POV Regina on
– Garota, esse
nervosismo é todo por me ver? – Disse o Ge rindo.
– Georg, pára! – eu
disse quase num sussurro.
– Nossa, eu devo ser
mesmo importante, está quase derramando o café todo! – ele disse rindo.
Foi a última coisa
que me lembro de escutar ele falar, eu senti perder a força nas
mãos, as xícaras caírem delas. Parecia que estavam tirando o chão dos meus pés, a dor de cabeça aumentou e muito, vi tudo escurecendo, rodando e destorcido como se a minha vista fica – se baça.
mãos, as xícaras caírem delas. Parecia que estavam tirando o chão dos meus pés, a dor de cabeça aumentou e muito, vi tudo escurecendo, rodando e destorcido como se a minha vista fica – se baça.
Pov Regina off
Pov Gustav on
Eu ia
me levantar para ajudá – la a trazer as xícaras, pois ela estava derramando
tudo. Alguma coisa está muito errada aqui! O Georg não parava de provocá – la e
o mais estranho é que ela não respondia. Depois foi tudo muito rápido, as mãos
dela estavam tremendo muito, ela deixou cair as xícaras no chão e caiu no chão
completamente apagada. Ela não se mexeu mais, eu estava ficando nervoso. Mas
nem isso deteve o Georg de continuar provocando.
–
Pára com isso! Acha mesmo que nós estamos acreditando nesse show? – ele disse
rindo.
– Ge,
eu acho que isso não é show,cara! Ela não tá se mexendo! – eu disse
nervoso.
nervoso.
–
Calma, Gus! Ela tá de brincadeira com a nossa cara! Deve achar que nós somos
bobos para cair numa coisa dessas! – ele continuava rindo.
– Ge,
eu não sei! Re, por favor, se isso é brincadeira, pára com isso! Isso não tá
tendo graça! – eu disse quase gritando.
Algo
me dizia que aquilo era tudo menos brincadeira!
–
Bem, ela merece um óscar por essa atuação! – ele continuava rindo debochado.
–
Georg, acho que isso é sério de verdade! – eu disse começando a ter medo.
Ela
não se mexeu nem um milimetro, parecia que estava mesmo desmaiada. Eu conheço a
Re, ela não iria brincar com um assunto sério desses.
– Ai
é! Vai lá mexer nela, vê se ela tá respirando e mede o pulso dela. Aposto que
tá melhor de saúde do que nós os dois juntos! – ele disse cínico.
Eu
fui junto dela e me ajoelhei, o pior foi quando eu comecei a perceber, que
aquilo era tudo menos fingimento. Eu coloquei o meu ouvido junto do nariz dela e mal conseguia ouvir ela respirando, aquilo estava me assustando. Depois peguei no pulso dela, mas quase não conseguia sentir a pulsação dela, estava muito fraca.
aquilo era tudo menos fingimento. Eu coloquei o meu ouvido junto do nariz dela e mal conseguia ouvir ela respirando, aquilo estava me assustando. Depois peguei no pulso dela, mas quase não conseguia sentir a pulsação dela, estava muito fraca.
– Merda! Isso não é mentira Georg! Ela tá mal de
verdade! – eu disse gritando.
– Ãh? Não, ela tá fingindo, isso é só para ela me
assustar! Você não deve ter medido certo esse pulso, eu vou medir chega pra lá!
– ele disse vindo na minha direção e eu me afastei do corpo dela.
Ele pegou no pulso dela, eu vi a expressão dele mudar
completamente, o sorriso dele se apagou completamente e ficou sério até com a
expressão preocupada. Depois vi ele confirmando no pescoço dela com os dedos,
como estava a pulsação dela, ele ainda ficou mais sério. Depois chegou perto
também do nariz dela e ele tava preocupado de verdade, a expressão dele ficou
carregada.
– Eu por acaso medi errado? – eu perguntei quase
berrando.
– Não, cara! Ela tá mal de verdade, merda! Chama uma
ambulância rápido, o pulso mal se sente, a respiração também está fraca de
mais! – ele disse em pânico.
Eu já estava tirando o celular do bolso para a chamar
a ambulância, e rapidamente dei as indicações todas e desliguei.
– O Tom e o Bill vão nos matar! – eu estava muito
nervoso.
O Georg não a largou mais, ele estava com o coração
apertado de ter pensado que ela estava fingindo. Ele pegou ela, a aproximou do
peito dele completamente desorientado, a aconchegando nos seus braços e beijava
repetidamente o rosto dela na esperança de um sinal, as lágrimas corriam sem
permissão pelo rosto dele. Ele estava muito assustado, pensando que
ia perde - la, por ter achado que aquilo não passava de mais uma brincadeira.
ia perde - la, por ter achado que aquilo não passava de mais uma brincadeira.
– Porque eles vão vos matar? – Perguntou o Andreas que
entrou pela porta dos fundos.
Ele largou os jornais e as revistas que trazia nas
mãos no chão, e foi correndo para junto da Re.
– O que aconteceu? Porque ela não se mexe? Ela não tá
respondendo! Já chamaram uma ambulância!? – ele também estava visivelmente
preocupado.
Nós explicamos que aconteceu e ele quase nos matava
com o olhar.
– Vocês são malucos? Piraram de vez, foi? Ela não ia
fazer uma brincadeira
dessas! – ele gritou com a gente.
dessas! – ele gritou com a gente.
– Pára de discutir com a gente, e trás umas cobertas,
ela está muito fria! – o Georg gritou em pânico a apertando mais contra o peito
dele.
– Por favor, me perdoa! Resiste, por mim! Não me
abandona, por favor! - ele repetia no ouvido dela.
A porta da casa se abriu e eram o Bill e o Tom
carregados de coisas para o café da manhã. Eles vinham conversando animados,
iam - nos matar quando perceberem o que aconteceu na realidade.
POV Gustav off
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