POV Gabi on
Fiz uma expressão mais aliviada
e dei a resposta que ele tanto esperava.
– Claro que aceito, Tom Kaulitz.
– Disse sorrindo timidamente.
Ele colocou o anel no meu dedo e
beijou a minha mão e eu coloquei o anel dele na mão dele e o beijei com carinho
nos lábios. Estava super feliz, de repente escutamos baterem à porta.
– Ah,deve ser para irmos jantar.
Você deve estar com fome. – Disse ele pegando na minha mão e nos dirigindo até
à porta.
– Vocês não vêem jantar com a
gente? Aconteceu alguma coisa que eu deva saber?– Disse Bill animado.
Ele tinha sentido a alegria do
irmão.
– Claro que vamos. Eu não vou
perder esse jantar com vocês por nada. – Disse animada.
– Vamos? Talvez, mano, talvez. –
Disse o Tom.
– Vamos, sim! – Disse sorrindo
para ele.
Chegámos ao restaurante e nos sentamo
na mesa, fizemos os nossos pedidos. Até que quando eu estava bebendo a minha
coca – cola…
– Espera! Agora é que reparei,
que anel é esse no seu dedo, Gabi? Você não tinha isso quando chega!
Afinal tá
namorando e não disse nada! – Disse o Georg do nada.
Eu me engasguei, quase que
morria sofucada. Credo, porque que ele pergunta isso na frente de todo o mundo.
Eu vou matá – lo! Eles são ótimos mas são tão ciumentos, meu deus!
– Calma, calma! – Disse o Gustav
e os outros riam da situação.
– Não impliquem com ela! – Disse
Tom tentando ser simpático.
– Quem é o cara!? Nem a mim você
contava nada? Nós queremos conhece – lo! – Disse Bill sério.
– Deixa, é melhor dizer – lhes!
–Disse para Tom que se limitou a assentir com a cabeça.
Eu peguei na mão dele e juntamos
as duas mãos, mostrando os anéis de compromisso. Eles logo perceberam o que
tinha acontecido. Bill deu um grito de excitação e começaram a assobiar.
– Não tôo acredito! Você e ele.
Ele e você. – Disse o David animado.
– É parece que sim. Agora sou
comprometido. Fui pego. O cara, sou eu maninho! – Ele sorriu para mim e me beijou
com carinho.
– Parabéns! - Disseram os quatro
para a gente.
Eu coloquei a cabeça no ombro
dele e ele passou a mão no meu rosto.
– Ah, que bonitinhos! Minha
melhor amiga é a minha cunhada. – Disse Bill animado
– E se fossemos a um bar
comemorar? – disse o Tom.
– TOM! – Repreendi.
– Calma, eu não vou fazer nada
de errado! – Disse ele tentando me tranquilizar.
– Ok, mas vai se comportar ok?
-Disse preocupada.
– Tudo bem, como quiser meu
amor. – ele disse rindo.
Saímos do restaurante para o bar
na avenida principal da cidade. Começamos a beber, mas eu não me estava me
divertindo minimamente, estava preocupada com o que podia acontecer. Tentava
dançar mas estava tão tensa, não conseguia me livrar daquela tensão de maneira
nenhuma. Até que, enquanto estávamos na pista. Ouço o disparo de 3 tiros no ar,
anunciando um assalto. A música parou e o dono passou todo o dinheiro que tem.
O assaltante faz o mesmo a todos os que estão ali. Até que…
– Eu não te vou dar nada seu
otário.- Grita Tom para o assaltante.
– Tom, fica calmo! É melhor
fazermos o que ele pede. – Disse para ele assustada.
– Hum, eu conheço você! Claro,
você é o guitarrista daquela bandinha! É melhor fazer o que a boneca está
falando! – ele disse com a arma
apontada.
O Tom tentou afastar a arma, mas
o assaltante sem querer apertou o gatilho da arma. O assaltante saiu a correr
desesperadamente, e ninguém percebeu onde a bala tinha acertado. Eu no momento
em que vi a arma apontada fiquei em panico não queria que ele o machucasse. Eu
empurrei o Tom e senti algo furar a minha pele.
– Tom, você está bem? – Disse
preocupada.
– Estou, aquele idiota fugiu. –
Disse ele irritado.
– Tudo bem, que bom que não
aconteceu nada. – comecei a perceber no escuro que a minha blusa azul clara
estava ficando muito escura. Eu estava começando me sentindo tonta, só quando
vi a blusa manchada é que entendi que eu é que tinha sido atingida.
– Vocês estão bem? – Pergunta
Georg assustado.
– Sim. – Respondeu Tom me
ajudando a levantar.
- Você ficou maluco? Se ela não
fica na sua frente, agora tinha uma bala na cabeça! – Disse Bill irritado.
– Garotos, não briguem. O que
interessa é que está tudo bem! – Disse tentando acalmar a situação.
Estávamos todos muito nervosos.
– Vamos embora. Isto já deu o
que tinha para dar. – Disse Gustav.
Nos dirigimos para a porta, eu
continuava perdendo sangue.Vesti o meu casaco e fiquei calada. Estava
começando
a passar mal, precisava sentar .
– Podemos parar 5 minutos? –
Disse.
POV Gabi off