terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Capítulo 25 - Broken Heart


POV Gabi on

Fiz uma expressão mais aliviada e dei a resposta que ele tanto esperava.

– Claro que aceito, Tom Kaulitz. – Disse sorrindo timidamente.

Ele colocou o anel no meu dedo e beijou a minha mão e eu coloquei o anel dele na mão dele e o beijei com carinho nos lábios. Estava super feliz, de repente escutamos baterem à porta.

– Ah,deve ser para irmos jantar. Você deve estar com fome. – Disse ele pegando na minha mão e nos dirigindo até à porta.

– Vocês não vêem jantar com a gente? Aconteceu alguma coisa que eu deva saber?– Disse Bill animado.

Ele tinha sentido a alegria do irmão.

– Claro que vamos. Eu não vou perder esse jantar com vocês por nada. – Disse animada.

– Vamos? Talvez, mano, talvez. – Disse o Tom.

– Vamos, sim! – Disse sorrindo para ele.

Chegámos ao restaurante e nos sentamo na mesa, fizemos os nossos pedidos. Até que quando eu estava bebendo a minha coca – cola…

– Espera! Agora é que reparei, que anel é esse no seu dedo, Gabi? Você não tinha isso quando chega! 
Afinal tá namorando e não disse nada! – Disse o Georg do nada.

Eu me engasguei, quase que morria sofucada. Credo, porque que ele pergunta isso na frente de todo o mundo. Eu vou matá – lo! Eles são ótimos mas são tão ciumentos, meu deus!

– Calma, calma! – Disse o Gustav e os outros riam da situação.

– Não impliquem com ela! – Disse Tom tentando ser simpático.

– Quem é o cara!? Nem a mim você contava nada? Nós queremos conhece – lo! – Disse Bill sério.

– Deixa, é melhor dizer – lhes! –Disse para Tom que se limitou a assentir com a cabeça.

Eu peguei na mão dele e juntamos as duas mãos, mostrando os anéis de compromisso. Eles logo perceberam o que tinha acontecido. Bill deu um grito de excitação e começaram a assobiar.

– Não tôo acredito! Você e ele. Ele e você. – Disse o David animado.

– É parece que sim. Agora sou comprometido. Fui pego. O cara, sou eu maninho! – Ele sorriu para mim e me beijou com carinho.

– Parabéns! - Disseram os quatro para a gente.

Eu coloquei a cabeça no ombro dele e ele passou a mão no meu rosto.

– Ah, que bonitinhos! Minha melhor amiga é a minha cunhada. – Disse Bill animado

– E se fossemos a um bar comemorar? – disse o Tom.

– TOM! – Repreendi.

– Calma, eu não vou fazer nada de errado! – Disse ele tentando me tranquilizar.

– Ok, mas vai se comportar ok? -Disse preocupada.

– Tudo bem, como quiser meu amor. – ele disse rindo.

Saímos do restaurante para o bar na avenida principal da cidade. Começamos a beber, mas eu não me estava me divertindo minimamente, estava preocupada com o que podia acontecer. Tentava dançar mas estava tão tensa, não conseguia me livrar daquela tensão de maneira nenhuma. Até que, enquanto estávamos na pista. Ouço o disparo de 3 tiros no ar, anunciando um assalto. A música parou e o dono passou todo o dinheiro que tem. O assaltante faz o mesmo a todos os que estão ali. Até que…

– Eu não te vou dar nada seu otário.- Grita Tom para o assaltante.

– Tom, fica calmo! É melhor fazermos o que ele pede. – Disse para ele assustada.

– Hum, eu conheço você! Claro, você é o guitarrista daquela bandinha! É melhor fazer o que a boneca está 
falando! –  ele disse com a arma apontada.

O Tom tentou afastar a arma, mas o assaltante sem querer apertou o gatilho da arma. O assaltante saiu a correr desesperadamente, e ninguém percebeu onde a bala tinha acertado. Eu no momento em que vi a arma apontada fiquei em panico não queria que ele o machucasse. Eu empurrei o Tom e senti algo furar a minha pele.

– Tom, você está bem? – Disse preocupada.

– Estou, aquele idiota fugiu. – Disse ele irritado.

– Tudo bem, que bom que não aconteceu nada. – comecei a perceber no escuro que a minha blusa azul clara estava ficando muito escura. Eu estava começando me sentindo tonta, só quando vi a blusa manchada é que entendi que eu é que tinha sido atingida.

– Vocês estão bem? – Pergunta Georg assustado.

– Sim. – Respondeu Tom me ajudando a levantar.

- Você ficou maluco? Se ela não fica na sua frente, agora tinha uma bala na cabeça! – Disse Bill irritado.

– Garotos, não briguem. O que interessa é que está tudo bem! – Disse tentando acalmar a situação.

Estávamos todos muito nervosos.

– Vamos embora. Isto já deu o que tinha para dar. – Disse Gustav.

