quinta-feira, 16 de maio de 2013
Express your love - Capítulo 26
POV Regina on
– Tenho a certeza. Vamos? – Disse me levantando e segurando a mão dele.
– Ok, então vamos! – Disse ele.
– Obrigada, por me ter ajudado.
– Sempre que você precisar. Fiquei preocupado. – Disse beijando a minha bochecha.
– Já passou, não precisa de ficar mais! – disse o abraçando.
– Então vamos. – Disse ele me ajudando a ficar de pé.
POV Regina Off
POV Georg on
Eu estava passando pelo corredor, quando escuto algéum chamando o meu nome e o dos gemeos. De repente, vejo a Re deitada no chão do corredor! O que aconteceu com ela? Será que ela tá passando mal? Na mesma hora o meu coração apertou, eu fiquei preocupado.
Eu me ajoelhei junto dela, e ela começou a tentar me explicar o que tava acontecendo! Ela estava quase fechando os olhos, e não aguentando. Eu não ia deixar isso acontecer de novo, eu corri o mais rápido que eu consegui para o carro dela e peguei o estojo com as injeções.
Quando eu cheguei, ela estava ficando sem cor alguma, as mãos dela estava tremendo de mais, eu ainda estava ficando mais preocupado. Ela me explicou como eu deveria dar a injecção, e fiz com o maior cuidado, para não machucá – la. Eu estava tentando a todo o custo que ela não adormece – se! Eu peguei a mão dela, e consegui sentá – la, mas a cabeça dela ficava pendendo para a frente. Passado algum tempo senti a mão dela aquecer. Ela parecia melhor, depois ela me abraçou e me agradeceu por te – la ajudado. Que susto! Ainda bem, que eu estava em casa dela! Ainda bem que estava por perto para ajudá – la! Eu vou ficar mais atento nela!
Pov Georg off
Pov Regina on
Seguimos até à cozinha juntos e fiz um bom café da manhã para os dois, comemos, rimos, conversamos. Eu depois fui fazer a minha higiene matinal e me vestir o mais confortável possível.
Peguei no meu bloco e fui conversar sobre o que tinha acontecido naquela noite, para a garota o acusar. Ele me contou que apenas tinha falado com ela e ofercido uma bebida, mas como não deu bola, ela disse que ia se vingar dele. Já não bastava ela ter feito a acusação dele para a policia, como também fez entrevistas sobre isso.
– Ge, fizaram exame de corpo de delito? – eu perguntei o encarando.
– Não, o que é isso?
– Bem, um exame que ajuda a saber se a garota que foi estuprada, ou seja, se tem marcas no corpo, supostamente feitas por você, e semen ou o teu esperma, como você quiser chamar, no corpo dela. Como não você
não fez nada, não vão encontrar nada. Há testemunnhas de te terem visto com ela?
– Ah, ok! Sim, os seus irmãos, o Gust e o dono do bar.
– Boa, então eu vou começar me mexendo. Aliás disso, no Raio x também se vê isso, normalmente os ossos alargam, devido à violência e as roupas dela e as suas dessa noite tem que ir para a análise. Outra coisa, ninguém que é estuprado quer se expor desta maneira na midea, logo ela já está perdendo por aí. Vai ser mais fácil do que eu pensei. – Disse séria.
– Uau, você é melhor do que eu pensei. Ainda bem que você aceitou me defender. – Disse ele mais aliviado.
– Você vai ver, eu vou pedir que ela faça um desmentido na imprensa. Vocês vão sair com a imagem limpa dessa história. Deve ser mais uma louca que queria tirar ventagem de vocês como não conseguiu, está fazendo isso. Vou fazer o meu melhor, ela vai se arrepender de ter cruzado no nosso caminho. Vou destruir ela em tribunal, se meteu com quem não devia. Ainda vou pedir a opinião de um psiquiatra, assim tenho uma opinião médica.
– Obrigada, mais uma vez.
– Não me agradeças, vai ser um óptimo caso para eu defender. Além de te ajudar, e aos meus manos. – Dissse sorrindo.
– Obrigada, linda. – Disse sorrindo.
– Então vou começar a resolver tudo, quer vir comigo? – Disse
– ok, eu vou com você.
Fui ao tribunal e pedi uma intimação para a vítima fazer exame de corpo delito, a análise e um raio x à bacia, e uma consulta psiquiatrica. Depois me dirigi ao Bar, falei com o dono que se disponibilizou imediatamente para depor a favor, e alguns dos empregados daquela noite. Eu estava muito cansada depois de resolver tudo isso com o
Georg. Ele ficava me olhando o tempo todo.
– Ge, você quer jantar com a gente? – eu perguntei sorrindo.
– Ah, quero sim! Se não for incomodar! – ele disse sorrindo para mim.
