trabalho, disse que eu estive a altura do desafio. Resolvi voltar para casa, abri a porta da minha casa, tirei os sapatos de salto, e me sentei no sofá confortável, com os joelhos contra o peito, escutando música, tinha sido um dia importante para mim e eu nunca o iria esquecer, nunca. A porta se abriu e os meus irmãos entraram com o Gus e o Ge, em casa, e eu estava ainda pensando todos os acontecimentos do dia, nem os ouvi abrir a porta, muito menos me chamando.
– Re? Re? Alo volta da lua! – Dizia Tom ao pé de mim passando a mão na frente dos olhos.
– Ãh? – Disse
– Estava longe? – Disse Bill.
– Sim, desculpem. Oi! Ge, Gus por aqui? – Disse reparando na presença deles e sorrindo.
– Oi Re! – Disseram os dois.
Que evolução, nem vem logo me chateando, que milagre!
– Vêem jantar com a gente. O julgamento? – Disse Bill olhando no canto do olho para o Tom. Como se partilhassem os seus pensamentos um com o outro.
– Mais ou menos. – Disse me levantando e indo para a cozinha.
– Conta mana. – Disse Tom me abraçou por de trás.
– Ok, se lembram que eu disse que era um divórcio? – Disse olhando para eles.
– Sim , e… - Disseram os dois.
– É que não foi isso que aconteceu, foi mais uma reconcialição! – Disse.
– Como assim? Explica melhor. – Disse Bill cada vez mais curioso assim como os outros.
– Primeiro de tudo, foi concedida a autorização para eu fazer a argumentação desse caso em tribunal e eu comecei a faze – lo explicando tudo o que a defesa queria. A meio da minha argumentação eu me viro e
vejo o suposto casal que se queria separar se beijando que nem uns loucos e quase se despindo em frente do juiz em cima da mesa do advogado de acusação.
Eles até choravam, afinal acabou por ser anulado o julgamento, e mais dez minutos naquele tribunal e aqueles dois iam fazer um filme porno, a coisa estava aquecendo. Pelo menos a advogada que me acompanhou disse que eu estive a altura. Ainda bem que eles se reconciliaram eu até fiquei feliz por eles. – Disse explicando, e depois sorrindo no fim.
Os 4 riam do que tinha acabado de contar.
– Eu queria ter visto. Já viu Tom um filme erótico no meio do tribunal! Re quando isso acontecer me chama para ver também! Eu ia gostar, já acho que o teu namorado, não iria achar muita graça né? Se é que aquilo é um homem de verdade, aposto que nem beijar bem, ele sabe. – Disse Ge me provocando.
– Já me estava admirando de não sair bobagem dessa boca. Olha o meu namorado é muito homem sim, tem uma pegada forte e beija que é uma loucura. Você é que não é nada exigente, desde que vista saia e mexa, tá ótimo. Que nojo! – Disse com cara de deboche.
– Você diz isso porque tem ciúme! Também queria provar o Ge! – Disse ele convencido.
– O que? Tá zoando com a minha cara né? – Disse rindo incontrolávelmente, como se me tivessem contado a melhor piada do mundo, nem conseguia parar de rir.
– Não estou nada. Aposto que você adoraria que eu fizesse o mesmo com você. – Disse.
– Me poupa! Bah! Quer que morra de rir, né? Com essas cantadas bregas, que você diz, que horror! Que falta de originalidade, meu deus, não sabe inventar nada! Esquece só se eu estivesse doida que caia numa cantada dessas! Para além disso deve mesmo te achar irresistivel. Aprende comigo, 1ª Regra: Para ter uma pessoa como eu,você tem que comer muito arroz com feijão, e além disso eu sou muita areia para o seu camião. Um garotinho como você nunca iria dar conta do recado, porque tem que ser homem e não um garoto que se acha o galã. - Disse ainda rindo às gargalhadas.
– Nosa, Ge, ela nem deu hipótese! –Disse Tom a rindo na cara dele.
– Não deu, mas vai dar! Você vai ver! Ela vai largar aquele Rafael e vai querer ficar comigo, por bem ou por mal. – Disse ele determinado.
– Deixem de ser idiotas! – Disse Bill não gostando do tema da conversa.
– Vou tirar essa roupa! – Disse pousando o copo que tinha na mão. Que
determinação é aquela para ficar comigo? Ele perdeu a noção do perigo?
Enlouqueceu de vez!
- Quer ajuda? – Disse o Ge me olhando dos pés à cabeça.
– Nossa, Ge que fogo é esse garoto? – eu perguntei rindo.
– Não quer apagar esse fogo, não Re? – ele perguntou e se aproximou de mim, me prensando contra a bancada da cozinha. Os meus irmãos e o Gus olhavam surpresos, pensando com certeza que eu estava cedendo a ele. Erro deles e de todos estarem pensando nisso! Se preparem que a diversão vai começar!
– Vem mais perto, para eu apagar esse fogo então! – eu disse bem melosa.
– Eu sabia, que você estava louca por mim! – ele disse sorrindo vitorioso.
Eu peguei com uma das mãos um copo atrás de mim que tinha água e pedras de gelo, e derramei tudo em cima dele.
– Pronto, já apaguei o seu fogo! Fogo não, era mais um foguinho! – eu disse rindo às gargalhadas.
– Eu não tôo acreditando! – Disse o Tom pondo a mão na frente da boca e todos estavam rindo muito do que eu tinha feito.
O Ge estava louco comigo e eu ria às gargalhadas na cara dele.
Virei as costas e o deixei plantado na cozinha na companhia dos meus irmãos e do Gus.
POV Regina Off
POV Bill On
– Ge, esquece, você nunca a vai ter! – Disse sério.
Isso vai dar confusão com
certeza!
– Pode apostar, que vou! – Disse Ge cada vez mais decidido.
– Quanto aposta que a minha irmã nunca vai cair na sua? – Disse Tom em tom de desafio.
O Tom enlouqueceu? Vai ficar apostando a nossa irmã? Ela vai matá – lo quando souber!
POV Bill off
Sai de casa em direção ao tribunal e entrei firme pela sala de julgamento onde a advogada já lá estava.
Roupa da Regina: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=43142544
– Oi, Diana! – Disse.
– Oi, Re! Tudo bem? Olha tenho uma boa noticia para você! – Disse ela sorridente.
– Que bom, conta! – Disse com medo.
– A autorização foi concedida você vai defender o caso de hoje, é a sua primeira chance. – Disse a Diana entusiasmada.
– Sério? Meu deus, será que eu vou conseguir? – Disse.
– Vai conseguir, sim! Tenho certeza! Força! – Disse Diana sempre com um sorriso simpático.