Nos dirigimos para a porta, eu continuava perdendo sangue.Vesti o meu casaco e fiquei calada. Estava 
começando a passar mal, precisava sentar .

– Podemos parar 5 minutos? – Disse.

POV Gabi off

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Capítulo 18 - Express your love


POV Bill on
Pacientemente nós trocamos roupa dela, e pegamos na bolsa com as coisas dela. Eu levei bolsa dela, enquanto o Tom a carregava nos braços dele completamente adormecida. Ele a colocou no banco de trás do carro, com o casaco dele por cima do corpo dela, enquanto eu me sentei colocando a cabeça dela no meu colo, fazendo carícias cabelo dela. Chegamos a casa e o Tom a colocou na cama, onde colocamos várias cobertas por cima dela, e a deixamos dormindo tranquila, como se o furacão que a invadiu não sequer estivesse estado ali. O Georg e o Gus foram nos acompanhando assim como o Andreas. Eles nos ajudaram a cuidar dela direitinho, e depois descemos e resolvemos relaxar um pouco, indo para o jardim da casa e nos deitamos nas cadeiras jogando conversa fora .
POV Bill off
POV Regina on
Acordei confusa, eu estava no hospital, não em casa, mas que coisa!? Eram cerca das 18.00 da tarde e tinha que retomar a minha vida ou seja, faculdade. Pelo menos nos livros e naquele lugar eu podia esquecer um pouco esta história toda! Eu sei que parece que estou fugindo, e internamente eu estou querendo fugir mesmo, eu não estou conseguindo interiorizar que tenho uma coisa destas para o resto da
minha vida! Fiz a minha higiene “matinal” e olhei para o meu móvel onde tinha as seringas com a insulina e o medidor de açúcar do sangue. Eu me arrumei, penteei os cabelos, nossa eu nem reparei, mas eu tive tanto tempo no hospital. Eu desci as escadas e peguei as chaves do carro, mas quando já estava na porta, sou surpreendida.
– Onde a mocinha pensa que vai? – Perguntou o Gus.
– Oi, para você também! Prazer em te ver! Eu vou sair! – eu disse.
– Não vai nada! Ainda está fraca, tem que recuperar! – ele disse sério.
– Qual é, agora todo o mundo vai ficar pegando no meu pé? – eu perguntei séria e me virei para encara – lo.
– Vamos sim pegar e muito no seu pé! – ele disse ainda mais sério.
– Adeus, eu vou indo e ponto final! – eu disse virando as costas a ele.
– Adeus nada! – disse o Andreas.
– Mas que é isso? Uma revolução? Um exército me controlando? Mas que saco! – eu disse bem irritada.
É vocês já devem ter percebido que eu fervo em pouca água, estouro com muita facilidade! Perco fácil, fácil a minha paciência!
– O que está acontecendo? Vocês nunca mais vêem! – Disse o Tom que os distraiu e eu sorri.
Legal! A minha chance de sair daqui sem ninguém perceber! Sai de fininho sem ninguém ver! Prova superada com sucesso! Livre, aleluia! Detesto que me controlem! Odeio isso!
– A Re!? Ela disse que ia sair e nós viemos a tempo de impedir! Alias onde ela se meteu? – perguntou o Andreas.
– Mas ela estava aqui ainda a 10 segundos! – disse o Gus.
– Vamos! Ela ainda deve estar indo para o carro! – disse o Tom.
Eu estava caminhando rápido até ao carro, abri a porta para entrar, e de repente senti umas mãos pucharem a minha cintura, com suavidade. Ai, fui apanhada na minha fuga! Mas que chato! Acabaram com a minha diversão!
– Vem para a casa, por favor! – Disse o Ge. Que é isso? Ele é a pessoa que eu menos esperava me dizer isto.
– Ge, eu tenho que ir à faculdade, eu não posso parar mais a minha vida! – disse calma olhando nos olhos dele.
– Faz isso amanhã! Eu juro que te levo lá amanhã, oK? – ele disse bem tranquilo.
– Mas… - eu ia responder. Ele me olhou quase suplicando.
– Por favor! – ele disse.
– Tudo bem, você me convenceu. Eu posso fazer isso amanhã, então. – eu disse, e ele me ajudou a sair do carro.
– Obrigada! – ele sorriu para mim.
– Eu que agradeço o cuidado. – e sorri para ele.
Nós voltamos para casa, enquanto já vinham correndo na nossa direção, eu ri.
– O que foi? – disse o Ge me olhando confuso.
– Olha isso! Ai vem bronca com certeza! Ainda por cima vinham acabar com a minha diversão! Até que isso estava divertido! – eu continuava rindo, e ele riu do meu comentário.
– Onde a mocinha pensava que ia? Você é doida, não pode sair de casa, tem que recuperar! – Diz o Bill começando a me dar uma bronca.
Eu e o Ge rimos que nem uns perdidos.
– Eu não disse! – e olhei para ele.
– É, você tinha razão!- ele disse.
– Desde quando vocês estão com essa cumplicidade? – Perguntou o Tom.
– Não foi nada, mas as razões dele foram mais convincentes que as vossas para ficar em casa.- eu disse.
– ok, vamos para casa! – disse Tom sério pegando no meu braço.
– Nossa, vocês estão muito chatos, sabiam!? Eu até que me estava divertindo de mais, mas vocês fizeram questão de acabar com isso! – eu disse rindo.
– Se divertindo, às nossas custas! – disse ele sério e eu fiz um sorriso de criança.
– E não é que era mesmo! – eu disse rindo.
– Também não é preciso ser tão sincera! – disse o Bill.
– Desculpa! Mas eu não resisti! – eu disse ainda rindo.
– Você é muito rebelde! Nossa eu quero ver o homem que vai dar conta desse fogo todo, dessa independência toda! Eu não ia aguentar isso! – disse o Andreas sério.
– Ah! É difícil mesmo dar conta do recado, porque eu faço o que eu quero, não o que os outros querem! Quem não gostar azar, tem que engolir na mesma! Mas olha que é bem divertido, nunca ninguém sabe o que eu vou fazer depois! É demais! – eu ri e eles também.
– Você é muito louca mesmo! Caraca! Você lembra quando um garoto a quis beijar, ela a avisar o cara que não, e ela mordeu a língua do cara! Ele saiu rogando praga para ela! – disse Bill rindo.
POV Regina off

