quinta-feira, 11 de abril de 2013
Capítulo 2 - Make Me Pure
POV Bill on
O Tom estava com uma cara emburrada, bem emburrada, só sentia vontade de rir da cara dele.
– Ela é divertida! – eu disse sorrindo.
– Bill, deixa de ser idiota. É só uma empregadazinha, nem é bonita nem nada! – disse o Tom cruzando os braços.
– Você diz isso porque ela te enfrentou de cara! – eu disse sério cruzando os braços. – E nunca nenhuma garota teve essa coragem!
– Não, claro que não! – ele disse sério.
– Aí gente! Vocês conheceram uma menina chamada Julieta!? Assim com os cabelos castanhos claros e olhos verdes intenso! Bem divertida! E por sinal, linda, com um corpão maravilhoso, cheio de
curvas, as pernas então… Aquelas pernas longas, todas torneadas e bronzeadinhas. Melhor de tudo com um senso de humor, muito bom. – disse o Georg rindo.
– Sim, acabamos de conhecer! Ela é muito divertida mesmo! Mas o que ela te disse!? – eu disse sorrindo e começei a rir da descrição do Georg.
– Ela ficou admirada com o meu cabelo e ficou inspecionado os meus fios. Ainda disse que eu tinha que dar a fórmula do meu shampoo para ela. Que não valia, eu ter um cabelo mais bonito do que todas as meninas, que era golpe baixo. – o Georg disse rindo.
– Adorei ela, super animada! – eu disse sorrindo e Tom ficava cada vez mais emburrado.
– Do que estão rindo!? – disse o Gus.
– A gente te conta no café da manhã! – eu disse animado.
Horas depois todos tinham saído e eu estava ali sentado na minha cama ainda por fazer me sentindo sozinho de novo.
Até que ouço alguém bater na porta e pedi para entrar. Ah, era a Julieta carregada de lençois e toalhas limpas.
– Julieta, é você! – eu disse desanimado.
– O que aconteceu!? Tá triste! – ela disse colocando as coisas num pequeno sofá.
– Ah, eu tou aqui sozinho! Todo o mundo saiu. – eu disse.
– Ah, não tá mais sozinho, eu tou aqui! Bem, eu tenho que arrumar o quarto, mas se você quiser ficar enquanto eu arrumo. Eu sou uma ótima ouvinte! – ela disse sorrindo.
– Não! É chato! – eu disse e ela riu.
– Como você é diferente do seu irmão!? Eu acho que não deve ser nem um pouquinho chato! Me conta! – ela disse e eu sorri.
– Eu…sei lá, eu sempre consegui realizar os meus sonhos. Eu e o meu irmão formamos uma banda, Tokio Hotel, eu depois quero que você escute as nossas músicas. Mas eu não me sinto completo, nem totalmente realizado, entende!? É como se falta – se um pedaço de mim. – eu disse baixando a cabeça.
– Claro, que entendo! Entendo, sim! Você tá falando do Amor, que ainda não encontrou a pessoa certa! Mas isso leva tempo, quando você for ver, ela vai estar aí do seu lado. De repente, puff num passe de mágica, ela caí na sua vida. – ela disse e eu sorri.
– Você acha mesmo!? – eu disse sério.
– Ah, com certeza! Você tem tudo o que uma mulher gosta, pelo que eu percebi. Bill, escuta só uma coisa! Antes de nascer o amor, é fundamental que exista amizade, uma amizade forte. Quando existe amizade e confiança, é muito mais fácil que a relação seja muito mais sólida, o amor seja muito mais profundo! – ela disse sorrindo enquanto acabava de arrumar a minha cama.
– Nossa, falou de um jeito tão pessoal, até fiquei arrepiado. Mas eu tou só falando de mim! E você!? Me conta coisas de você!? – eu disse interessado.
– Eu não tenho nada para contar. Eu não sou interessante. – ela disse enquanto já estava trocando as toalhas do meu banheiro.
– Ah, mas eu tenho certeza que você já teve um grande amor ou pelo menos uma grande paixão! Pelo jeito que você falou! – eu disse sorrindo.
Ela baixou a cabeça timidamente e sorriu.
– Não, Bill! Mas eu também procuro o amor verdadeiro como você! Só acho que tem que ser uma relação especial e de muita confiança. Mas as garotas são sempre mais sonhadores, mais românticas. – ela disse e eu sorri com a honestidade de ela. Ela parece daquelas pessoas que se pode confiar de olhos fechados.
O Tom entrou correndo no meu quarto todo animado.
– Bill, Bill! Você não sabe como tem mulher aqui! Ai, meu deus, uma mais bonita que a outra. Eu quase que me descontrolo no meio da rua, com uma menina super linda que me deu bola.
– Tom, tá bom já entendi. – eu disse sério.
– Não! Ah, não acredito, você ficou pensando naquele menina idiota! Ela é super feia, só os olhos verdes dela é que são bonitos. Além disso, ela só se acha engraçada. Pára de pensar nessa tal de Julieta! Aposto que ela tava jogando charme para a gente, e que nos conhece
muito bem. Se fazendo de burrinha. – ele disse e eu arregalei os olhos.
– Cala a boca! – eu disse sério.
A Julieta saiu do banheiro e continuou arrumando o quarto sem dizer nada.
– Julieta, desculpa! O meu irmão não quis dizer issso. – eu disse.
– Ah, não tem problema! É a opinião dele, não posso fazer nada para mudar isso. Se ele acha isso de mim. – ela disse. – Bom, já terminei por aqui. Se você precisar de alguma coisa é só chamar, adeus. – ela disse saindo do quarto. – Tom, sinto muito que julge as pessoas assim, na sua primeira impressão. O que você conhece de mim para afirmar isso !? O que sabe da minha história ou da minha vida para me julgar!? Acho que vai se dar muito mal na vida por julgar as pessoas apenas pela a aparência ou pelas suas primeiras palavras. Eu não julguei você. Bill, não faz essa cara! Ninguém me impede de ser sua amiga, ok. Não vou ficar magoada com você, pelo que o seu irmão disse. – ela disse saindo do quarto e me deixando irritado com o meu irmão e boquiaberto pelas palavras dela.
– Não, não vai! – eu disse mas ela já tinha fechado a porta.
– Tá maluco!? – eu disse irritado.
– Qual é Bill!? Eu disse a verdade! - ele disse rindo.
– Desde quando você gosta de machucar as pessoas!? Não me lembro de você gostar de fazer isso. – eu disse irritado. – Ela é muito legal, eu gostei muito dela. Só porque ela não fez o que as outras fazem com você. – eu disse sério e ainda irritado.
– Ok, ok, eu não faço mais nada com ela. Mas anda, temos que ir à sessão de autográfos. – ele disse me empurrando.
O dia passou tão lentamente até termos a sessão de autografos e ver aquelas garotas gritando pelo nome da banda completamente entusiasmadas por nos verem, era uma sensação boa, deixa o meu coração disparado.
POV Bill off
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