E agora a oportunidade que sempre quis, estava aqui, e agora, tinha que fazer o meu melhor. O julgamento começou todos nos levantamos e fez – se o processo tradicional. Comecei a argumentar a favor do meu cliente, alegando que ele só queria um divorcio amigável e que dividiria os seus bens com a ex – mulher, mas não iria dar nenhuma pensão que era reclamada pela mulher, pois não terem filhos menores, mas queria que o deixassem ver pelo menos os filhos. Eu deixei bem claro os argumentos da defesa, mas de repente vejo uma cena incrível, o casal que queria a separação estava se beijando ardentemente, quase que se despiam ali, em frente do juiz. Pelo vistos, não iria haver divorcio nenhum, mas sim uma reconciliação, os dois choravam de emoção. Afinal se amavam e agora que se iam perder, voltaram atrás, apesar da minha defesa que não ficar concluída, eu fiquei feliz pela reconciliação. O julgamento foi anulado e saímos do tribunal e a advogada me parabenizou pelo meu trabalho, disse que eu estive a altura do desafio. Resolvi voltar para casa, abri a porta da minha casa, tirei os sapatos de salto, e me sentei no sofá confortável, com os joelhos contra o peito, escutando música, tinha sido um dia importante para mim e eu nunca o iria esquecer, nunca. A porta se abriu e os meus irmãos entraram com o Gus e o Ge, em casa, e eu estava ainda pensando todos os acontecimentos do dia, nem os ouvi abrir a porta, muito menos me chamando.
– Re? Re? Alo volta da lua! – Dizia Tom ao pé de mim passando a mão na frente dos olhos.
– Ãh? – Disse
– Estava longe? – Disse Bill.
– Sim, desculpem. Oi! Ge, Gus por aqui? – Disse reparando na presença deles e sorrindo.
– Oi Re! – Disseram os dois.
Que evolução, nem vem logo me chateando, que milagre!
– Vêem jantar com a gente. O julgamento? – Disse Bill olhando no canto do olho para o Tom. Como se partilhassem os seus pensamentos um com o outro.
– Mais ou menos. – Disse me levantando e indo para a cozinha.
– Conta mana. – Disse Tom me abraçou por de trás.
– Ok, se lembram que eu disse que era um divórcio? – Disse olhando para eles.
– Sim , e… - Disseram os dois.
– É que não foi isso que aconteceu, foi mais uma reconcialição! – Disse.
– Como assim? Explica melhor. – Disse Bill cada vez mais curioso assim como os outros.
– Primeiro de tudo, foi concedida a autorização para eu fazer a argumentação desse caso em tribunal e eu comecei a faze – lo explicando tudo o que a defesa queria. A meio da minha argumentação eu me viro e
vejo o suposto casal que se queria separar se beijando que nem uns loucos e quase se despindo em frente do juiz em cima da mesa do advogado de acusação.
Eles até choravam, afinal acabou por ser anulado o julgamento, e mais dez minutos naquele tribunal e aqueles dois iam fazer um filme porno, a coisa estava aquecendo. Pelo menos a advogada que me acompanhou disse que eu estive a altura. Ainda bem que eles se reconciliaram eu até fiquei feliz por eles. – Disse explicando, e depois sorrindo no fim.
Os 4 riam do que tinha acabado de contar.
– Eu queria ter visto. Já viu Tom um filme erótico no meio do tribunal! Re quando isso acontecer me chama para ver também! Eu ia gostar, já acho que o teu namorado, não iria achar muita graça né? Se é que aquilo é um homem de verdade, aposto que nem beijar bem, ele sabe. – Disse Ge me provocando.
– Já me estava admirando de não sair bobagem dessa boca. Olha o meu namorado é muito homem sim, tem uma pegada forte e beija que é uma loucura. Você é que não é nada exigente, desde que vista saia e mexa, tá ótimo. Que nojo! – Disse com cara de deboche.
– Você diz isso porque tem ciúme! Também queria provar o Ge! – Disse ele convencido.
– O que? Tá zoando com a minha cara né? – Disse rindo incontrolávelmente, como se me tivessem contado a melhor piada do mundo, nem conseguia parar de rir.
– Não estou nada. Aposto que você adoraria que eu fizesse o mesmo com você. – Disse.
– Me poupa! Bah! Quer que morra de rir, né? Com essas cantadas bregas, que você diz, que horror! Que falta de originalidade, meu deus, não sabe inventar nada! Esquece só se eu estivesse doida que caia numa cantada dessas! Para além disso deve mesmo te achar irresistivel. Aprende comigo, 1ª Regra: Para ter uma pessoa como eu,você tem que comer muito arroz com feijão, e além disso eu sou muita areia para o seu camião. Um garotinho como você nunca iria dar conta do recado, porque tem que ser homem e não um garoto que se acha o galã. - Disse ainda rindo às gargalhadas.
– Nosa, Ge, ela nem deu hipótese! –Disse Tom a rindo na cara dele.
– Não deu, mas vai dar! Você vai ver! Ela vai largar aquele Rafael e vai querer ficar comigo, por bem ou por mal. – Disse ele determinado.
– Deixem de ser idiotas! – Disse Bill não gostando do tema da conversa.
– Vou tirar essa roupa! – Disse pousando o copo que tinha na mão. Que
determinação é aquela para ficar comigo? Ele perdeu a noção do perigo?
Enlouqueceu de vez!
- Quer ajuda? – Disse o Ge me olhando dos pés à cabeça.
– Nossa, Ge que fogo é esse garoto? – eu perguntei rindo.
– Não quer apagar esse fogo, não Re? – ele perguntou e se aproximou de mim, me prensando contra a bancada da cozinha. Os meus irmãos e o Gus olhavam surpresos, pensando com certeza que eu estava cedendo a ele. Erro deles e de todos estarem pensando nisso! Se preparem que a diversão vai começar!
– Vem mais perto, para eu apagar esse fogo então! – eu disse bem melosa.
– Eu sabia, que você estava louca por mim! – ele disse sorrindo vitorioso.
Eu peguei com uma das mãos um copo atrás de mim que tinha água e pedras de gelo, e derramei tudo em cima dele.
– Pronto, já apaguei o seu fogo! Fogo não, era mais um foguinho! – eu disse rindo às gargalhadas.
– Eu não tôo acreditando! – Disse o Tom pondo a mão na frente da boca e todos estavam rindo muito do que eu tinha feito.
O Ge estava louco comigo e eu ria às gargalhadas na cara dele.
Virei as costas e o deixei plantado na cozinha na companhia dos meus irmãos e do Gus.
POV Regina Off
POV Bill On
– Ge, esquece, você nunca a vai ter! – Disse sério.
Isso vai dar confusão com
certeza!
– Pode apostar, que vou! – Disse Ge cada vez mais decidido.
– Quanto aposta que a minha irmã nunca vai cair na sua? – Disse Tom em tom de desafio.
O Tom enlouqueceu? Vai ficar apostando a nossa irmã? Ela vai matá – lo quando souber!
POV Bill off
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Capítulo 7 - Broken Heart
POV Tom on
- Gabi, você tá passando bem!? – eu perguntei preocupado.
Ela estava pálida, muito pálida. Ela estava me assustando! Ela me
olhou, com aquele olhar de culpa de me contar alguma coisa.
- Não é nada, não fica preocupado. – ela disse tentando sorrir,
mas não estava funcionando.
Eu a conheço tão bem, os olhares, os sorrisos, quando tá feliz,
quando fica toda tristinha. É quase impossível, ela me esconder alguma coisa.
- Gabi, é impossível você não estar sentindo nada. Você está tão
pálida, minha linda. – eu disse.
Eu não sei como ela fazia, mas com ela, eu conseguia ser
carinhoso. Conseguia ser um homem melhor, nunca ninguém conseguiu me mudar
desse jeito.
- Tôo bem, não precisa
fazer essa cara de preocupado, foi só uma tontura. – ela disse e senti ela
acariciar a minha mão.
- É impossível, não nos preocuparmos. Gabi, você tá tão pálida que
até chega a assustar. – o Bill disse preocupado.