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Capítulo 24 - Broken Heart

POV Gabi on



– Ei calma! Eu só não esperava por isso! – Disse sorrindo.


– Você ficou chateada comigo? – ele disse curioso.



– Chateada? Porque? Só fiquei surpreendida! Mas foi um pouco estranho, você tem um estilo diferente, gosta de ficar com várias garotas! Eu queria saber o porquê!? O motivo, mais nada! – Disse curiosa.


– Ah, o motivo, ele não vai contar! Mas nós já sabemos! –Disse o Bill animado.
– Não vai contar!? Mas porque, não mordo, não! Vou ter que te jogar numa piscina gelada para você me contar!? – Disse gargalhando.

– Não, aqui está muito frio! Eu preferia que conversássemos em particular! Pode ser!? – ele disse sério.


Que estranho! Ele não é o Tom que eu conheço! Ele é brincalhão, nunca fica sério que essas coisas, e agora ficou super sério comigo, até fiquei envergonhada.


– Tudo bem! Vamos? – Disse calmamente.


– Vamos! – ele pegou na minha mão com delicadeza e me puxou.


Fomos para o quarto dele, entramos e fomos para a sacada para conversar.
-  Eu quero que você saiba que aquele beijo não foi com as mesmas intensões que faço com todas. Você é minha amiga e eu gosto muito de você. Não quero te perder de jeito nenhum, nem consigo só suportar a idéia! – Disse nervoso.


– Ah, Tom sem problemas! Mas afinal, porquê o beijo!? E porque você anda bebendo tanto? Porque anda nessa vida louca? – Disse preocupada com ele.


– Eu queria tanto te falar uma coisa, mas não tenho coragem! – ele disse nervoso.


– Oh, meu querido! Não fica com vergonha de mim, você sabe que pode falar qualquer coisa! Eu quero muito te ajudar! Eu quero tanto que você fique bem! – Disse fazendo uma carícia no rosto dele.


A neve começou a cair sobre nós, parecia quase mágica.


– Eu vou falar! Eu gosto de você. Pronto, já falei!! – ele disse e desviou o olhar.

– Mas eu sei disso. Eu também gosto de você. – Disse sem entender, confusa.

– Você não está entendendo, Gabi! Eu não tôo falando, desse tipo de sentimentos! Eu te amo muito! Não consigo mais viver sem você, estou loucamente apaixonado por você. Eu nunca senti nada tão forte por ninguém. Acredita em mim, por favor!. – Disse vermelho de vergonha.
Parecia uma bomba que tinha explodido em cima de mim. Agora tudo fazia sentido. A vida louca, a tristeza e agustia dele quando me abraçou. Deus como não percebi antes? Eu também gostava e muito dele e também já não conseguia lutar mais, nem estar mais longe dele. Mas será que ele tinha certeza do que estava sentindo por mim ou eu seria mais uma aventura?

– Fala qualquer coisa, não me deixa assim! Eu não aguento não saber o que você pensa. Estraguei tudo, né? Eu sabia! Eu deveria ter ficado calado! – Disse triste batendo com a mão na parede.


– Calma! Então aqueles presentes eram seus e os bilhetes também! – Disse sorrindo.

– Sim, mas…- nem deixei ele acabar a frase, e roubei um beijo apaixonado e completamente louco de amor. Até que nos separamos.

