segunda-feira, 4 de março de 2013

Capítulo 26 - Broken Heart


POV Gabi on

– Claro.- Disseram os quatro ao mesmo tempo.

Eles olharam para mim, não estavam entendendo, porque queria parar assim do nada. Eu me sentei no chão e coloquei a cabeça entre as pernas, para a pressão subir. Estava me sentindo cada vez pior.

– Calma, já passou, Gabi! – Disse Gustav, já que os outros só estavam conversando.

Pensavam que eu só estava assustada.

– Eu sei! – Disse com a voz fraca.

Tentei me levantar, mas acabei caindo sentada. Nossa, que tontura forte!

–Está tudo bem? – Gustav estava começando a ficar preocupado.

– Estou bem, obrigada, Gust. – Sorri para ele.

Dessa vez consegui me levantar com calma. Começamos novamente a caminhar, já estavamos perto do hotel. Até que apertei o braço do Tom, estava ficando muito tonta de novo.

– O que foi, meu amor? – Disse ele olhando para mim.

– Nada, amor! – Disse com a voz baixa.

– Como nada? Está tão pálida! Tá passando bem? – Ele me olhou preocupado.

– Eu estou bem! – Disse baixando a cabeça.

 Ele me abraçou com força e me apertou contra o seu peito.

– AIIIIIIIIII! – Gritei de dor.

Ele tinha tocado no meu machucado, o que me provocou uma dor muito intensa.

– Desculpa, amor! O que aconteceu!? – Ele retirou as mãos da minha cintura e olhou as suas mãos cobertas de sangue.

– Meu deus! Gabriela, você está sangrando! – Ele disse nervoso.

– Calma! Não é nada de mais! – Disse com a voz fraca.

Os outros olhavam assustados para as mãos dele, completamente cobertas de sangue.

– Só preciso que você faça o que eu disser para tirar isso das minhas costas, ok? – Disse firme.

– Não, não! Nós vamos para um hospital agora! – Disse preocupado.

– Tom, deixa de ser exagerado! Isso não é nada de especial! – Disse irritada.

– É sim! Você vai fazer o que eu quero! – Disse bravo comigo.

Eles agora falavam os quatro nervosos, já nem estavam discutindo comigo, mas sim uns com os outros. Eu estava me sentindo cada vez com menos força, me encostei na parede de um dos prédios. Comecei a enxergar tudo rodando e começando a escurecerem. Até que cai no chão desmaiada, provocando barulho. Os garotos me viram caída no chão e rapidamente os quatro correram na minha direção.

– Acorda! Amor? Fala comigo, não posso te perder! Não me deixa, por favor! Eu imploro, fala comigo! Abre os olhos! - Tom estava desesperado.  

Ele virou o meu corpo,  tirou os meus cabelos do rosto e me viu sem reação, sem vida, parecia morta. Puxou o meu corpo para junto do seu e encostou os seus lábios nos meus, como num ato de desespero de me fazer acordar. As lágrimas rolavam sem parar do rosto dele, a dor estava consumi - lo como se fossem chamas.

– Calma, mano! – Disse o Bill com o irmão agora chorando no seu peito.

– Já estou chamando uma ambulância! – Disse o Georg com o celular nas mãos e dando as indicações.

POV Gabi off

POV Tom on

– Viu o que você fez? Se não tivesse a idéia idiota de discutir com um assaltante, nada disso tinha 
acontecido! Ela para te proteger acabou por colocar a própria vida em risco. – Disse Gustav nervoso.

– Gustav! –Repreendeu o Bill.

– É verdade, Bill! Nós vamos perde – la por culpa dele! – Disse cada vez mais alterado.

– Pára com isso! Já estamos nervosos o suficiente! – Gritou Georg.

A ambulância chegou e a levou numa maca. Chegando no hospital levaram – na para o centro cirúrgico e tiraram a bala do seu corpo, fizeram uma transfusão de sangue para repor tudo o que ela havia perdido. Agora ela já estava recuperando. Enquanto isso nós estávamos na salinha de espera muito ansiosos.
Até que o médico chegou à sala….

– Vocês são familiares da garota que foi baleada? – Perguntou o médico

– Sim, somos primos e ele é o namorado. – Disse Bill, porque tinha que dar uma desculpa para podermos vê - la.

– Ok, ela já está começando a recuperar. Está um pouco fraca, peço que não deixem ela fazer esforços, nem pegar em nada pesado. É essencial que ela se alimente muito bem, perdeu muito sangue e teve que se fazer uma transfusão sanguínea. Se quiserem podem vê – la.

– Obrigada, doutor. – Disse Gustav.

Nós entramos no quarto e ela estava com muitos fios e toda ligada a máquinas.Eu senti um alívio quando olhei para ela. Eu a vi começando a abrir os seus lindos olhos.

POV Tom off

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