Ele já tinha percebi onde eu estva querendo chegar.
- Tá tudo bem. Eu tôo bem, vou só ao banheiro passar um pouco de
água no rosto e volto já. – ela disse sorrindo.
Eu fui para a cozinha e comecei a comer. Ela não saia da minha
cabeça e eu estava ficando cada vez mais preocupado.
POV Tom off
POV Gabi on
Eu não estava bem e o pior eles estavam certos. Eu sentia a minha
cabeça doer demais e ficar tonta vendo
tudo desaparecer como se a minha visão ficasse borrada. Eu peguei no remédio
para emagrecer que estava escondido nas minhas coisas e tomei. Esse maldito
remédio tem que me ajudar!
Eu respirei fundo e passei água gelada no rosto, eu estava me
sentindo melhor. Eu caminhei até à cozinha e eles me olharam.
- Mocinha, é para sentar e comer direitinho. Você está precisando!
– o Bill disse sorrindo e colocando a minha comida na mesa.
Eu fiquei brincando com a comida, mas eles ficavam me vigiando o
tempo todo. Eu me levantei e tudo começou a girar de novo.
- Gabi!? Gabi, linda!? Tá tudo bem!? Você tá passando bem!? – eu
escutei a voz do Bill bem longe.
- Eu...não...sei....- eu sussurrei e senti as minhas pernas
tremerem sem parar e acabei sentindo o meu corpo gelar.
O meu coração parecia querer deixar de bater, eu vi o chão se
aproximar e acabei apagando.
POV Gabi off
POV Tom on
Eu vi o meu irmão chamar a Gabi sem parar e ela não respondeu. Ela
ficou com o olhar vidrado, parecia paralisada. O corpo ela cedeu e acabou
caindo no chão desmaiada. O meu corpo gelou na hora, eu pulei da cadeira e
corri para perto dela.
- Gabriela!? – eu a chamei
desesperado. – Gabriela!? Gabriela, acorda! – eu a chamava sem parar.
- Tom, calma! Calma, ela vai acordar. – o meu irmão disse tentando
me acalmar.
- Não, você não vê como ela está. Ela não está bem! A CULPA É
MINHA! – eu gritei nervoso.
Eu vi algo deslizar do bolso do casaco dela.
- O que é isso!? – o meu irmão pegou.
- Não tôo acreditando! Remédio para emagrecer! Me passa esse pano,
mas molhado. – eu disse e passei com delicadeza na testa dela. Os meus olhos
não conseguia disfarçar como estava preocupado. Eu só queria ver os seus olhos
se abrindo.
Eu coloquei a cabeça dela no meu colo e de repente vi os seus
olhos voltarem a se abrirem lentamente.
- Gabi! – eu sussurrei e ela me olhou.
- O que aconteceu!? – ela disse confusa e eu a impedi de se
levantar.
- Não, mocinha! Fica quieta, eu vou cuidar de você. – eu disse a
levantando nos meus braços. – Nós vamos conversar com calma, como não fazemos
faz muito tempo. – eu disse e ela escondeu o rosto no meu pescoço.
Eu a levei para o quarto e a deitei na cama, ela me olhou
envergonhada. Eu comecei a tirar os sapatos dela e a deixei bem confortável. Eu
me deitei do lado dela.
- Nunca precisámos de ficar envergonhados um com o outro. O que
está acontecendo Gabi!? O que você tem!? Me assustou tanto, fiquei com tanto
medo. – eu disse, olhando em frente para a parede.
- Tom...eu não comi direito foi isso. – ela sussurrou.
- Não tôo acreditando e você sabe disso. Isso foi sério Gabi. Você
desmaiou e ficou muito tempo sem acordar. Eu tava quase chamando ajuda para te
levar para o hospital. – eu disse e senti ela apertar a minha mão com força.
- Tom, porque está assim comigo!? – ela perguntou com a voz chorosa.
- Porque tive medo, muito medo de te perder. Não gostei e não
quero sentir isso de novo, não. Eu gosto de você, você é tão importante para
mim. – eu disse e ela se encolheu no meu braço.
- Desculpa. – ela sussurrou e eu a apertei forte nos meus braços.
- Ai, não fica assim. Eu odeio quando você fica assim, sabia! – eu
disse e beijei o topo da cabeça dela. – Você tá tão fechada comigo, meu anjo. –
eu disse.
Só com ela, eu sabia ser carinhoso desse jeito.
- Tom, tôo cansada. – ela sussurrou.
- Eu sei, descansa. Fecha os olhos, meu amor. – eu sussurrei e em
poucos minutos ela adormeceu profundamente.
Eu acariciei os cabelos dela lentamente. Eu escutei baterem na
porta e vi o meu irmão entrar e sorrir.
- Como ela está!? – ele
perguntou e eu sorri.
- Bem, ela tava cansada. Tá tão quietinha. – eu disse sorrindo.
- E você!? Sei que está preocupado e nunca vi você reagir desse
jeito. Ficar tão desesperado como eu vi à pouco. Quando você vai admitir o que
está acontecendo!? – o Bill disse.
- Não sei, do que você está falando, Bill! – eu disse fechando a
cara. – Somos amigos e sempre fomos.
- Tudo bem, pensa com calma. Você precisa pensar, mas já sabe que
negar não vai ajudar nada. – ele disse sério.
POV Tom off
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Capítulo 6 - Express your Love
Notas da autora: Oi, gente! Hoje resolvi fazer uma surpresa e postar outro capítulo. Espero que gostem!!! Deixem reviews, *-*. Bjs
POV Regina on
– Qual a graça disso? – Disse o Bill sério.
Eu comecei a conseguir me controlar um pouco, coitados eles não mereciam ser enganados.
– Bem, eu vou contar a verdade, pois o que vocês pensam que existe na verdade não existe. – eu disse rindo.
– Como assim? Nós não estamos entendendo nada. – Disse o Tom.
Eu contei toda a verdade para eles e eles ficaram surpresos.
– Que é isso, Re! Coitado do Ge! – Disse Bill rindo.
– Coitado nada! É para ele aprender a deixar de me encher o saco. Não tenho paciência para gente retardada. – eu disse séria.
– Que má! É perigosa. – disse Tom rindo.
– Pelo menos o Rafa beija bem e tem uma pegada maravilhosa. – eu ri.
– Que safada. – disseram os dois rindo.
– Safada, não! Mas o que é bom é para ser dito. – eu continuava rindo.
– Meu deus, nós quase tivemos um ataque quando vimos o beijo. O Ge espumou de raiva. – Disse o Tom rindo.
– Eu sei, o Rafa me disse. E ainda me disse que pensou que o Ge fosse soca - lo ou pular no pescoço dele. – eu disse rindo e eles riram também.
– É o Rafa tá certo! Nós também pensamos isso. – disseram os dois.
– Vamos dormir, eu estou cansada, com sede, e uma fome. – eu disse.
– Fome? Mas ainda comeu antes de sair daqui. – disse Tom.
– É mas tou com muita fome. – eu me levantei e fui à cozinha fazer um lanche e beber água.
Eu comi, bebi água e fui me deitar, adormeci rapidamente, eu estava bem cansada.
POV Regina off
Pov Bill on
– Tom, o que você acha dessa situação entre a Re e o Ge? Mas fora de brincadeira. – eu disse sério.