– Eu...acho que você tem agora as suas respostas. – Disse divertida.

– Sim.- Disse também divertido. – Eu te amo! – ele disse ficando sério.

– Eu também te amo muito. – Disse no ouvido dele.

Ele sorriu.

– Sabe que vim para saber o que estava acontecendo com você!? Você acha que se não te amasse, eu estava aqui atravessando meio mundo para te ver? – Disse baixinho para ele.

– Você veio mesmo por mim? – Disse surpreso.

– Claro. Estava muito preocupada. – Disse envergonhada.

– Ah, você é tão linda! Acho que então sou o homem sortudo que o Bill falou! – Disse sorrindo para mim.

– Não sei se você é esse sortudo! Tom, você é que tem que perceber o que quer dessa relação! – Disse séria.


– Como você não sabe se sou eu? Eu me declarei! – Disse ele sério.


– Sim, eu sei! Mas isso é sério para você ou é apenas mais uma aventura? – Disse séria.

– É sério e muito! Não sabe as idiotices que fiz sem você do meu lado! –Disse sério para mim.
– Sei, sim! Por isso estava tão preocupada, com medo. - Disse baixando o olhar.
– Escuta com atenção. – ele me olhou nos olhos e pegou na minha mão e com a outra mão tirou uma caixa pequena vermelha. Abriu a caixa e tinha anéis de compromisso.

– Gabriela Fritz você aceita ser minha namorada? – Disse olhando nos meus olhos. Rapidamente fiz um sorriso gigante.

– Tem certeza que é mesmo isso que você quer? – Disse preocupada.
– Nunca tive tanta a certeza! – Disse ele sério.

POV Gabi off

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Capítulo 17 - Express your love


POV Regina on

Eles saíram do quarto e eu fiquei quieta nos primeiros dois minutos, seguidamente subiu novamente uma raiva por mim, uma revolta, eu não queria ser mais diferente do que era, já me bastava ser adotada e ainda tinha que ter esta coisa! Uma raiva louca me invadiu e me fez quebrar tudo o que estava no quarto, gritar, chorar até não aguentar mais. O meu peito doía, eu não queria mais ser diferente, que merda! Eu lutei tanto para ter normalidade, para não ser excluída, e agora esta coisa no meu corpo, ainda por cima até ao final da minha vida, fiquei encolhida no canto do quarto, enquanto as lágrimas já  começavam a parar.

A porta voltou a abrir e eram eles novamente, estavam surpresos com aquilo que encontraram, e foram se aproximando de mim.
Eles se sentaram do meu lado, me abraçando com cuidado. Eu não os parei, eu precisa daquilo! Apesar de eles me terem escondido as coisas, eu amava muito eles.

– Está tudo bem? Está mais calma? Nós estamos aqui, do seu lado! – Disse o Bill baixinho.

– Obrigada, mas não quero que tenham pena de mim! Eu odeio pena, odeio! – Disse encostado os joelhos contra o peito.

– Não, não! Você vai superar isto e vai se habituar! Como tudo, você vai superar. – Disse Tom.

Que rapidamente percebeu que tinha dito algo errado, pois eu o olhei com um olhar cortante. Como ele pode dizer isso? Como alguém se pode habituar a se furar todos os dias?

– Me habituar!?  Você acha mesmo isso? Acha que me vou habituar com isso, a parecer uma drogada, toda furada, outra vez me sentindo como uma deslocada. Com uma merda, que nunca vai passar, está colada comigo para o resto da minha vida! Nunca me vou habituar, nunca! Assim como nunca me vou habituar a ter sido adoptada, como sempre largada como um lixo, que os outros usam e deitam fora. Que ódio, que raiva! Só me atura porque foi obrigado a isso, sempre a segunda opção. – Disse com raiva.

– Eu não quis dizer isso! – Disse ele rápido.

– Pois, mas pensou! Me deixem sozinha! – Disse me virando de  costas para ele. Eu não queria escutar mais nada, ver mais ninguém, eu queria pensar sozinha! Como sempre, eu tenho que me acalmar e sair das coisas mais complicadas que me acontecem sempre sozinha! Eu tenho que superar sozinha, me virar sozinha! Só tenho que respirar fundo, pensar e vou achar uma solução! Isto não pode ser assim! Sem cura, para sempre! Mas porque!?

– Não, você vai me escutar! Eu não quis dizer aquilo! Você está dizendo isso, porque tem medo, do que vem por aí! – Disse ele.

– Não tenho medo! Tou cansada disto, cansada! Cansada de tentar não ser sufocada! – Disse - lhe.

– Estamos com você, mana! Não fica mal, não fica assim! Nós te amamos, não te aguentamos por obrigação! Nós te amamos muito, não nos trata assim! Por favor, isso nos machuca! Nos machuca de mais te ver sofrer desse jeito! – ele me disse.

– Eu vou chamar alguém, você está demasiado nervosa. – Disse Bill.

