POV Bill on
Pacientemente nós trocamos roupa dela, e pegamos na bolsa com as
coisas dela. Eu levei bolsa dela, enquanto o Tom a carregava nos braços dele
completamente adormecida. Ele a colocou no banco de trás do carro, com o casaco
dele por cima do corpo dela, enquanto eu me sentei colocando a cabeça dela no
meu colo, fazendo carícias cabelo dela. Chegamos a casa e o Tom a colocou na
cama, onde colocamos várias cobertas por cima dela, e a deixamos dormindo
tranquila, como se o furacão que a invadiu não sequer estivesse estado ali. O
Georg e o Gus foram nos acompanhando assim como o Andreas. Eles nos ajudaram a
cuidar dela direitinho, e depois descemos e resolvemos relaxar um pouco, indo
para o jardim da casa e nos deitamos nas cadeiras jogando conversa fora .
POV Bill off
POV Regina on
Acordei confusa, eu estava no hospital, não em casa, mas que
coisa!? Eram cerca das 18.00 da tarde e tinha que retomar a minha vida ou seja,
faculdade. Pelo menos nos livros e naquele lugar eu podia esquecer um pouco
esta história toda! Eu sei que parece que estou fugindo, e internamente eu
estou querendo fugir mesmo, eu não estou conseguindo interiorizar que tenho uma
coisa destas para o resto da
minha vida! Fiz a minha higiene “matinal” e olhei para o meu móvel onde tinha as seringas com a insulina e o medidor de açúcar do sangue. Eu me arrumei, penteei os cabelos, nossa eu nem reparei, mas eu tive tanto tempo no hospital. Eu desci as escadas e peguei as chaves do carro, mas quando já estava na porta, sou surpreendida.
minha vida! Fiz a minha higiene “matinal” e olhei para o meu móvel onde tinha as seringas com a insulina e o medidor de açúcar do sangue. Eu me arrumei, penteei os cabelos, nossa eu nem reparei, mas eu tive tanto tempo no hospital. Eu desci as escadas e peguei as chaves do carro, mas quando já estava na porta, sou surpreendida.
– Onde
a mocinha pensa que vai? – Perguntou o Gus.
– Oi,
para você também! Prazer em te ver! Eu vou sair! – eu disse.
– Não
vai nada! Ainda está fraca, tem que recuperar! – ele disse sério.
– Qual
é, agora todo o mundo vai ficar pegando no meu pé? – eu perguntei séria e me
virei para encara – lo.
– Vamos
sim pegar e muito no seu pé! – ele disse ainda mais sério.
–
Adeus, eu vou indo e ponto final! – eu disse virando as costas a ele.
– Adeus
nada! – disse o Andreas.
– Mas
que é isso? Uma revolução? Um exército me controlando? Mas que saco! – eu disse
bem irritada.
É vocês
já devem ter percebido que eu fervo em pouca água, estouro com muita
facilidade! Perco fácil, fácil a minha paciência!
– O que
está acontecendo? Vocês nunca mais vêem! – Disse o Tom que os distraiu e eu
sorri.
Legal!
A minha chance de sair daqui sem ninguém perceber! Sai de fininho sem ninguém
ver! Prova superada com sucesso! Livre, aleluia! Detesto que me controlem!
Odeio isso!
– A
Re!? Ela disse que ia sair e nós viemos a tempo de impedir! Alias onde ela se
meteu? – perguntou o Andreas.
– Mas
ela estava aqui ainda a 10 segundos! – disse o Gus.
–
Vamos! Ela ainda deve estar indo para o carro! – disse o Tom.
Eu
estava caminhando rápido até ao carro, abri a porta para entrar, e de repente
senti umas mãos pucharem a minha cintura, com suavidade. Ai, fui apanhada na
minha fuga! Mas que chato! Acabaram com a minha diversão!
– Vem
para a casa, por favor! – Disse o Ge. Que é isso? Ele é a pessoa que eu menos
esperava me dizer isto.
– Ge,
eu tenho que ir à faculdade, eu não posso parar mais a minha vida! – disse
calma olhando nos olhos dele.
– Faz
isso amanhã! Eu juro que te levo lá amanhã, oK? – ele disse bem tranquilo.
– Mas…
- eu ia responder. Ele me olhou quase suplicando.
– Por
favor! – ele disse.
– Tudo
bem, você me convenceu. Eu posso fazer isso amanhã, então. – eu disse, e ele me
ajudou a sair do carro.
–
Obrigada! – ele sorriu para mim.
– Eu
que agradeço o cuidado. – e sorri para ele.
Nós
voltamos para casa, enquanto já vinham correndo na nossa direção, eu ri.
– O que
foi? – disse o Ge me olhando confuso.
– Olha
isso! Ai vem bronca com certeza! Ainda por cima vinham acabar com a minha
diversão! Até que isso estava divertido! – eu continuava rindo, e ele riu do
meu comentário.
– Onde
a mocinha pensava que ia? Você é doida, não pode sair de casa, tem que
recuperar! – Diz o Bill começando a me dar uma bronca.
Eu e o
Ge rimos que nem uns perdidos.
– Eu
não disse! – e olhei para ele.
– É,
você tinha razão!- ele disse.
– Desde
quando vocês estão com essa cumplicidade? – Perguntou o Tom.
– Não
foi nada, mas as razões dele foram mais convincentes que as vossas para ficar
em casa.- eu disse.
– ok,
vamos para casa! – disse Tom sério pegando no meu braço.
–
Nossa, vocês estão muito chatos, sabiam!? Eu até que me estava divertindo de
mais, mas vocês fizeram questão de acabar com isso! – eu disse rindo.
– Se
divertindo, às nossas custas! – disse ele sério e eu fiz um sorriso de criança.
– E não
é que era mesmo! – eu disse rindo.
–
Também não é preciso ser tão sincera! – disse o Bill.
–
Desculpa! Mas eu não resisti! – eu disse ainda rindo.
– Você
é muito rebelde! Nossa eu quero ver o homem que vai dar conta desse fogo todo,
dessa independência toda! Eu não ia aguentar isso! – disse o Andreas sério.
– Ah! É
difícil mesmo dar conta do recado, porque eu faço o que eu quero, não o que os
outros querem! Quem não gostar azar, tem que engolir na mesma! Mas olha que é
bem divertido, nunca ninguém sabe o que eu vou fazer depois! É demais! – eu ri
e eles também.
– Você é muito louca mesmo! Caraca! Você lembra quando um garoto
a quis beijar, ela a avisar o cara que não, e ela mordeu a língua do cara! Ele
saiu rogando praga para ela! – disse Bill rindo.
POV Regina off
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostaram!? Deixem os vossos comentários que eu vou adorar ler cada um. Bjs