– Ah, Bill! Honestamente, eu acho que aqueles dois se gostam de verdade. Só quero ver que mais dia ou menos dia eles saem se agarrando por ai, você vai ver. Eles falam que se odeiam e não se suportam, mas querem mais é dizer eu te amo. Sério, o Ge então tá perdidão! Nem consegue pegar mais ninguém. – disse meu irmão rindo.
– Brincadeira! Não posso, e esse namoro de mentira que coisa maluca. Mas
sinceramente a Re é muito cabeça dura, ela vai continuar com esse plano, só para enlouquece – lo. – eu disse sério.
– É mesmo, mas pode ser que eles se entendam. – disse Tom.
– Quando eles começaram a entender aquilo que sentem pelo o outro. – eu sorri.
Pov Bill off
Pov Regina on
No dia seguinte eu sai de casa e fui de carro até à faculdade para as aulas. Até que um professor que era um dos melhores advogados do país e que tinha um escritório me convidou a fazer assistência num caso de divórcio,
para acompanhar de perto uma situação real. Melhor ainda, se fosse possível iria pedir para eu fazer os argumentos da defesa do cliente dele. Eu aceitei na hora, com medo mas aceitei, ele disse que tinha certeza que iria realizar um excelente trabalho, fiquei super feliz. O dia já estava no fim ,
quando voltei de carro novamente para casa, fiquei presa horas no trânsito, meu deus que chato, eu tenho fome.
Ao fim desse tempo cheguei a casa, e me joguei em cima do sofá. Humm ,finalmente casa!
– Oi, desaparecida! – Disse Tom se sentando sobre as minhas costas.
– Oi! – Disse sorrindo com cara de boba.
– Que cara é essa? – Pergunta Bill.
– Qual cara? – Disse sem entender.
Tom se levanta de cima de mim e me olhou com o mesmo olhar de inspeção do Bill.
– Essa mesmo, cara de quem está muito feliz! Aconteceu alguma coisa que nós devemos saber? Conheceu alguém que nós devemos conhecer também? – Disse Bill que erguia a sobrancelha.
– Não aconteceu nada de especial! – Disse sem convicção, continuava a sorrindo.
– Sim, sim! Conta, o que aconteceu! Não acredito, você e o Ge se entenderam? – Disse Tom curioso.
– Ok! Aqui vai! Como? Só se eu tivesse louca é que iria me entender com um homem das cavernas como ele! - Disse acabando por contar a proposta que o professora me tinha feito.
– Uau, isso é muito bom para você, parabéns! Homem das cavernas!? – Disse Bill me abraçando e de seguida recebi um do Tom que começaram a rir do meu comentário.
– Divorcio, ah? Ajudar a separar casais? – Disse Tom me encarando com um sorriso.
– É parece que sim! – Disse ainda não acreditando naquilo que estava
acontecendo.
Os dias foram passando e eu andava super nervosa a preparando os argumentos dando ajuda à advogada da defesa, que era muito simpática comigo, explicava tudo. O dia do julgamento chegou e estava muito estressada, nem conseguia fechar a minha saia.
– Bill, Bill! Urgência fashion? – Gritei.
Ele apareceu no quarto.
– O que foi? O que aconteceu? – Apareceu confuso sem entender o que aconteceu.
– Me aperta a saia, não consigo, e não consigo fazer a maquiagem, estou borrando tudo! Que chato! Me ajuda? – Disse com cara de anjinho.
– Claro! – Ele riu do meu nervosismo. Conseguiu me ajudar e eu já estava
pronta.
– Obrigada, mano! - Disse o abraçando com muita força e encostando a cabeça.
– De nada, você vai ser maravilhosa, eu tenho certeza! – Disse ele me abraçando ao mesmo tempo.
– Obrigada, por existirem na minha vida! – disse beijando o rosto dele.
– Assim eu vou chorar! – Disse ele emocionado.
– Não chora, meu amor! Vocês são os meus amores! – Disse passando a mão no rosto dele como se fosse de porcelana.
– Agora somos e depois quando você encontrar alguém você vai esquecer de nós! – Disse ele baixando o olhar.
– Não, nunca! Eu pertenço a vocês para sempre, aconteça o que acontecer! Isso posso garantir! – Disse dando um beijo na mão dele.
– Você é muito doce! – Disse ele.
– Mano, tenho que ir agora! Assim que acabar venho para casa, ok! – Disse me despedindo dele e descendo as escadas em direção à porta.
– Ok, boa sorte Re! – Disse ele.
– Obrigada!
POV Regina off
POV Regina on
– Qual a graça disso? – Disse o Bill sério.
Eu comecei a conseguir me controlar um pouco, coitados eles não mereciam ser enganados.
– Bem, eu vou contar a verdade, pois o que vocês pensam que existe na verdade não existe. – eu disse rindo.
– Como assim? Nós não estamos entendendo nada. – Disse o Tom.
Eu contei toda a verdade para eles e eles ficaram surpresos.
– Que é isso, Re! Coitado do Ge! – Disse Bill rindo.
– Coitado nada! É para ele aprender a deixar de me encher o saco. Não tenho paciência para gente retardada. – eu disse séria.
– Que má! É perigosa. – disse Tom rindo.
– Pelo menos o Rafa beija bem e tem uma pegada maravilhosa. – eu ri.
– Que safada. – disseram os dois rindo.
– Safada, não! Mas o que é bom é para ser dito. – eu continuava rindo.
– Meu deus, nós quase tivemos um ataque quando vimos o beijo. O Ge espumou de raiva. – Disse o Tom rindo.
– Eu sei, o Rafa me disse. E ainda me disse que pensou que o Ge fosse soca - lo ou pular no pescoço dele. – eu disse rindo e eles riram também.
– É o Rafa tá certo! Nós também pensamos isso. – disseram os dois.
– Vamos dormir, eu estou cansada, com sede, e uma fome. – eu disse.
– Fome? Mas ainda comeu antes de sair daqui. – disse Tom.
– É mas tou com muita fome. – eu me levantei e fui à cozinha fazer um lanche e beber água.
Eu comi, bebi água e fui me deitar, adormeci rapidamente, eu estava bem cansada.
POV Regina off
Pov Bill on
– Tom, o que você acha dessa situação entre a Re e o Ge? Mas fora de brincadeira. – eu disse sério.
– Ah, Bill! Honestamente, eu acho que aqueles dois se gostam de verdade. Só quero ver que mais dia ou menos dia eles saem se agarrando por ai, você vai ver. Eles falam que se odeiam e não se suportam, mas querem mais é dizer eu te amo. Sério, o Ge então tá perdidão! Nem consegue pegar mais ninguém. – disse meu irmão rindo.
– Brincadeira! Não posso, e esse namoro de mentira que coisa maluca. Mas
sinceramente a Re é muito cabeça dura, ela vai continuar com esse plano, só para enlouquece – lo. – eu disse sério.
– É mesmo, mas pode ser que eles se entendam. – disse Tom.
– Quando eles começaram a entender aquilo que sentem pelo o outro. – eu sorri.