De repente entram dois enfermeiros dentro do quarto com uma seringa, que olhavam surpresos para o quarto todo destruído, eu tentei correr para não permitir que me drogassem.

– Mas como querem que não vos trate desse jeito!? Vocês querem me drogar! Me deixem em paz! – eu gritei enquanto corria.

Mas o Bill me segurou pelos braços com força e com a ajuda do Tom conseguiram me imobilizar enquanto os enfermeiros se aproximaram.
– Me soltem! Eu odeio vocês! Eu odeio! Eu nunca vos vou perdoar por isso! – eu disse enquanto me debatia com os dois.

Eu gritava e me debatia, eu não queria aquilo, até que senti algo me picando o braço, e um liquido entrar no braço. Depois de uns 5 minutos, comecei a sentir o corpo estranho. As mãos que tentavam lutar contra os meus irmãos já nem tinham força, os enfermeiros se afastaram e saíram a pedido deles, que agora eles cuidariam de mim.

– Eu…hum…odeio…- disse enquanto eles me seguravam.

Estava ficando cansada e com sono, nem conseguia colocar as palavras em ordem para fazer frases coerentes. Eu não queria ter falado aquelas coisas a eles, mas eles me enganaram e eu não suportava isso, eu não lidava nada bem com isso!

– Nos perdoa, mas é para o seu bem! Nós nunca iriamos te machucar! – disse Bill que passava a mão no meu rosto.

Eu estava grogue, com os olhos vazios, sem expressão, que se começaram a fechar e as pernas perderam força, e senti uns braços em minha volta.

POV Regina off

POV Georg on

Eu entrei no quarto, queria vê – la, falar com ela, mas encontrei o Bill e o Tom a segurando. Os olhos dela estavam tão vazios, sem vida, ela estava tão apática, e depois adormeceu nos braços deles. A cabeça dela se encostou no ombro do Bill, e ele passou um dos braços pela cintura dela, e a outra mão nos cabelos dela

– Nos perdoa, meu bem! Eu sei que foi tudo da boca para fora! Eu sei que você tem medo de se machucar! Tem de deixar de estar sempre se protegendo de todo o mundo! Pára de tentar ser indestrutível o tempo todo! – ele disse no ouvido dela.

– O que aconteceu? – eu perguntei um pouco tenso.

Depois olhei melhor o quarto e ele estava todo destruído, ela devia ter ficado bem nervosa com as notícias. Isso me deixava mal, bem mal, eu não queria ver ela sofrendo. Eu conseguia sentir o sofrimento dela! Eu queria tanto saber porque ela sempre se defendia de todo o mundo, era como se ela se estivesse sentindo a ser atacada o tempo todo!

– Ela ficou descontrolada, com as notícias. Tivemos que pedir que dessem um calmante nela! Nos ajuda a arrumar as coisas dela e a coloca – la na cama? O médico disse que ela poderia fazer o resto da recuperação em casa! – disse o Bill que me encarou.

– Ajudo sim! – eu sorri ao perceber que ela ia voltar para casa.

– Ela ficou com uma raiva da gente! Eu nunca a vi tão revoltada com a gente! Me deu medo! – disse Tom.

Eu ajudei o Bill a segurar ela, e a peguei no colo. Ela se aconchegou nos meus braços como se pedi – se segurança, aquilo fez o meu coração aquecer. Depois a coloquei na cama com cuidado.

Depois de arrumarmos tudo eles me pediram para eu sair só um pouco para eles colocarem alguma roupa nela. Eu me retirei do quarto, um pouco mais tranquilo.

POV Georg off

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Capítulo 23 - Broken Heart


POV Gabi on

– Claro! Melhor surpresa de todas! Tavamos com tantas saudades de você. – Disse o Bill colocando a sua cabeça no meu ombro.

– Ah, e não viram os presentinhos que eu trouxe para vocês? – Disse animada.

– Aquilo era para nós? Foi você? – Disse o Tom ainda mais triste.

– Sim claro, que é para vocês. Bem eu acho que não vou usar aquilo, mas vocês é que sabem! – Disse brincando.

– Vamos ver, que eu tôo ficando curioso – Disse o Bill sorrindo para mim.

Eles pegaram nos presentinhos e eu vi um brilho tão lindo nos olhinhos de cada um.

- Nossa, você lembrou? – Disse o Tom, que agora parecia ter ficado um pouco mais animado.


– Claro, que sim! Nunca que iria esquecer dos meus amigos! –Disse para ele sorrindo.

– Gabi, você não existe! Eu nem sei como continua assim, sozinha! –Disse o Gustav sorrindo.

– Que bom que estão felizes! E novidades, meninos? –Disse interessada, sentindo as minhas bochechas queimarem de vergonha.

– Não há nada de novo, só os shows e as entrevistas de sempre, você sabe! – Disse o Tom rapidamente.

