quarta-feira, 20 de março de 2013

Capítulo 28 - Broken Heart


POV Tom on

– Ah, eu acho melhor não falarmos por agora! – eu disse firme.

– O que? Mas porque? – ela disse confusa.

– Porque eu sou um irresponsável e ia fazendo você perder a vida por minha culpa!

– Como é que é? Você sabe que está me fazendo sofrer? Eu voltei a acreditar no amor, por sua causa, e na primeira dificuldade é isso que acontece!? – ela disse com uma carinha de tristeza de cortar o coração.

– Desculpa, tá vendo é só isso que eu sei te dar, sofrimento. – eu disse.

– Não, não, seu bobo! Você me faz muito feliz. A cada minuto da minha vida, eu me sinto mais feliz com você do meu lado. Não fala essas coisas que me machucam tanto. – ela disse olhando profundamente dentro dos meus olhos.

– Eu fiquei morrendo de medo, quando vi você, no chão, parecia sem vida. Parecia que me tinham morto também. – eu disse e ela me abraçou carinhosamente, daquele jeitinho que só a Gabi tem.

Sempre tão carinhosa!

– Eu estou aqui, não estou, com você? Meu amor, esquece essas bobagens e me deixa aproveitar esses dias que estamos assim, bem juntinhos. – ela disse, me fazendo derreter completamente.

– Você tá certa! Tôo sendo um bobo! – eu disse.

– Meu amor! Vamos aproveitar cada segundo bem juntos! – ela disse, me fazendo sorrir como um bobo apaixonado.

Só ela conseguia me amolecer daquele jeito, sempre foi assim, mesmo quando éramos só amigos. Só ela conseguia chegar bem pertinho de mim, e conseguir me entender como ninguém sabia fazer.

– Não duvida nunca, do que eu sinto e como me sinto quando estou perto de você, meu anjo. – ela disse, me fazendo sorrir ainda mais.

– Desculpa, amor! – eu sussurrei.

POV Tom off

POV Gabi on

Ele me abraçou com delicadeza e me beijou com tanto carinho, as minhas pernas começaram a ficar bambas. Eu senti as lágrimas descendo pelo meu rosto e pelo dele também. O Bill achou estranho não estarmos com eles, e quando se virou viu aquele momento tão doce e sorriu chamando os outros à atenção. 
Ficaram vendo a cena.

– Vamos eles estão nos esperando, meu amor!? – Disse no ouvido dele, ainda abraçada nele.

– Vamos, claro! – Disse passando a mão no meu pescoço.

Fomos nos aproximando dos outros que sorriam para nós, e nós retribuímos. Fomos de mãos dadas, acariciando as nossas mãos. Logo, chegámos a um parque com um lago de gelo.

– Ah, que legal, vamos patinar? – eu perguntei animada.

– Meu amor, mas eu já não faço isso à tanto tempo, acho que já nem sei fazer direito! – Disse Tom fazendo uma carinha de preocupado, querendo recusar.

– É como andar de bicicleta, nunca esquecemos. Eu ajudo, amor. Confia em mim! – Dei um beijo na testa dele e fui alugar patins para todos.

– Vamos, gente! – Disse o Bill também animado.

– Claro. – eu disse também muito animada.

– Amor, eu não sei se isto vai ser boa ideia! Acho que não vai dar certo, não! – ele disse tímido para mim.

– Ah, amor! É só um pouquinho, me dá a sua mão, por favor! – Disse olhando carinhosamente para ele.

– Nossa, vamos ficar segurando vela! – Disse Georg brincando.

– Não vão, não, meus amores. – Disse brincando

– Que bom, pensei que já não ia nem olhar para a gente. – Disse Bill fazendo uma carinha fofa de pidão.

– Meu lindo! Claro, que ligo, sempre. Sou a vossa amiga também. - Disse para ele.

– Que bom! – Disse sorrindo para mim.

Chegamos à pista e eu entrei com os 3 na pista e o Tom foi ficando para trás. Eu fui pegá - lo, e entrelacei a minha mão com a dele. Ele começou com passos pequenos e eu segurava a mão dele firme.

– Eu vou cair! – Disse ele para mim.

– Não vai nada, meu anjo!  Eu estou aqui do seu lado! – Disse.

Após um bom tempo ele já estava patinando bem, mas acabou caindo! Eu patinei logo para junto dele.

– Amor, o que aconteceu!? Se machucou?– Disse segurando a mão dele para se levantar.

 Ele fez um sorriso fofo, avisando que ia aprontar, mas eu nem liguei! Fiquei completamente hipnotizada pelo sorriso dele, como uma boba e ele puxou a minha mão com um impulso forte. Eu acabei caindo em cima dele, do seu corpo forte. Ficamos nos olhando nos olhos, como se falassemos sem abrir a boca, mas não resistimos e começamos nos beijando com intensidade. Eu sentia a língua dele explorando a minha boca com a ansiedade e com muita sede daquele beijo. Ele estava me puxando cada vez mais forte, contra o seu corpo deitado sobre o gelo. Quando nos levantamos, ele parecia querer grudar em mim, ele segurava bem firme a minha cintura.

POV Tom off

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