Pov Bill off
Pov Regina on
No dia seguinte eu sai de casa e fui de carro até à faculdade para as aulas. Até que um professor que era um dos melhores advogados do país e que tinha um escritório me convidou a fazer assistência num caso de divórcio,
para acompanhar de perto uma situação real. Melhor ainda, se fosse possível iria pedir para eu fazer os argumentos da defesa do cliente dele. Eu aceitei na hora, com medo mas aceitei, ele disse que tinha certeza que iria realizar um excelente trabalho, fiquei super feliz. O dia já estava no fim ,
quando voltei de carro novamente para casa, fiquei presa horas no trânsito, meu deus que chato, eu tenho fome.
Ao fim desse tempo cheguei a casa, e me joguei em cima do sofá. Humm ,finalmente casa!
– Oi, desaparecida! – Disse Tom se sentando sobre as minhas costas.
– Oi! – Disse sorrindo com cara de boba.
– Que cara é essa? – Pergunta Bill.
– Qual cara? – Disse sem entender.
Tom se levanta de cima de mim e me olhou com o mesmo olhar de inspeção do Bill.
– Essa mesmo, cara de quem está muito feliz! Aconteceu alguma coisa que nós devemos saber? Conheceu alguém que nós devemos conhecer também? – Disse Bill que erguia a sobrancelha.
– Não aconteceu nada de especial! – Disse sem convicção, continuava a sorrindo.
– Sim, sim! Conta, o que aconteceu! Não acredito, você e o Ge se entenderam? – Disse Tom curioso.
– Ok! Aqui vai! Como? Só se eu tivesse louca é que iria me entender com um homem das cavernas como ele! - Disse acabando por contar a proposta que o professora me tinha feito.
– Uau, isso é muito bom para você, parabéns! Homem das cavernas!? – Disse Bill me abraçando e de seguida recebi um do Tom que começaram a rir do meu comentário.
– Divorcio, ah? Ajudar a separar casais? – Disse Tom me encarando com um sorriso.
– É parece que sim! – Disse ainda não acreditando naquilo que estava
acontecendo.
Os dias foram passando e eu andava super nervosa a preparando os argumentos dando ajuda à advogada da defesa, que era muito simpática comigo, explicava tudo. O dia do julgamento chegou e estava muito estressada, nem conseguia fechar a minha saia.
– Bill, Bill! Urgência fashion? – Gritei.
Ele apareceu no quarto.
– O que foi? O que aconteceu? – Apareceu confuso sem entender o que aconteceu.
– Me aperta a saia, não consigo, e não consigo fazer a maquiagem, estou borrando tudo! Que chato! Me ajuda? – Disse com cara de anjinho.
– Claro! – Ele riu do meu nervosismo. Conseguiu me ajudar e eu já estava
pronta.
– Obrigada, mano! - Disse o abraçando com muita força e encostando a cabeça.
– De nada, você vai ser maravilhosa, eu tenho certeza! – Disse ele me abraçando ao mesmo tempo.
– Obrigada, por existirem na minha vida! – disse beijando o rosto dele.
– Assim eu vou chorar! – Disse ele emocionado.
– Não chora, meu amor! Vocês são os meus amores! – Disse passando a mão no rosto dele como se fosse de porcelana.
– Agora somos e depois quando você encontrar alguém você vai esquecer de nós! – Disse ele baixando o olhar.
– Não, nunca! Eu pertenço a vocês para sempre, aconteça o que acontecer! Isso posso garantir! – Disse dando um beijo na mão dele.
– Você é muito doce! – Disse ele.
– Mano, tenho que ir agora! Assim que acabar venho para casa, ok! – Disse me despedindo dele e descendo as escadas em direção à porta.
– Ok, boa sorte Re! – Disse ele.
– Obrigada!
POV Regina off
Capítulo 6 - Broken Heart
Dois dias depois...
POV Gabi on
Eu ia sair de casa quando os garotos me interromperam.
- Bom dia, Gabi! Como você está se sentindo!? – o Tom perguntou,
sorrindo triste para mim.
- Bem, eu acho. – eu disse, sem o olhar.
- Onde você vai!? – o Bill perguntou.
- Eu vou me despedir do meu irmão, vou ve – lo a última vez. – eu
disse, colocando os óculos de sol.
- Meu anjo, não fica assim, com essa carinha. Eu sei que é muito
injusto, que está doendo demais. Mas essa carinha me corta o coração. – o
Gustav disse e me abraçou.
Eu retribui, o apertando no meu abraço e escondendo o meu rosto.
- Que bom, que eu tenho vocês. Que vocês estão aqui, tão perto. –
eu disse me segurando para as lágrimas não saírem.
- Me deixa ir, com você! – o Tom disse sério se aproximando e
apertando a minha mão.
Ele sabia o que eu ia responder. Os olhos dele ficavam pedindo
para eu deixar ele ir comigo. Eu baixei o olhar, sem conseguir olhar nos seus
olhos.
- Não quero te ver desse jeito, sozinha, num momento como esse. –
ele disse apertando mais a minha mão.
- Não se preocupa, eu estou bem. Eu prefiro ir sozinha. – eu disse
sorrindo triste.
- Mas você vai voltar, não vai!? – o Bill disse me olhando
preocupado.
- Claro que sim, Bill! Porque essa pergunta!? – eu disse, ele
parecia adivinhar a minha vontade de sair correndo e nunca mais voltar.
- Não sei, fiquei com uma sensação ruim no peito. – ele disse, me
olhando preocupado.
- Tá tudo bem, Bill. Não fica preocupado, o pior já passou. – eu
disse o abraçando com carinho.
Eu saí de casa e senti uma sensação de desesperante de ver o meu
irmão de olhos fechados e morto. Ele assim sem vida, eu senti uma dor forte no
meu peito. Eu tentei ser forte, mas era impossível. As lágrimas invadiam os
olhos sem parar, mas eu tentava limpar o mais rápido possível.
Duas horas depois...voltei para casa de moto...
Eu entrei em casa, completamente imunda, eu estava suja de terra e
toda molhada. Eles ficaram me olhando, sem saber o que dizer.
- Gabi, como foi!? – o Gust me perguntou.
- Nem sei, triste é o melhor que eu posso dizer. Eu vou para o meu
quarto, tôo tão cansada. Eu lamento, mas não consigo jantar. – eu disse
tentando sorrir.
- Gabi, come um pouquinho. Só um pouquinho. – o Tom insistiu.
- Obrigada, lindo. Mas eu não consigo, parece que tenho um nó na
garganta. – eu disse saindo para o meu quarto.
POV Gabi off
POV Tom on
Uma semana depois…
- Eu não tôo aguentando mais isso. Ela não vai ficar todos os dias
dentro do quatro! – eu disse nervoso.
- Temos que ajudá – la! Ela tá precisando de nós, do nosso
carinho. Ela não come nada, não vai à faculdade, não fala nada. Fica o dia todo
dentro do quarto. Eu tôo muito preocupado. – o meu irmão disse.
Ele tava sentindo, como eu estava nervoso. Eu odiava vê – la daquele
jeito. Ela era especial para mim, uma amiga carinhosa. Era a única, que me
entendia e me aceitava como eu realmente sou. Ela conhece o verdadeiro Tom, não
só o guitarrista. Ela me vê de um jeito tão diferente. De um jeito que só o meu
irmão, consegue me ver. Ela sempre me ajudou, em tantos momentos difíceis.
- Eu vou tirá – la daquele quarto e é agora! - eu disse determinado, me levantando da
mesa.
Eu bati na porta, tantas vezes...Tava me agoniando só escutar
silêncio...