– Ah, Tom, pára com isso! Você estava super animado com esses shows e agora está assim! Você quer me enganar!? Logo, eu!?  Por favor, eu sei que está acontecendo algo de muito errado com você! Você não quer falar sobre isso? Eu vejo que você está mal, eu consigo sentir! – Disse olhando nos olhos dele.

– Aposto que foram eles que vieram contar coisas! - Disse ele irritado.

– Não, não faz isso, por favor! Eles não tem nada com isso! Mas eu conheço  você, eu sei como você é e sei quando algo está errado, confia em mim! – Disse levantando o rosto dele com a mão.

– Mas…eu estou bem. – ele disse  sério.

– Tudo bem, só digo uma coisa. Eu estou aqui para tudo, para o bom e para o ruim. É só falar e conversamos quando você quiser. Assim que você estiver preparado!- eu disse olhando nos olhos dele.

– ok, obrigada! – Disse ele baixando a cabeça.

Eu vi os olhos do Bill demonstrarem agradecimento e vi o mesmo nos dos outros.

– Nossa, já sei que está todo o mundo apaixonado! Que fofinho! - Disse animada.

– Sim, aiiiii, estamos perdidos. – Disse Gustav com uma carinha tão fofa.

Eu vi os olhos do Tom ficarem ainda mais tristes. Mas o que está acontecendo aqui? Não estou entendendo nada, ele sempre fica com uma garota diferente todos os dias! Será que isso mudou? Quem será a sortuda? Agora estou curiosa!

– E você? Está tão linda! As fotos estavam lindas! Não há namorado novo não? – Disse o Georg.
Reparei que os quatro me olhavam curiosos. Eu senti o rosto começar a ficar vermelho de vergonha e sentir a minha pele quase queimar.

– Ah! Fico feliz que tenham gostado das fotos. Mas namorado, ainda não, continuo bem solteira! – Disse sorrindo tímida.

Vi os olhos de Tom mais animados, parecia que vi luz neles! Que estranho! Ele ainda ficou sorrindo para mim. A situação está ficando cada vez mais estranha, porque ele está a olhando assim para mim!? Os outros também ficaram sorrindo para mim! Mas o que está acontecendo, que só eu ainda não saquei!? Ok, eu vou confessar, uns meses para cá eu acho que estou gostando de verdade do Tom! Será que está tão claro assim? Mas, isso é impossível, eu não disse nada e não fiz nada. Além disso, eu adoro a nossa amizade, e não faria nada para que isso acabasse. Ou então, sou eu que estou ficando paranóica.

– Quando você vai voltar? – Perguntou o Tom, me tirando dos meus pensamentos.

– Quando vocês partirem de Nova Iorque, vou passar umas mini férias com vocês! Mas se não quiserem, vou mais cedo! – Disse séria.

– NÃO, NÃO! Quero que você fique! – ele disse tão rápido e alto que me assustou.

– Ok. – Disse sorridente.

– Gabi, você se importaria se eu fizer uma coisa? – Ele me disse sério.

–Não, eu confio em você! - disse.

Os outros nos olharam sem perceber o que ia acontecer depois.

– Eu também confio em você! – ele disse, parecendo triste de repente.

– Tom, você tá me deixando curiosa! O que você queria... – Disse curiosa, mas fui interrompida, quando senti as mãos dele puxarem a minha cintura e os lábios dele me beijarem com violência e com muita vontade. Eu tinha os olhos abertos e olhava para os outros na sala. Não estava entendendo nada, e vi os outros rindo. Por momentos deixei me levar, fechei os olhos e coloquei as mãos no pescoço dele, e esqueci da vida. O que será que isso significa? Quando nos separamos por falta de ar. Ninguém disse nada, nem eu sabia o que pensar. Mas que desespero todo foi aquele para me beijar assim? As garotas não vão acabar na terra! Será que é alguma aposta entre eles? Não, não pode eles não fariam isso comigo.

– Mas o que foi isso, Tom? Mas será que alguém me pode explicar o que foi isso!? -  Disse calmamente mas muito confusa.

– Ah, eu… - Disse baixando o olhar. Parecia tímido. (desde quando ele é tímido? Isso está cada vez mais estranho!)