– Você não incomoda nunca! – eu disse o encarando.
– Vamos? Dessa vez sou eu que dirigo, você parece muito cansada. – ele disse beijando a minha bochecha.
– Eu tou muito cansada mesmo! Aquilo de hoje de manhã, também me cansou de mais! – eu disse arrumando uns papeís na minha bolsa.
– Você me deu um susto! Eu fiquei muito preocupado com você! – ele disse baixando o olhar.
– Não fica assim! Eu tou bem, não aconteceu nada, porque você tava lá para me ajudar! – eu disse pegando o rosto dele, fazendo o olhar nos meus olhos.
Aqueles olhos dele, são tão bonitos, profundos, me encantam tanto! Ai, meu deus, mas o que eu tou pensando!? Tou doida, só pode!
Nós ficamos nos olhando por um bom tempo sem dizer nada, parecia que nos tavamos conhecendo.
POV Regina Off
POV Georg on
Nós fomos para casa dela, e eu juro, eu não conseguia parar de a olhar, aqueles olhos, aquela boca, ela me chamava. Eu queria tanto sentir a pele dela, os lábios dela tocando nos meus. Aqueles nossos beijos, não saiam da minha cabeça de jeito nenhum, mas se eu a beija – se ela ia brigar comigo, e agora que estavamos amigos, eu não ia destruir isso. Ela estava me ajudando tanto, eu não posso estragar isso! Mas eu fico tão estranho quando estou perto dela, o meu coração bate bem forte e rápido, só de ela falar comigo, eu nem consigo me concentrar em durante o dia todo, só consigo pensar nela. O cheiro dela parece que se entranha em mim, fica colado na minha mente e na minha pele. Eu tou ficando louco sem puder toca – la e dizer que a quero de mais!
Chegamos em casa e ela estava dormindo no banco do carro, ela estava tão tranquila, eu podia ficar ali a noite toda a olhando sem nunca me cansar.
– Re! Re! Querida chegamos! – eu disse passando as costas da minha mão na bochecha dela.
Ela abriu os olhos bem devagar, e me encarou com um sorriso, esfregando os olhos que estavam cheios de sono.
– Desculpa, peguei no sono! – ela disse com a voz ainda arrastada.
– Não tem problema, você tava cansada mesmo! – eu disse.
– Vamos para casa, o Andreas também deve estar aí! – ela disse abrindo a porta do carro.
– Ok! Vamos então! Re? – eu disse meio receoso.
– Sim, algum problema? – ela disse me encarando preocupada.
– Obrigada por tudo o que você está fazendo por mim, meu bem! – eu disse corado.
– Ah, não fica assim, eu tou adorando puder te ajudar! Se anima um pouquinho, por mim! – ela disse e passou uma mão nos meus cabelos.
– Ok! Eu vou tentar, mas só porque é você que tá me pedindo. – eu disse sorrindo timido.
– Que bom! – ela disse me olhando.
Depois entramos em casa, e todos estavam se preparando para se sentar na mesa.
POV Georg off
POV Regina on
– Ah, chegaram finalmente! Já tava ficando preocupado! Regina custava ligar avisando que ia chegar mais tarde? – disse Tom me encarando sério.
– Me desculpa, não era minha intensão te deixar tão preocupado! Mas eu tava trabalhando até agora! Discussão agora é que não, eu tou cansada! – eu disse me sentando no sofá.
– Mas você nos deixa preocupados, e não quer que a a gente brigue com você!? – ele disse irritado comigo.
– Olha aqui, me escuta bem! Eu tava trabalhando para que tudo dê certo nesse julgamento, para que consiga manter a imagem da banda intata, sem um único arranhão, e é assim que você reage!? – eu disse irritada.
– Tom, calma! Você ainda diz alguma coisa que depois poderá se arrepender! – disse o Bill tentando acalmá – lo.
– Deixa Bill! O Tom é um exagerado, deve achar que eu tenho 5 anos, mas não tenho não! Para sua informação, eu sou uma mulher, não uma menina! – eu disse séria.
Ele começou a rir debochado de mim. Pronto, era a gota de água para mim!
– Nossa, é sério!? Se não fosse a gente, você nem sobreviveria! Você não consegue fazer nada sem a gente! – ele disse rindo.
Os meus olhos ardiam de raiva e ódio, como nunca arderam antes. Ele estava me machucando feio.
– Tem certeza disso!? Eu já vivi num orfanato antes de viver com vocês! – eu disse séria, e fui até ao móvel e peguei as chaves do carro.
– Grande coisa! Você sem nós nunca seria nada! – ele disse rindo.
– Isso é o que você acha!? Pois apartir desse momento pode esquecer que eu existo! – eu disse saindo e batendo com a porta.
Pov Regina off
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