- Que estranho, não consigo escutar nada. – disse o meu irmão.
Passaram muitas coisas pela minha cabeça, medo e pânico. Eu estava
ficando mais preocupado do que antes.
- Me ajuda! – eu disse e o meu irmão assentiu.
Nós derrubamos a porta com força e eu comecei a procurar com os
olhos quase desesperado. Eu só queria ver que ela estava bem. Eu vi ela
sentada, toda encolhida no próprio corpo. Os seus olhos se encontraram com os
meus, eu conhecia aquele olhar. Aquele olhar assustado, que ela fica quando não
quer que descubram que está sofrendo. Ela teve chorando e tava sofrendo, mas
com medo de dizer que estava sofrendo e muito. Ela tinha emagrecido e o rosto
estava mais pálido do que antes.
POV Tom off
POV Gabi on
- Meu deus, Gabi! Porque você não abria a porta!? Eu tava tão
preocupado! – o Tom disse e o Bill também se aproximou.
Eles se sentaram cada um do meu lado e senti aquele abraço
carinhoso que só eles sabiam dar. Era o melhor abraço do mundo, parecia que a
minha segurança estava toda ali.
- Que bom que vocês estão aqui, junto de mim. Estão com umas
carinhas tão preocupadas. – eu disse limpando as lágrimas.
- Gabi, como não vamos nos preocupar!? Poxa, nós gostamos tanto de
você. É impossível, não ficarmos preocupados. Você está mal e nós vamos cuidar
direitinho de você. – o Bill disse, sorrindo carinhoso.
- Sem desculpas, agora você vai comer direitinho. Não come
direito, faz quase uma semana. Não quero ver você doente, meu anjo. – o Tom
disse enlaçando as nossas mãos com carinho e sorriu daquele jeito especial para
mim.
- Tá bom, mas eu tôo sem fome. Eu não posso engordar, Tom. Eles me
matam na faculdade se eu engordar. – eu disse colocando a minha cabeça no ombro
dele.
- Como assim!? Que história é essa!? – o Bill disse curioso.
- Garotos, não precisam ficar preocupados. São as regras da
faculdade. Eu só tenho que perder, no mínimo 5 quilos até à próxima
apresentação, só isso. – eu disse.
- Como!? Gabi, você tá linda assim, não precisa perder peso, meu
anjo. – o Tom disse me olhando preocupado.
- É que eu recebi uma carta da faculdade, em que dizia que eu
reprovei o ano anterior porque estava gorda. – eu disse.
- Isso é coisa de gente louca. Você vai ficar doente se perder
mais peso do que já perdeu. – o Bill disse me olhando.
- Eu...eu...- nossa, tava vendo tudo ficar tão estranho, como se
tivesse desaparecendo. Eu apertei com a força que eu tinha a mão do Tom. Ele me
olhou e ficou com o rosto tenso e preocupado.
POV Gabi off
domingo, 18 de novembro de 2012
Capítulo 5 - Express your love
Notas da autora: Oi, gente!!!! Nossa, eu sei que estão lendo os capítulos, cometem. Isso me anima para escrever capítulos e novas fics para o blog. Os reviews serão bem vindos, vou gostar muito mesmo. Bjs e espero que gostem do capítulo.
POV Georg off
Eu estava embrulhado nos meus pensamentos, nem ouvi o que o Tom comentou…
– Claro que queria. – eu disse e depois reparei que estavam rindo da minha resposta.
– O que foi? – eu disse confuso.
– Acabou de admitir que queria beijar a minha irmã. – Disse o Bill rindo.
– Eu não disse isso, estava distraído. – eu disse atrapalhado.
– É, o seu inconsciente falou por você . – disse o Andreas.
– Não, claro que não. Eu não sinto nada por ela. – eu disse tentando parecer firme.
– Impossível, que não sinta nada por ela. Ela é muito gata, tem uns olhos verdes lindos, ela é muito bonita e tem um corpo maravilhoso. Da outra vez que viemos, ela estava na piscina nadando de bikini, só faltava babar em cima dela.– disse o Gust me encarando.
– Pára de falar dela! Ela nem é tudo isso, não! Eu não estava babando, ela não me interessa nem um pouco. – eu disse sério.
Pov Georg off
Pov Regina on
– Nossa Rafa, eu não tava entendendo nada dessa matéria! Muito obrigada pela aulinha particular agora entendi tudinho. Muito obrigada mesmo. – eu disse fechando os livros.
– Que nada, foi um gosto, além disso você é muito inteligente, faz cada pergunta que torna tudo isso mais interessante. Tenho certeza que você vai ser uma ótima advogada. – ele disse dando um beijo na minha bochecha.
– Já é tão tarde, nem percebi o tempo passar. – eu disse pegando o relógio para ver as horas.
– É mesmo, já tá tão tarde. Bem eu vou para casa. – ele disse se levantando.
– Não, eu te levo, faço questão. – eu disse pegando nas chaves do carro.
– Não é necessário. Eu vou a pé, chego lá rapidinho, não se preocupa. – ele disse indo para a porta do meu quarto.
– Não, mesmo, eu te levo. – eu disse e ele suspirou derrotado.
Nós descemos as escadas indo em direção à porta, mas claro que aquele cara não iria perder a oportunidade de me encher o saco.
– Então, o casal já vai? O cara aí, não deu conta do recado foi? – disse o Ge cínico.
– Deu conta sim, e muito bem. Ele é um amor, é maduro, não precisa de uma fila de vadias atrás dele para o satisfazerem. Ele é um homem de verdade, não um garotinho que ainda nem saiu da saia da mãe. – eu disse também cínica.
– Nossa, ele não fala não! É preciso uma mulher para o defender. – ele riu na nossa cara.
– Olha eu falo sim, mas a minha namorada disse tudo o que era necessário. Eu não vou ser mal educado, nem ficar te xingando. – disse o Rafa que passou as mãos no meu cabelo.
– Vamos amor, não se cansacom quem não interessa, nem vale a pena perder o nosso precioso tempo. – eu disse e me aconcheguei no braço do Rafa e fomos saindo de casa.
Saímos de casa, e eu respirei fundo.
– Esse cara me cansa. Sempre com essas conversas, que droga, já não aguento mais ele. – eu disse.
– Re, não fica assim. Ele faz isso para te provocar, apenas para te tirar do sério. – disse o Rafa.
– É eu sei, mas é chato e cansativo ter que brigar o tempo todo. – eu disse cansada, entramos no carro e fomos seguindo pela estrada. Eu parei o carro, nós nos despedimos e eu agradeci ao Rafa e pedi desculpas por ele ter que passar por aquilo.
Voltei de novo para casa e parei de novo o carro e fiquei pensando: “Quando entrar em casa aposto que vou ser bombardeada com perguntas! Não me vou escapar do inquérito fraternal!”
Sai do carro, respirei fundo várias vezes, bem eu é que provoquei isto, e não vou fugir das consequências. Nunca fui de fugir e não vai ser agora a primeira vez que isso vai acontecer, também bem que valeu só para vê – lo explodindo de raiva, que engraçado que foi. Coloquei a chave na porta e abri tentando não fazer barulho. A sala estava toda escura, logo os meus irmãos estão dormindo. O meu primeiro erro foi pensar isso, pois a luz se acendeu, eu vi os dois parados e me encarando com cara de inspeção. Nossa agora o clima vai ficar pesado para o meu lado.