POV Gabi off

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Capítulo 16 - Express your love


POV Tom on
– Descansa, você precisa de tempo para se adaptar a essa nova fase! – eu disse calmo.
Mas eu devia ter ficado calado!
– Nova fase? Que fase? – ela perguntou tentando se endireitar na cama.
– Ele tá falando do tratamento que você vai começar! –Disse Bill.
– Tratamento? – Disse surpresa.
– Sim! Mas com calma o médico vai explicar tudo. – Disse Bill meio atrapalhado.
É, nós ainda não tinhamos dito essa parte a ela.
–Mas o que é que ainda eu não sei? Digam! Eu quero saber! – Disse ela nervosa.
– Calma, calma! O médico vai explicar! – eu disse.
– Não vai nada! Vocês vão me dizer o que está acontecendo agora! Já! – Disse ela cada vez mais irritada e nervosa.
– Mana, não…Fica assim! – Disse Bill tentando se aproximar para abraça – la, mas ela o afastou bruscamente, e olhou para nós chateada.
– Saiam! - Disse ela tentando parecer um pouco mais calma.
– Mas… - Disse tentando que ela olha – se para mim.
– JÁ DISSE SAIAM! SAIAM! SAIAM DAQUI, JÁ! – ela disse descontrolada.
– Nós não vamos sair! – eu disse num tom grave.
– SAIAM, SAIAM, SAIAM! – ela disse com lágrimas nos olhos.
Pov Tom off
Pov Regina on
Eu sentia que deviam estar me escondendo algo e não queriam me dizer! O pior que podiam me fazer era esconder as coisas, tentar me enganar então, eu ficava louca de raiva, ficava muito descontrolada! Algo estava muito errado nessa história! Eu estava doente, mas como? Não pode ser! Eu sou saudável, sempre fui, não é!? Eu estava confusa, e sem saber o que pensar, como reagir! Eu me levantei tentando faze – los sair, mas não tinha mais força, nem física nem psicológica. Fora que ainda estava fraca.
– Pára! Pára! – Disse Tom segurando os meus pulsos com força para me fazer parar por uns momentos enquanto de repente a porta do quarto se abre e o médico entra.
– Não! Odeio que me escondam as coisas, e vocês sabem isso! – eu gritei com eles.
– Boa tarde! O que tá acontecendo? - Disse o médico surpreso enquanto entrava no quarto.
– Bom tarde! Não tá acontecendo nada! Eu quero saber o que tá acontecendo comigo, agora! Fale, conte logo de uma vez o que eu tenho! – eu disse séria.
– Bem, eu vou contar então, mas se acalma um pouco! Senta um pouco! – disse o médico que olhava para os meus irmãos.
– Deixa de me enrolar, que eu não tenho paciência para isso! Conta de uma vez o que tá acontecendo afinal! Ponha as cartas na mesa, e me conte! – eu disse respirando fundo.
– Bem, você sofre de hipoglicemia, falta de açúcar no sangue, ou seja , tem diabetes! Tem que fazer tratamento! Você sabe que isto não tem cura!? Tens que tomar injeções de insulina todos os dias da sua vida, e medir o açúcar no sangue. – Disse o médico com calma.
– O que? Eu vou me injetar todos os dias, vou parecer uma drogada! Toda furada! Como não tem cura!? Ah, claro que nova fase de vida legal né!? Eu  deveria pular de alegria, né!? Ainda tenho que ter calma! Mas tão zoando comigo é!? Claro que é impossível ter
calma, com uma coisa dessas! – Disse ainda mais nervosa.
– Você tem mesmo que o fazer se não as consequências iram ser mais graves do que esta que você sofreu! – Disse sério.
– Que legal, né? Era isso que vocês me queriam esconder? Quanto tempo estavam pensando em me esconder isso? Por quanto mais tempo, vocês iam me fazer de idiota, ãh? – eu disse completamente descontrolada, e comecei a empurrar o Bill que me olhava assustado, enquanto o Tom tentava me segurar, mas era impossível porque eu tava fazendo muita força.

– Calma, você tem que se acalmar! Você não pode ficar nervosa desse jeito! Isso não faz bem para você! Você acabou de acordar de um coma! – ele disse me segurando pela cintura.
A raiva já estava passando pelo menos um pouco, e agora eu queria ficar sozinha.
– Me solta! Eu não quero falar com vocês! – eu disse tirando os braços do Tom de volta de mim, e me afastando deles.
– Re! Não fica brava com a gente! Nós só queríamos te proteger! – disse Bill tentando controlar o choro.
– Para vocês é Regina, ouviram bem!? - eu disse séria.
– Por favor não faz isso! – ele disse
– Por favor saiam! Me deixem em paz só um pouco! –Disse séria.
– Não! – Disseram os dois.
– Por favor, depois voltam a entrar ok!? Eu preciso de 10 minutos para pensar sozinha! Eu preciso ficar sozinha! – Disse olhando pela a janela.
– Ok, mas só dez minutos, ok! Por favor, nos perdoa, nós só queríamos te proteger! Você sabe que nós estamos sendo sinceros! Não nos trata com essa frieza, por favor! – Disse Tom baixando o olhar.
POV Regina off

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Capítulo 22 - Broken Heart


POV Gabi on

Nos dias seguintes, eu nem conseguia dormir, estava muito preocupada com ele. Os pensamentos estavam sendo torturantes, até que eu tive uma idéia.
Como estava de férias (mini – férias) resolvi ligar ao David para colocar o meu plano em ação.

–Oi! David é a Gabriela. Tudo bem com você?