– Oi, boa noite. – eu disse
– Oi, boa noite! Nós precisamos conversar com você! – Disse Bill me encarando sério.
– Sério!? O que é que querem falar comigo? – eu agora estava tentando esticar o tempo, para pensar numa saída para o problema.
– Sobre esse namoro com o Rafa! Desde quando estão namorando? – disse Tom sério também.
– Mas o que é isto? Um inquérito? Eu não faço isto com as garotas com que vocês saem! – eu disse séria.
– Mas é diferente, você é nossa irmã, é a caçula. Nós temos obrigação de estar de olho. – disse Tom.
– Qual é! Isso é a minha privacidade, que não vos diz respeito, tá! – eu continuava séria, mas na boa, a minha vontade era rir, porque eles estavam se preocupando com um namoro de mentira.
– Ah, não! Claro que diz! Nós temos direito de saber de onde surgiu esse namoro! – disse Bill sério.
Eu não resisti e comecei a rir na cara deles, eu tive um ataque de riso, era muito engraçado, eles estavam preocupados com uma coisa que era simplesmente mentira.
POV Regina off
POV Georg off
Eu estava embrulhado nos meus pensamentos, nem ouvi o que o Tom comentou…
– Claro que queria. – eu disse e depois reparei que estavam rindo da minha resposta.
– O que foi? – eu disse confuso.
– Acabou de admitir que queria beijar a minha irmã. – Disse o Bill rindo.
– Eu não disse isso, estava distraído. – eu disse atrapalhado.
– É, o seu inconsciente falou por você . – disse o Andreas.
– Não, claro que não. Eu não sinto nada por ela. – eu disse tentando parecer firme.
– Impossível, que não sinta nada por ela. Ela é muito gata, tem uns olhos verdes lindos, ela é muito bonita e tem um corpo maravilhoso. Da outra vez que viemos, ela estava na piscina nadando de bikini, só faltava babar em cima dela.– disse o Gust me encarando.
– Pára de falar dela! Ela nem é tudo isso, não! Eu não estava babando, ela não me interessa nem um pouco. – eu disse sério.
Pov Georg off
Pov Regina on
– Nossa Rafa, eu não tava entendendo nada dessa matéria! Muito obrigada pela aulinha particular agora entendi tudinho. Muito obrigada mesmo. – eu disse fechando os livros.
– Que nada, foi um gosto, além disso você é muito inteligente, faz cada pergunta que torna tudo isso mais interessante. Tenho certeza que você vai ser uma ótima advogada. – ele disse dando um beijo na minha bochecha.
– Já é tão tarde, nem percebi o tempo passar. – eu disse pegando o relógio para ver as horas.
– É mesmo, já tá tão tarde. Bem eu vou para casa. – ele disse se levantando.
– Não, eu te levo, faço questão. – eu disse pegando nas chaves do carro.
– Não é necessário. Eu vou a pé, chego lá rapidinho, não se preocupa. – ele disse indo para a porta do meu quarto.
– Não, mesmo, eu te levo. – eu disse e ele suspirou derrotado.
Nós descemos as escadas indo em direção à porta, mas claro que aquele cara não iria perder a oportunidade de me encher o saco.
– Então, o casal já vai? O cara aí, não deu conta do recado foi? – disse o Ge cínico.
– Deu conta sim, e muito bem. Ele é um amor, é maduro, não precisa de uma fila de vadias atrás dele para o satisfazerem. Ele é um homem de verdade, não um garotinho que ainda nem saiu da saia da mãe. – eu disse também cínica.
– Nossa, ele não fala não! É preciso uma mulher para o defender. – ele riu na nossa cara.
– Olha eu falo sim, mas a minha namorada disse tudo o que era necessário. Eu não vou ser mal educado, nem ficar te xingando. – disse o Rafa que passou as mãos no meu cabelo.
– Vamos amor, não se cansacom quem não interessa, nem vale a pena perder o nosso precioso tempo. – eu disse e me aconcheguei no braço do Rafa e fomos saindo de casa.
Saímos de casa, e eu respirei fundo.
– Esse cara me cansa. Sempre com essas conversas, que droga, já não aguento mais ele. – eu disse.
– Re, não fica assim. Ele faz isso para te provocar, apenas para te tirar do sério. – disse o Rafa.
– É eu sei, mas é chato e cansativo ter que brigar o tempo todo. – eu disse cansada, entramos no carro e fomos seguindo pela estrada. Eu parei o carro, nós nos despedimos e eu agradeci ao Rafa e pedi desculpas por ele ter que passar por aquilo.
Voltei de novo para casa e parei de novo o carro e fiquei pensando: “Quando entrar em casa aposto que vou ser bombardeada com perguntas! Não me vou escapar do inquérito fraternal!”
Sai do carro, respirei fundo várias vezes, bem eu é que provoquei isto, e não vou fugir das consequências. Nunca fui de fugir e não vai ser agora a primeira vez que isso vai acontecer, também bem que valeu só para vê – lo explodindo de raiva, que engraçado que foi. Coloquei a chave na porta e abri tentando não fazer barulho. A sala estava toda escura, logo os meus irmãos estão dormindo. O meu primeiro erro foi pensar isso, pois a luz se acendeu, eu vi os dois parados e me encarando com cara de inspeção. Nossa agora o clima vai ficar pesado para o meu lado.
– Oi, boa noite. – eu disse
– Oi, boa noite! Nós precisamos conversar com você! – Disse Bill me encarando sério.
– Sério!? O que é que querem falar comigo? – eu agora estava tentando esticar o tempo, para pensar numa saída para o problema.
– Sobre esse namoro com o Rafa! Desde quando estão namorando? – disse Tom sério também.
– Mas o que é isto? Um inquérito? Eu não faço isto com as garotas com que vocês saem! – eu disse séria.
– Mas é diferente, você é nossa irmã, é a caçula. Nós temos obrigação de estar de olho. – disse Tom.
– Qual é! Isso é a minha privacidade, que não vos diz respeito, tá! – eu continuava séria, mas na boa, a minha vontade era rir, porque eles estavam se preocupando com um namoro de mentira.
– Ah, não! Claro que diz! Nós temos direito de saber de onde surgiu esse namoro! – disse Bill sério.
Eu não resisti e comecei a rir na cara deles, eu tive um ataque de riso, era muito engraçado, eles estavam preocupados com uma coisa que era simplesmente mentira.
POV Regina off
sábado, 17 de novembro de 2012
Capítulo 5 - Broken Heart
POV Tom on
- Eu não estou escondendo nada, meninos. Eu preciso ir buscar a
minha moto. Adeus, gente. Se comportem. – ela disse se levantando.
Eu decidi ligar ao Neil...
- Alô, Neil! É o Tom. – eu disse.
– Tá tudo ótimo. Tudo bem? – ele disse.
- Bem, sem dor de cabeça! – eu disse rindo.
- Bebedeira é fudida mesmo. Sorte que vocês tem a Gabi para ajudar
vocês. – ele disse rindo.
- É verdade, ontem ela foi maravilhosa. – eu disse tentando
disfarçar que não sabia de nada.
- Garota especial, ela. Fiquei com pena, ela se machucou um pouco,
tentando ajudar. Ela está bem!? – ele disse e eu abri a boca para responder.
- Machucou!? – eu disse passando a mão na testa.