– Oi! Tudo ótimo, Gabi! Nossa tôo morrendo de saudades de você também, linda! Você está bem!?

– Tôo bem sim! David, eu preciso de você!  Posso pedir a sua ajuda para uma coisa que eu quero fazer!?

- Claro, Gabi!

– Bom, o Bill me disse que vocês estão tendo uns problemas com o Tom e eu queria ajudar. 
Tenho uma idéia mas preciso da sua ajuda, você pode me ajudar?

– Claro, sim é verdade mesmo isso está ficando cada vez pior. Toda a ajuda que vier é bem vinda! Qual é o seu plano? Se você pudesses falar com ele, você é a única pessoa que ele escuta!

– Eu sei que você está preocupado pela banda e tudo mais! Mas e se eu fosse mesmo conversar com ele, sabe pessoalmente? Estava pensando em aproveitar as minhas mini – férias para conversar com ele, queria fazer uma surpresa! Onde vocês estão agora?

– Meu deus, eles vão surtar! Vão ficar loucos de felicidade! Acho que o Tom iria ficar super  feliz e parar com isso. Nós agora vamos ficar em Nova Iorque por 5 dias, por conta das entrevistas e etc… Quando você pode vir?

– Se não for incomodar posso partir essa noite mesmo e chego amanhã de manhã.

– Vem sim, não é incomodo nenhum. Mas sim, uma honra. Você quer que marque aqui o seu quarto?

– Sim, se você puder, por favor. Obrigada. Mas fica o nosso segredo?

– Sim, sim não se preocupa. Agora vem logo, linda. Beijos

– Pode deixar. Beijos

Desliguei o telefone e fui arrumar tudo. Me lembrei de levar um boné que ele tinha ficado vidrado quando fomos os dois passear numa tarde de sol e os cd´s que o Bill disse que queria ter comprado mas por falta de tempo não comprou. Ah, claro para o Gust, eu tinha umas baquetas que um amigo me fez devido a um pedido especial meu, com a gravação de Best friend. O Georg, ah sempre tão brincalhão e engraçado comigo, tinha comprado uma camiseta da banda favorita dele e consegui que a banda assina – se a camiseta para ele. Fui na direção do aeroporto e o voo foi bem tranquilo. Acabei por dormir quase o voo todo, já estava em Nova Iorque.  Peguei um táxi para o hotel e rapidamente cheguei. Fui para o quarto que o David tinha reservado para mim, arrumei tudo e tomei um bom e longo banho. O David já sabia que ei tinha chegado e me disse que eles só voltariam daqui a 2 horas e que eu poderia entrar no quarto do Bill sem problemas. Eles sempre se encontravam lá quando chegavam das entrevistas. Deixei os presentes em cima da cama do Bill e comprei uma caixa com um papel de bem bonito e com um lacinho bem bonito, como se fosse um presente. Comecei a escutar as vozes deles a se aproximarem e eu me escondi na caixa, para fazer surpresa. No caixa dizia “ From: Hamburg To:Nova Iorque”.

Eles entraram no quarto e ficaram curiosos com a caixa, o David suspeitou logo que só poderia ser coisa minha. Eu estava tentando me controlar para não rir.

– Que caixa é essa? – Disse o Bill curioso.

– Acho que é para vocês! – Disse o David

– Deve ser mais uma louca, que quer dormir comigo! Quer experimentar as maravilhas do Tommy! – Disse o Tom se achando e eu acabei rolando os olhos.

– Ah! Pára de se achar. Deve ser para todos. E se abrirmos? – Disse o Georg curioso.

– E se for uma bomba? – Disse Gust com medo.

– Ah, uma bomba! Nem faz, aquele barulhinho dos relógios, tic tac, nem nada! –Disse Bill rindo.

– Vamos abrir! – Disse o Tom curioso.

Antes que eles tivessem tempo de fazer alguma coisa, eu pulei da caixa e gritei super animada:

– SURPRESA!

– Não tôo acreditando! – Disse o Bill completamente surpreso.


Eles ficaram parados me olhando, com a boca aberta.

– Nossa, eu poderia ser uma bomba, ou outra louca que queria experimentar as maravilhas do Tommy? Ah,  nossa, nem dizem nada! - Disse rindo da cara deles.

O Tom correu com lágrimas nos olhos e me abraçou com tanta força, parecia que não queria me soltar nunca mais. Ficou assim um bom tempo, e  eu retribui e o abracei com vontade, 
senti tanta falta do cheiro dele.

–  Lindo, então? Não fica assim! – Disse me soltando dele e dei  um beijo na sua testa.

– Ah, que saudades! – Disse Georg me abraçando pela cintura.

O Gus e o Bill deram um super abraço muito fofo, ah eles são muito fofos. David também me abraçou carinhosamente.

– Gostaram da surpresa? – Disse sorrindo.

POV Gabi off