- É cara, um de vocês acabou a empurrando. Ela caiu no chão do
bar, mas tinha um copo quebrado no chão. Ela fez um golpe na mão. O machucado
estava um pouco feio. Mas você sabe como ela é, nem deu importância. Ela sabia
que vocês estavam precisando dela de verdade. -
ele disse sério.
Todos estávamos escutando a conversa, pelo viva voz.
- Obrigada, Neil. Ficamos te devendo uma. – eu disse envergonhado.
- Que é isso, não tem problema. Cuidem dela é só o que eu peço. Vou
desligar, ela acabou de chegar. Adeus. – ele disse e desligou o celular.
- Não tôo acreditando nisso. Temos que fazer qualquer coisa, não
sei. Um jantar especial, qualquer coisa. – o meu irmão disse.
- Gente, temos que planejar
algo bom. Temos que compensá – la de qualquer jeito. Nós fomos uns idiotas com
ela. – o Ge disse.
Nós escutamos um barulho e vimos uma sombra se aproximando.
POV Tom off
POV Gabi on
- Oi, garotos! Como estão!? – eu perguntei simpática com um
sorriso no rosto.
- Bem, querida. Graças a você estamos bem e sem escândalos na
imprensa. Sabemos de tudo o que a senhorita fez pela gente. Eu sabia que você
estava escondendo alguma coisa da gente. – o Tom disse me olhando nos olhos.
- Tudo bem, eu não contei tudo. Mas vocês estão bem, isso é que
importa. Ah, vocês nunca mais sonhem em ficar bêbados. Vocês vomitaram em cima
da minha blusa, fiquei com um cheiro horrível. Meninos, tôo cansada. Eu preciso
de dormir um pouco. Vou para o quarto. Continuamos essa conversa mais tarde. –
eu disse sorrindo.
- Espera mocinha! Parada aí. Quero ver a sua mão! – o Bill disse
puxando a minha mão com delicadeza. – Sabia que você não tinha cuidado
direitinho disso. – ele disse preocupado.
- Bill, tá tudo bem. Nem tá doendo mais. – eu disse tentando
esconder o machucado.
- Gabi, você é sempre muito teimosa. Me deixa ver. Se não fosse
nada, você não estaria escondendo isso de mim. – ele disse puxando de novo a
minha mão.
– EU DISSE
NÃO! - Gritei com ele.Eu tava morrendo de dor e o machucado tava ficando muito feio.
– VOCÊ VAI ME MOSTRAR! QUEM MANDA AQUI SOMOS NÓS! – ele gritou comigo.
Ele puxou de novo a mão e viu o sangue seco ainda na minha mão e
com a mão toda roxa.
- Gabi, isso tá horrível. Temos que cuidar disso, eu te levo no
hospital. Isso deve tar doendo muito. – ele disse preocupado.
- Bill, eu não quero agora. Eu quero dormir, tôo cansada. – eu
disse, sendo teimosa.
– Vamos, não há mais discussão! – ele disse.
Ele me emprurrava levemente para fora do apartamento.
De repente, o meu celular começou a tocar…
Eu peguei e decidi atender. Mas eu recebi uma notícia que eu não
esperava. O celular caíu da minha mão e as lágrimas começaram a cair pelo meu
rosto.
– Oi! Quem eu estou falando? – eu perguntei séria.
– Boa tarde! Senhorita Gabriela Fritz? – um homem disse do outro
lado com a voz bem pesada.
– Sim, sou eu! O que deseja? – eu perguntei nervosa.
– Eu sei que não é uma notícia que se deva dar pelo celular, mas
eu não tive escolha. Eu lamento estar ligando para informar de uma situação
como essa. Não é uma situação fácil, nem uma notícia boa para dar. Eu sou David
Shany e sou da policia, era para informá – la que o seu irmão Wilson morreu.
Alguém pegou fogo à casa dele e ainda estamos investigando. Sinto muito,
senhorita. – ele disse.
O meu ar parecia que ia acabar. O meu irmão está morto, ele era a
única pessoa que ainda estava viva da minha família. Os pais tinham morrido já
tinha uns anos, num acidente de carro.
- O que!? Mas como isso foi possível!? Eu...obrigada, eu vou
cuidar de tudo. Adeus. – eu disse, mas ainda nem estava acreditando no que
tinha escutado.
Eu senti o meu corpo gelar, eu senti a minha solidão ainda bater
mais forte do que antes. Eu não tinha mais ninguém. O celular caiu no chão e me
sentei no chão, colocando a minha cabeça entre os joelhos.
- Gabi, Gabi, o que aconteceu!? Quem era!? Eu tôo ficando
preocupado, responde alguma coisa, pelo amor de deus. Você tá passando mal!? Eu
te avisei, vamos para o hospital agora. Vamos, eu te ajudo a levantar. Você vai
me contar o que está acontecendo durante a viagem. – ele disse me puxando pelo
braço, tentando me levantar.
- Bil, desculpa. Mas eu não posso ir para o hospital agora. – eu
disse
- Sem opção, nós vamos para o hospital agora. Olha como a sua mão
está ficando. Gabi, você precisa se cuidar, tá com uma carinha de doente e
tudo. – ele disse se sentando do meu lado.
- Bill, o meu irmão morreu. – eu disse com as lágrimas caindo
pelas minhas bochechas.
- Como assim!? Mas como isso aconteceu!? – ele perguntou surpreso.
- Eu não sei..colocaram fogo na casa dele. – eu disse com voz
chorosa.
- Nossa, que cruel. Meu anjo, não fica assim. Nós estamos aqui, do
seu lado. Nós estamos juntos, vamos continuar cuidando de você. Eu sei que nada
substitui a família, mas nós te amamos muito. – ele disse me abraçando.
- Eu preciso pensar, ficar um pouco sozinha, me desculpa. – eu
disse me levantando e voltando a entrar no apartamento.
Casa…
– Já voltaram? Nossa, que rápidos! – o Ge disse surpreso e eu só
consegui correr para o meu quarto, eu não conseguia encarar ninguém.
POV Gabi off
POV Bill on
Ela foi para o quarto e nem respondeu.
– Nem chegamos a sair. – eu disse sério.
– O que aconteceu ? – o meu
irmão perguntou.
Esses dois, são tão próximos, se adoram de verdade. Nunca vi
amizade assim, estão sempre grudados. Nunca vi uma amizade tão forte como essa.
- Ligaram da polícia. O irmão dela, o Will morreu. Colocaram fogo
na casa dele. – eu disse sério.
O meu irmão me olhou preocupado. Ele era a única pessoa que ainda
era viva da família da Gabi e agora não sobrava ninguém.
- Nossa, sério!? Coitada da nossa Gabi. – o Gustav disse. – Temos
que fazer alguma coisa. Temos que ajudar. – ele disse sério e todos assentimos.
- Ela pediu para ficar sozinha, acho melhor respeitar isso. – eu
disse.
- Como ela ficou!? – o Ge perguntou.
- Não sei como explicar, dava para ver que ela estava mal, isso tá
me deixando preocupado. Ficou daquele jeito, como se o peso do mundo estivesse
todo nas costas dela, tentando ser forte de qualquer jeito. Ela não falou
direito. – eu disse e os outros me olharam preocupados também.
POV Bill off
Gostaram!? Idéias para deixar a Gabi mais animada!? O que os meninos devem fazer!?
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